domingo, 14 de abril de 2013

Como Montar um Terrário?

Como Montar um Terrário?
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Resumo
Monte um terrário para observar fenômenos como o ciclo da água, o ciclo da vida vegetal e animal (desde seu nascimento, crescimento, morte e decomposição)
Objetivos
  • Montar um terrário
  • Simular um ambiente terrestre
  • Verificar a ocorrência do ciclo da água no terrário;
  • Conscientizar os alunos da importância da água e do solo na vida das plantas edos animais (inclusive o homem);
  • Conscientizar os alunos da importância da água para os animais (inclusive ohomem);
  • Observar que há diferentes tipos de solo;
  • Incentivar a observação e o cuidado com a natureza;
  • Estimular o registro das observações em diários e tabelas;
  • Conteudos
    Terrário - solo - ciclo da água – ciclo de vida dos animais e vegetais – partesdas plantas- decomposição
    Material
  • Recipiente para montar o terrário (aquário vazio, vidro ou garrafa PET);
  • Pedrinhas ou argila expandida;
  • Carvão ativado (utilizado para absorver componentes orgânicos, evita o mal cheiro, proliferação de fungos etc);
  • Solo para jardim (comprado) ou mistura de solos trazidos pelos alunos;
  • Mudas de plantas ou sementes;
  • Manutenção
    O terrário se mantém sozinho. Semanalmente podemos abrir o terrário paracolocar um pouco d´água (verifique se é realmente necessário, o mesmo deveestar úmido e não encharcado!), limpar o vidro e colocar mais plantas eanimais. Se tiver água demais no terrário é necessário deixá-lo alguns diasaberto para que a água evapore. Se as plantas cresceram tomando todo oespaço, corte-as ou substitua-as. Folhas e bichinhos mortos podem serdeixados no terrário para ver como ocorre sua integração ao solo, mas podemcausar uma proliferação exagerada de fungos. Se houver mais que um terrário,podemos deixar um deles com os restos de plantas e de animais e o outro,limpo.
    Inicio
    A introdução do terrário nas atividades da sala de aula poderá ser iniciada com a atividade 14 do Módulo Solos -“Preparando o Solo” - disponível no sitewww.cienciamao.if.usp.br). Nesta atividade o professor poderia questionar afunção e a diferença da argila, da areia, do adubo orgânico, terra vegetal etc.Após esse estudo o professor poderia questionar os alunos: Para onde vai aágua que cai no solo? O que acontece com a água usada para molhar asplantas? As plantas comem terra? As plantas bebem água? O que acontecequando uma planta ou um bichinho morre?
    O professor poderia também utilizar a atividade “Fabricando chuva”, seqüência8 do Módulo Água (disponível no site www.cienciamao.if.usp.br);
    Colocando
    Podemos mostrar um terrário já montado às crianças para ilustrar o objetivo aser alcançado, mostrar fotos de outros tipos de terrários ou lembrar visitas(serpentes da Estação Ciência e do Instituto Butantan) onde são encontradosterrários com plantas e animais.
    A montagem do terrário faz parte da atividade proposta e deve ser realizadapelos alunos, sob orientação do professor. É interessante que a classe sejaorganizada em grupos, de modo a permitir que todos os alunos participemdesta e das outras etapas da atividade.
    O terrário poderá ser montado em um aquário com tampa ou outro recipientecomo um vidro de conserva ou uma garrafa PET. Pode ser pequeno ou grande,de acordo com o material disponível.
    A montagem do terrário começa pela limpeza do recipiente, que deve ser limpoe seco. No fundo do recipiente colocam-se as pedrinhas (ou argila expandida),formando uma camada para drenagem da água. Imediatamente acima, sepossível, uma fina camada de carvão ativado é colocada para evitar ocrescimento de fungos na água, o apodrecimento das raízes e a formação degases. Finalizando, coloca-se uma camada de terra, até completar cerca de 1/4da altura do vidro.
    Preparado o "terreno" é hora de escolher as plantas adequadas para estaatividade. São mais indicadas as plantas que crescem pouco, como porexemplo: peperômia, musgos, pequenas samambaias, begônias e até mesmopequenos antúrios. É importante lembrar que nessa escolha deve-se levar emconta o tamanho do recipiente utilizado.
