sábado, 26 de outubro de 2013

Brinquedoteca: a importância do Cantinho Lúdico: análises, artigos e monografias. LINKS


Brinquedoteca: a importância do Cantinho Lúdico

Por: ANA MARIA DE PAULA E SILVA
RESUMO
Este artigo vem mostrar a importância de se criar cantinhos na educação infantil e nos anos iniciais, pois a sala deve ter um ambiente prazeroso para desenvolver todas as habilidades. A finalidade também é de mostra como foi a semana de recreação realizada com as crianças entre quatro e doze anos de idade das turmas do Pré III, e 1º, 2º, 3º, 4º e 5º anos. Com brincadeiras tradicionais, modernas, brinquedos pedagógicos, filmes, leituras, informática e oficinas. Brincar e interagir com as crianças são experiências agradáveis e incomparáveis com qualquer outro tipo de atividade já realizada durante o curso de Pedagogia. Lúdico deve ser uma ferramenta de auxilio ao professor no processo ensino-aprendizagem e não pensar que irá atrapalhar na questão do uso das brincadeiras, buscar o laboratório de informática da escola para o processo ensino-aprendizagem também é valido, na socialização e trabalhar a pesquisa coletiva de algum tema escolhido pelo professor, à inclusão digital dos alunos nos dias atuais é interessante.
Palavras-chave: Lúdico; Aprendizagem; informática; Atividades; Oficinas.
INTRODUÇÃO
A brincadeira é uma atividade voluntária e consciente, é uma forma de atividade social infantil onde a característica é a imaginação os e diversos significados da vida, favorece uma ocasião educativa única para a criança. Sendo assim, é através da brincadeira que a criança representa o discurso externo e o interioriza construindo o seu próprio pensamento, desenvolvendo assim suas potencialidades.
Neste sentido a brinquedoteca assume uma grande responsabilidade, pois é um espaço onde a criança passa a vivenciar situações do seu cotidiano e a criar e desenvolver sua própria personalidade, valores, ética e atitudes diante outras criança.
O espaço utilizado foi uma sala de aula ampla e arejada onde decoramos e dividiu-se em dois ambientes um com painel recheado de personagens infantis e conhecido por eles onde brincava, jogava e desenhava. Outro o cinema com carpete, almofadas e televisão com DVD para assistir filme e ouvir historinha contada pelas acadêmicas.
Agendou-se o dia para usar o computador para os alunos do 5º ano com jogos educativos que também e uma forma de interagir escola, alunos em atividades educativas e inteligentes. Foram trabalhadas as brincadeiras que desenvolvem a noção de espaço, lateralidade e a coordenação motora e ainda a interação com o grupo e tantas outras habilidades.
1 A NECESSIDADE DE BRINCAR
Enganam-se pessoas que acham que brincar está relacionado só no pré-escolar, ela deve se estender e perpetuar no ensino fundamental com brincadeiras adequada a faixa etária de idade.
O lúdico deve ser visto como algo favorável e imprescindível à necessidade do ser humano e facilita muito o professor conhecer, observar, saber suas potencialidades, limitações e desenvolverá seu senso critico, terá atitude de pesquisador sobre os seus alunos.
Verificou se que os professores não se utiliza e nem trabalha com o lúdico por falta de base teórica sobre o assunto e ficam inseguros em colocá-los em pratica, apesar de ter vários exemplos comprovados e reconhecidos o valor das atividades lúdicas.
Os cantinhos são interessantes, muito simples de se criar e principalmente enriquecedor para estímulos e descobertas. Sala bem decorada e com cantinho preparado pra elas mostra o quanto eles são importante e a preocupação do bem estar, alem de ser bonito e aconchegante.
Cunha (2001, p. 15 e 16) afirma que,
[...] a brinquedoteca é um espaço criado para favorecer a brincadeira, [...] aonde a criança (e os adultos) vão para brincar livremente, com todo o estímulo à manifestação de potencialidades e necessidades lúdicas”. E ainda, “muitos brinquedos, jogos variados e diversos materiais que permitem expressão da criatividade”. Desta forma, a autora disserta que a brinquedoteca propicia a construção do saber, sendo uma “deliciosa aventura, na qual a busca pelo saber é espontânea e prazerosa.
Se a criança também aprende brincando então é um fundamental que todas as crianças, possam ter oportunidades educativas voltadas para satisfazer suas necessidades básicas de aprendizagem na construção do conhecimento e interação com os outros.
Ainda segundo Carvalho:
Proponho que a sala de leitura seja um local de consulta, de estudo e de entretenimento para a comunidade escolar; seja dirigida por uma professora especializada, em tempo integral, cujo trabalho possa ser articulado com as atividades de sala de aulas; deve estar localizada em um espaço próprio, amplo, atraente e agradável, que ofereça condições satisfatórias para guardar do acervo e de conforto para os eleitores. Essas transformações dependeriam de recursos financeiros? Sim, mas não se pode oferecer educação de qualidade a preço vil. (2008, p.83).
Infelizmente todo o projeto requer dinheiro no caixa para colocar em prática ou de parceiros que acredita na proposta de inovação e ousada, diante de tantas cobranças na saúde, educação, moradia e ajustes nos salários dos profissionais da educação. Muitos olham como um capricho e não uma necessidade e a importância de se criar uma sala específica para leitura e brinquedoteca.
Segundo Maluf;
As crianças têm um interesse natural em descobrir as coisas Curiosas, são capazes de passar um bom tempo observando tudo e vivem fazendo perguntas sobre o que percebem e vivenciam, Na Educação Infantil, a criança não deve somente absorver conteúdo, mas desenvolver habilidades, atitudes, formas de expressão e de relacionamento. Ela deve ser estimulada não só observar, mas também a agir sobre o meio em que vive, investigando, experimentando, refletindo, redescobrindo e desenvolvendo a capacidade de pensar, comparar e concluir. (2009, s/n.).
O educador muitas vezes se preocupa como planejar, organizar e executar as atividades proposta. Esquecendo de observar se o tempo esta de acordo com cada atividade e sua avaliação, porque o que importa de fato é o aprendizado dessas crianças e ensinar a gostar do lúdico em grupo.
Atividades realizadas durante a semana de recreação:
·        Segunda-feira trabalhamos com o Pré III e 1º ano no período matutino as seguintes atividade: Brinquedos pedagógicos, brincadeiras com bola, cartolina com os pés sujo de tintas, Historinhas e desenho educativos e finalizou com relaxamento com musica suave;
·        Terça-feira 2º ano Brincadeiras com fantasias de palhaço, Pintura livre e com desenhos prontos e musicas;
·        Quarta-feira 3º ano Audiovisuais filme depois, levamos para quadra e brincou de Barra Manteiga, Pula corda; finalizando com relaxamento;
·        Quinta-feira 4º ano Jogos; Quebra-cabeça, Jogo da memória, leitura filme, quadra para jogar bola, finalizando com relaxamento;
·        Sexta-feira 5º ano Laboratório de informática jogos educativos, Confecção de pinturas em prato de papelão, Brincadeiras livres na quadra primeiro alongamento e finalizando com alongamento.
2 A DEFINIÇÃO DO BRINQUEDO NO DESENVOLVIMENTO
A definição do brinquedo para cada criança é de se identificar e ao mesmo tempo se desenvolver tanto emocional e motor onde para alguns tem prazer em brincar com determinado brinquedo aumentado o interesse pela brincadeira ou mesmo realizar certos tipos de brincadeiras já outras nem tanto pelo fato de não aceitar perder que acompanhado do desprazer de brincar em competições.
Porém se ignoramos a necessidades das crianças e os incentivos que são eficazes para colocá-la em ação, nunca seremos capazes de entender seu avanço de um estágio do desenvolvimento para outro, porque todo avanço esta conectado com uma mudança acentuada nas motivações, tendências e incentivos.
A maturação das necessidades é um tópico predominante nessa discussão, pois é impossível ignorar que a criança satisfaz certas necessidades no brinquedo. Se não entendermos o caráter especial dessas necessidades, não podemos entender a singularidade do brinquedo como uma forma de atividade.
As brincadeiras funcionais podem ser movimentos muito simples, como estender e encolher os braços ou as pernas, agitar os dedos, tocar objetos, imprimir-lhes em balanço, produzir ruídos ou sons.
É fácil reconhecer nelas uma atividade em busca de efeitos que dissemos ter uma importância fundamental para preparar a utilização calculada, cada vez mais apropriada e diversificada de nossos gestos. Com as brincadeiras faz de conta, cujo exemplo típico é brincar de boneca, montar de cavalo um cabo de vassoura como se fosse um cavalo, brincar de escolinha, brincar de enfermeira, de fazer comidinha etc.