    Para melhor simular uma paisagem natural, podemos acrescentar ao terrárioalguns elementos facilmente encontrados, como galhos, pedras e folhas secas.Podemos também simular um lago, adicionando ao terrário um potinho comágua.A presença de pequenos animais como tatuzinhos de jardim e caramujos,auxiliaria na introdução de outros assuntos como: locomoção, alimentação,reprodução, comportamento de animais da mesma espécie e de espéciesdiferentes, comportamento diante das características do ambiente, entre outrospodem ser observados e comparados pelos alunos. Após colocar as plantas eos animais é necessário borrifar água com cuidado dentro do vidro e fechar oterrário com a tampa ou com um plástico preso com um elástico.
    O terrário deve ficar num local iluminado, mas sem receber sol diretamente. Oexcesso de exposição à luz solar transforma-o numa estufa. O professorpoderia aproveitar e perguntar: Você já ouviu falar em estufa? O que será queacontece com as plantas e os animais em uma estufa? Que tal realizarmosuma pesquisa?
    Acordo
    A observação do terrário poderá ser realizada a qualquer momento,diariamente ou semanalmente, a freqüência de observações deverá serestabelecida pelo professor e alunos e deve levar em consideração o objetivodas mesmas. Se a intenção for medir o crescimento de uma planta, porexemplo, a observação poderá ser semanal. Se a intenção for acompanhar agerminação de uma semente, a observação poderá ser diária.O professor poderia questionar os alunos: Quais os tópicos que serãoobservados no terrário, como serão registrados? É importante, que todosparticipem, portanto todos os alunos devem registrar suas observações nocaderno.
    Registro
    Cada grupo deve fazer um registro inicial com a data da montagem e oscomponentes do terrário. O registro poderá ser realizado diariamente ousemanalmente através de desenhos, tabelas, redações etc.
    Sugestoes
  • A revista Nova Escola (número 187, Nov/Dez) traz “Um terrário paraobservar o ciclo da água”, com dicas e fotos que ajudam a montar e autilizá-lo. Disponível em:http://novaescola.abril.com.br/index.htm?ed/165_set03/html/ faca.
  • O terrário poderá ser utilizado também para observar a atividade dasminhocas no solo, para isso deve-se colocar dentro dele, algumasminhocas e cobrir a parte do recipiente utilizado que está com terra comjornal ou papel escuro e aguardar algumas semanas. Passado o tempoesperado, retira-se o papel. Pede-se aos alunos observarem oscaminhos que as minhocas fizeram e a presença de “montinhos” nasuperfície do solo (são as fezes das minhocas). O professor tambémpode questioná-los sobre a contribuição das minhocas ao solo e àsplantas do terrário. Pode-se também, experimentar montar diferentestipos de terrários, um com solo seco, um com solo úmido e um com solomisto.
  • Os professores das séries iniciais podem aproveitar a atividade doterrário de forma mais simples, por exemplo, no momento que oprofessor estiver montando-o poderá discutir com os alunos sobre oselementos da natureza, a diferença dos seres bióticos (com vida) eabióticos (não vivos, como pedras, água, etc).
  • Observação
    O professor deverá supervisionar a coleta dos animais para evitaracidentes com animais peçonhentos ou que eventualmente causem alergias. Oprofessor deverá utilizar uma pinça ou luva grossa.
    Referencias
    [1]Baseado em texto produzido por Eleuza Guazzelli (Secretaria de Estado da Educação - Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas)
    Módulo Escola e Meio Ambiente
    Em 2004, o grupo de professores e coordenadores pedagógicos de 13 escolas que participaram do projeto “Mão na Massa” desenvolvido pela Estação Ciência, que estudaram o tema “Solos”, mostraram interesse na continuidade do trabalho. A partir desse quadro foi planejado o Módulo Meio Ambiente, no qual partimos de um terrário (um pequeno ecossistema) para uma horta, jardim e pomar, chegando aos ecossistemas terrestres brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Restinga, etc) e as relações entre os elementos que os compõem.
    Como Montar um Terrário?
    Módulo Escola e Meio Ambiente
    Sequencia1
    Número1
    Tipoatividade


    http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=ema&cod=_1-1

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    sábado, 13 de abril de 2013

    DIÁRIO DE CLASSE INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO 2




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    Diferença entre Liberalismo e Neoliberalismo


    Prof. José Monir Nasser explica a diferença entre Liberalismo e Neoliberalismo. Trecho do programa Mídia Sem Máscara na TV.

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    Argumento Ontológico de Plantinga



    Alvin Plantinga, fazendo recurso da linguagem dos mundos possíveis e do sistema S5 de lógica modal, apresenta uma nova versão do argumento ontológico para provar a existência de Deus. Nelson Gonçalves Gomes apresenta aqui um exame crítico da argumentação de Plantinga. O argumento de Plantinga é válido, mas será sólido e cogente?

    Na versão do argumento ontológico de Plantinga parte-se dos seguintes postulados básicos:
    A’. A seguinte proposição é logicamente verdadeira e, portanto, necessária: Um ser tem grandeza máxima se, e somente se, ele tem excelência máxima em qualquer mundo possível.
    B’. A seguinte proposição é logicamente verdadeira e, portanto, necessária: Qualquer ser que tenha excelência máxima é onipotente, onisciente e moralmente perfeito.
    C’. Existe um mundo possível, no qual a propriedade ter grandeza máxima está exemplificada.

    Tomando em atenção estes postulados, deduz-se o seguinte: 
    a’. Consoante a asserção (A’), as propriedades ter grandeza máxima e ter máxima excelência são equivalentes, isto é, elas envolvem o mesmo valor de verdade (verdadeiro ou falso) em qualquer mundo possível.
    b’. A propriedade ter máxima excelência em qualquer mundo é propriedade universal. Por conseguinte, em virtude da equivalência, ter insuperável grandeza também o é.
    c’. Conforme o postulado (C’), a propriedade ter grandeza máxima está exemplificada, em um mundo possível M.
    d’. Logo, como propriedade universal, ela está exemplificada em todos os mundos possíveis M0, M1, M2, M3, ..., de maneira que, em todos eles, há um ser onipotente, onisciente e moralmente excelente, que é deus.
    e’. Conclusão: estando presente em todos os mundos, deus está presente também no mundo real.

     http://blog.domingosfaria.net/2012/06/argumento-ontologico-de-plantinga.html


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    Aqui você encontrará auxilio para o estudo de verbos. Links de materiais.


    Verbos
    Aqui você encontrará auxilio para o estudo de verbos. Inicialmente, apresento o material distribuído em aula que trata de conceitos e flexões. Também a tabela de conjugação dos verbos regulares no modo indicativo. Incluí ainda exercícios diversos, para que você treine seus conhecimentos sobre o assunto.


    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOExercícios sobre Verbos - Modo Indicativo 

    Tamanho: 549.866 KB
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    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOExercícios sobre Verbos - Modo Indicativo II 

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    Elaborei uma tabela para que você treine até decorar a conjugação dos verbos regulares nos tempos do modo indicativo. 
    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOTabela para conjugar verbos 

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    Este material você recebeu em aula.
    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOConceituando verbos - noçőes básicas - Modos 

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    Este material você recebeu em aula.
    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOFlexőes dos Tempos do Modo Indicativo 

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    Material distribuído em aula.
    CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O ARQUIVOModelo de Conjugaçăo dos Verbos Regulares 

    Tamanho: 518.576 KB
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    http://www.maua.g12.br/online/paginas/mostrar/index.php?prof=10&pg=274

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    PEI - Programa de Enriquecimento Instrumental do Prof. Reuven Feuerstein.