Mas o período que se segue a sua maturação e que precede a dos centros aos qual sua atividade deverá se sujeitar é um período de livre exercício.
Efetivamente, cada uma das etapas que o desenvolvimento da criança percorre esta marcada pela explosão de atividade que parecem por certo tempo quase totalmente toma conta dela e cujos efeitos possíveis ela não se cansa de perseguir.
A progressão funcional marcada pela sucessão das brincadeiras durante o crescimento da criança e regressão no adulto, mas regressão consentida e de certa forma excepcional. Pois não há apenas desintegração global de sua atividade em relação ao real. É muitas vezes entre obrigações diárias que o jogo libera as atividades.
Disso resultaria que todas aquelas “brincadeiras” das crianças, que são a primeira exploração das funções, mas recentemente surgidas, não poderiam ser chamada de brincadeiras porque ainda não existe nenhuma que poderia integrá-las a forma superior de ação.                                                  
Concordamos com Vigotski, ao falar do brinquedo, a criança projeta-se nas atividades adultas de sua cultura e ensaia seus futuros papeis e valores. Assim o brinquedo antecipa o desenvolvimento; com ele a criança começa a adquirir a motivação, as habilidades e as atitudes necessárias a sua participação social, a qual só pode ser completamente atingida com a assistência de seus companheiros da mesma idade e mais velhas.
Segunda Vigotski:
Para estudar o desenvolvimento na criança, devemos  começar com a compreensão da unidade dialética das duas linhas principais e distintas (a biológica e a cultural). Para estudar adequadamente esse processo, então o investigador deve estudar ambos os componentes e as leis que governam seu entrelaçamento em cada estágio do desenvolvimento da criança. (2010, p. 152)
É através da sua cultura é que podemos visualizar a linha de suas tradições para iniciar uma ligação ou laço de desenvolvimento e afetividade com a criança auxiliando em cada estágio do desenvolvimento dessa criança.
3 AFETIVIDADE
Entre a emoção e a atividade intelectual, mesma evolução e a mesma competição. Antes de qualquer análise, os sentidos de uma situação se empoem pelas atividades que desperta desenvolvimento psíquico, essa intuição e de comparação. É uma forma de compreensão, que ainda não dominada pelo interesse do momento e comprometimento com os casos particulares.
No domínio da afetividade, transformações são resultados de vários conflitos anteriores resolvidos, com maturação e afetividade parece ser coisa de adulto, mas não é verdade, pois a criança também tem essa assimilação de emoção e sentimento ou paixão, quando de uma para outras ocorre uma transferência de carinho, ternura e acabar aprendendo a ser solidários.
O brinquedo ou brincadeira ajuda a criança com dificuldades de aprendizagem, e deixa - as descontraídas e mais afetivas principalmente, a ausência de cobrança imposta ou que caracterizam o ambiente de uma brinquedoteca, fazem com que elas manifestam as capacidades que em clima de tensão não mostraria ou não conseguiriam se manifestar. Ao brincar em grupo elas se organizam e socializam entre si aprende a respeitar regras, cumpri normas tanto no espaço enquanto brinca e até os sentimentos dos outros colegas.
Vale ressaltar que é de suma importância respeitar o tempo dessa criança querer brincar sozinha para se reconhecer e ter as possibilidades de lidar com a sua afetividades emocional de formas variadas e descobrir os seus gostos e interesses particular.
Segundo Ziraldo (2003, p.29) “As velhas professoras não entendiam nada. “Os alunos dela acham melhor ficar na sala do que brincar no recreio” E repetiam: Esta menina é mesmo muito maluquinha.”
            Os alunos gostavam tanto da aula dessa professora que não sentia falta do recreio, pois a professora estimulava a imaginação das crianças ou de seus alunos na sala de aula. Ela não tinha castigo. Tinha julgamento. Se algum aluno fizesse algo errado era convocado o júri onde os personagens eram os alunos. Certo dia aconteceu uma acusação de um determinado aluno, então foi convocado o corpo de jurados.