    PEI - Programa de Enriquecimento Instrumental do Prof. Reuven Feuerstein.

    O PEI é um programa de intervenção multidimensional que compreende uma fundamentação teórica, um repertório rico de instrumentos práticos e um conjunto de ferramentas analítico-didáticas, focalizando em cada um dos três componentes de uma interação: o aprendiz, o estímulo e o mediador, com o objetivo de aumentar a eficiência do processo de aprendizagem.

    O PEI se fundamenta na Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural e na Experiência de Aprendizagem Mediada de Reuven Feuerstein que nos oferece uma visão dinâmica das capacidades cognitivas do ser humano, esclarecendo como os processos de aprendizagem ocorrem e como é possível, através de uma mediação adequada, expandir o potencial para aprender aumentando a eficiência do funcionamento intelectual dos indivíduos.

    PEI - Programa de Enriquecimento Instrumental do Prof. Reuven FeuersteinO programa completo é composto de 14 instrumentos (14 conjuntos de tarefas de diversos conteúdos e modalidades, contendo 20 a 30 páginas cada). Seu crescente nível de complexidade favorece a construção sistemática e estrutural de funções cognitivas e operações mentais necessárias à aprendizagem.

    O PEI pode ser utilizado em grupo ou individualmente em crianças na idade escolar e em adultos de vários níveis de funcionamento. O programa está traduzido em 12 línguas e é utilizado em diversos países.
    A formação completa para interessados na utilização do programa tem duração de 210 horas/aula, divididas em 3 módulos de 70 horas cada.

    O PEI pode ser aplicado em diferentes áreas:
    Área educacional - para alunos do ensino regular, de sala de recursos, superdotados e na educação de adultos.
    Área clínica – com todos os indivíduos a partir de 8 anos que necessitem de uma abordagem cognitiva para superar suas dificuldades de aprendizagem e/ou de comportamento
    Área empresarial – em programas de treinamento das habilidades de pensamento e de aprendizagem e na promoção da produtividade.
    Área institucional e social – como uma ferramenta adicional para ajudar indivíduos que necessitam socializar-se, praticar atividades intelectuais, recuperar a auto-estima e melhorar suas capacidades cognitivas.


    Objetivos do PEI
    O objetivo central do PEI é a produção de modificações nas estruturas cognitivas dos indivíduos, expandindo o potencial de aprendizagem, aumentando a eficiência mental e melhorando a qualidade do desempenho intelectual.

    Para ajudar a promover este objetivo central, seis sub-objetivos foram formulados: 
     Correção da funções cognitivas deficientes
    O primeiro sub-objetivo do PEI é a correção das deficiências nos pré-requisitos cognitivos do pensamento operacional, ou seja, as funções cognitivas, que falharam no seu desenvolvimento, em grande parte como o resultado da falta de experiência de mediação ou por que o aprendiz foi incapaz de se beneficiar da mediação recebida.

    Para dar apenas alguns exemplos de como atingir este objetivo, o mediador irá ajudar o aprendiz a desenvolver adequadas estratégias de pensamento, restringir a impulsividade, ser preciso e sistemático na coleta de dados, identificar e definir problemas, selecionar indícios relevantes, planejar a sua ação e evitar o ensaio e erro, formar e confirmar hipóteses, buscar evidência lógica e refletir antes de responder.


     Aquisição de vocabulário, rótulos diferenciados e conceitos
    relevantes às tarefas do PEI assim como para a resolução
    de problemas em geral
    O segundo sub-objetivo consiste em equipar o aprendiz com linguagem e ferramentas verbais necessárias para a análise do processo mental internalizado, facilitando, consequentemente, o controle e o insight de seu funcionamento cognitivo.

    Além do domínio de conteúdo e linguagem da tarefa, o PEI visa equipar o aprendiz com um repertório lingüístico rico e diferenciado de conceitos espaço-temporais, definições acuradas, e rótulos verbais precisos que representam as diferentes relações, operações mentais e funções cognitivas que formam a base de qualquer habilidade de resolver problemas.


     Suscitação da motivação intrínsica através da formação de
    hábitos
    Despertar a motivação intrínseca no aprendiz é considerado como um pré-requisito indispensável para qualquer intervenção que visa o desenvolvimento das habilidades de pensamento e do processo cognitivo, com o objetivo de prevenir o estado de contínua dependência do indivíduo em fontes externas de motivação as quais nem sempre são oferecidas pelo ambiente.

    Para alcançar isto, o PEI visa a formação e a consolidação do funcionamento cognitivo eficiente num conjunto de hábitos que tendem a emergir espontaneamente no comportamento do aprendiz, independentemente de qualquer necessidade externa.


     Criação do insight e pensamento reflexivo
    O quarto sub-objetivo consiste no despertar de consciência do aprendiz na implícita relação entre diferentes modos de raciocínio e o conseqüente resultado do seu funcionamento cognitivo.

    Ao invés da freqüente tendência de atribuir a condições externas ou mero acaso tanto o fracasso quanto o sucesso, o mediador usa o PEI para ajudar a desenvolver no aprendiz uma orientação com relação a si mesmo e ao seu próprio processo mental os quais devem ser considerados responsáveis pelo comportamento adequado e inadequado.


     Criação da motivação intrínsica pela tarefa
    O quinto sub-objetivo está relacionado ao tipo de motivação que pode se originar da sensação de domínio de uma tarefa e do valor social que vem acompanhado ao sucesso desta realização.
    O PEI, intencionalmente desassociado do domínio familiar de conteúdos específicos e das disciplinas curriculares, ajuda o mediador a criar no aprendiz a motivação para envolver-se com tarefas que são consideradas atrativas e desafiadoras pelo prazer do sentimento de satisfação produzido por esta realização.


     Mudança de um papel passivo e reprodutor para um papel
    ativo e gerador de novas informações
    O sexto sub-objetivo do PEI se refere a necessidade de mudança da auto imagem do aluno, o qual frequentemente se percebe capaz apenas de registrar e reter informações, de fonte externa e de forma passiva, de maneira que ele possa conceber-se como pensador ativo, capaz de gerar novas informações com base numa adequada coleta e elaboração de dados.



    Instrumentos do PEI
    Nível 1........................................ (Ver detalhes
    • Organização de Pontos
    • Orientação Espacial I
    • Comparações
    • Percepção Analítica
    Nível 2........................................ (Ver detalhes
    • Classificações
    • Orientação Espacial II
    • Ilustrações
    • Relações Familiares
    • Relações Temporais
    Nível 3 ........................................ (Ver detalhes
    • Progressões Numéricas
    • Instruções
    • Silogismos
    • Relações Transitivas
    • Desenho de Padrões

    CDCP - Centro de Desenvolvimento Cognitivo do Paraná 
    ATC -The International Center for the Enhancement of Learning Potential - ICELP 
    Rua Deputado Mário de Barros, 1700 | Sala 116 | 80530-280 | Cutitiba - PR - Brasil
    Fone/Fax: + 55 41 3022 8265
    E-mail: contato@cdcp.com.br
    Todos os Direitos Reservados | Web Design: Enio Souza

    http://www.cdcp.com.br/pei.php
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    Propositos originais da Iskcon pelo fundador acarya: Srila Prabhupada



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    João Escoto Erigena (810 - 876)


    João Escoto Erigena (810 - 876)
                Para João Escoto a realidade é um sistema racional e unitário onde Deus e o mundo não são realidades diferentes. Todas as coisas são emanações de Deus e a ele voltam. A razão e a fé são fontes válidas para se chegar ao conhecimento verdadeiro e, portanto não podem ser opostas, mas se assim fosse, a razão é que deve prevalecer sobre a fé. É da natureza humana estar nas trevas, mas ela pode ser iluminada e conduzida pela razão.
                Erigena considera que todas as aspirações humanas ao saber tem por origem a questão da fé na revelação. Nele filosofia e teologia se identificam. A verdadeira filosofia é a verdadeira religião e a verdadeira religião é a verdadeira filosofia. Filosofar é ver e reconhecer a justificação e a legitimidade dos princípios sobre os quais se baseia a religião e é por isso que a filosofia se identifica com os princípios religiosos. É inerente a ligação entre fé e razão, pois ambas tem por fundamento a mesma causa que é a sabedoria divina que está revelada na sagrada escritura. Se a fé não encontrar sustentação na razão ela pode hesitar em suas verdades. A fé é a busca para melhor interpretar os verdadeiros significados das escrituras e para melhor interpretar esses significados temos que utilizar nossa estrutura racional. A religião tem que se identificar com a investigação proporcionada pela razão.
                Escoto acreditava que Deus era a única e verdadeira realidade e Deus é, portanto o principal personagem da sua filosofia. Todas as coisas dependem e são criadas por Deus e todas as coisas vão a ele retornar. A natureza é divina, pois ela se identifica com Deus. O filósofo divide essa natureza divina em quatro: 1 -  A natureza incriada e criante que é o próprio Deus que é a razão de tudo que é e de tudo que não é ; 2 - A natureza criada e criante que é o Verbo divino; 3 - A natureza criada e não criante que é toda a realidade material que existe no espaço e no tempo; 4 - A natureza não criada e não criante que é Deus enquanto meta para se alcançar no fim do mundo, pois para ele vai retornar toda a natureza. Desta forma as quatro naturezas formam o que o filósofo define como sendo um circulo divino no qual o próprio Deus é o centro e se manifesta de forma incessante e eterna não saindo nunca de Si. Deus cria tudo de Si, em Si e para Si. A natureza não é somente tudo aquilo que é, mas é também tudo aquilo que não é. O que não é não é o nada, mas tudo aquilo que poderia ter sido mas que não foi e de tudo aquilo que poderá ser mas não será.
                O mundo é o próprio Deus, mas Deus não é o mundo, pois ele criou e transformou-se no mundo mas se conservou em posição mais elevada do que o mundo.
                O filósofo sustenta também a liberdade humana, para ele não é possível atribuir a Deus uma pré-destinação dos seres-humanos, pois em Deus não existe uma pré ou uma pós-destinação. Deus é o princípio, o meio e o fim, ele é a razão de tudo que dele se origina, ou seja, é a razão de tudo.
                O mal não é em si uma realidade, mas uma recusa da realidade e Deus não conhece o mal. Se Deus conhecesse o mal o mal seria algo real no mundo. Mas o mal não é algo real, é uma recusa da realidade, o mal é o pecado que é uma carência ou uma inexistência de vontade. A vontade livre é o livre arbítrio em que o homem se encontra e nele o homem pode se decidir pelo bem ou pelo mal. O homem comete pecado quando desvia a sua vontade de escolher o mal em lugar de escolher o bem. O homem é portanto livre para pecar ou não pecar.

    Sentenças:
    - Não há salvação para as almas dos fiéis se não em crer no que se diz com verdade sobre o único princípio das coisas, e em entender o que com verdade se crê.
    - O homem tem em si todas as criaturas.
    - O Homem compreende como o anjo, raciocina como homem, sente como animal irracional, vive como o verme.
    - Se eu compreendo o que tu compreendes, converto-me no teu próprio entendimento e de certa maneira, converto-me em ti próprio.

    João Escoto Erigena

    Responsável: Arildo Luiz Marconatto



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    A.B.C. Olavo de Carvalho 1 Paralaxia Cognitiva

        A análise de Olavo de Carvalho sobre René Descartes, frequentemente sintetizada em aulas e coletâneas como  Visões ...