Segundo ainda Ziraldo, a defesa do Júri (2003, p.30)
Prezada Professora
Nós achamos que o wanderson não tem culpa nenhuma. Desculpe se agente já começou logo com a sentença assim no começo da defesa mas coitadinho do o wanderson. Como é que ele ia saber que tinha um ovo de passarinho no banco da carteira? Não é verdade que o wanderson pegou o ovinho no ninho e veio com ele dentro do bolso para sala. Professora desculpe, mas menino não é burro e sabe que não  dá pra carregar o ovo no bolso. Ainda mais no bolso de trás. Também não foi ninguém que pois o ovo lá. Foi o passarinho mesmo que entrou na sala e botou o ovo lá no banco. O wanderson só fez sentar em cima e ai fez aquela lambança não foi bagunça. Sendo assim pedimos continua...
O Ziraldo (2003) quis mostrar que a imaginação da criança é além daquilo que os adultos possa pensar ou imaginar, na sua defesa o Júri teve pena do colega e não pensou duas vezes para justificar o que aconteceu , claro da forma deles mas ai é que esta a mora da história, a professora sobe tirar aproveito disso. Você imagina foi uma aula de produção de texto ensinou ser solidário e mostrou  a indignação  dos coleginhas de sala pela acusação.
4 BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS
Uma das peças importantes no processo educativo da criança é através delas que possibilita e é possível trabalhar os conteúdos afetivos, despertar o interesse nos conhecimentos e a sociabilidade.
Neste momento pode estabelecer e informar com muita clareza aos alunos as regras, limites e consequentemente dos atos praticadas e eles se tornam mensageiros a vossa família, ao ensinar algo positivo á crianças ela levara por toda uma vida.
O ato de aprender é talvez a mais remota habilidade humana, mas a conciliação de construir conhecimentos e da ética de aplicar nos dias atuais é um dos principais desafios na educação.
O brincar a criança não esta apenas um mero passatempo, ela ajuda no seu desenvolvimento conectivo, motor e descoberta do mundo.
É possível superar os problemas existentes e oferecer melhores condições de desenvolvimento ás crianças, abrindo um leque de informação e a valorização o espaço e as oportunidades de brincadeiras.             A brincadeira traz vários benefícios para criança dentre elas a motricidade, saúde, socialização, felicidades e superação e algum problema que passou ou esta passando, como um tratamento de saúde ou traumas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este artigo teve como objetivo principal mostrar que o lúdico faz parte do cotidiano da criança, e bem empregado auxilia o ensino fundamental. Aliado a isto a utilização de jogos educacionais e brinquedos pedagógicos podem despertar ainda mais o interesse dos alunos.
Cabe ressaltar que, não pretendemos nenhum momento substituir o professor, e sim agregar valores e servir de apoio a praticas pedagógicas. Despertar a motivação nos alunos através da atividade lúdica, brincadeiras, oficinas e leituras.
Foram executadas algumas brincadeiras previstas no projeto com um bom êxito, vale destacar que alguma meta depende de um espaço próprio e fixo para executá-los.
Futuramente, ao criar o ambiente, pretende-se implantar o projeto na integra para melhor atender as crianças e ainda deixar um ambiente cooperativo e participativo com a colaboração dos professores e estagiários intensificando a aprendizagem e as brincadeiras.
 Acreditando no trabalho com atividades lúdicas através do quais as crianças aprendem e administrar o tempo e construir os conhecimentos através de interações com o meio físico e social em que vive.
A criança passa por processo de crescimento, nas características evolutivas do desenvolvimento infantil, respeitando as necessidades, curiosidades e interesses em cada faixa etária. È possível o professor se soltar e trabalhar as disciplinas associando ao lúdico, de forma que o aluno perceba a importância de levar os estudos com mesmo prazer. As atividades lúdicas têm a função de educar com alegria e satisfação, e traz descontração e entretenimento e as motivar a aprender.
Ao trabalhar este Artigo as acadêmicas aprenderam um pouco o que é ser um professor na pratica, ainda ser humano nos quesitos de entender os alunos e se colocar a disposição dos mesmos. A trocar de experiências entre as acadêmicas e os alunos foi de grande valia para nosso aprendizado e para a vida. Esperamos dar continuidade aos estudos e até uma especialização futura.
Ao realizar um trabalho com amor e dedicação naquilo que se propôs á fazer, terá bons resultados pra todos envolvidos.
REFERÊNCIAS
CUNHA, Nylse Helena da Silva. Brinquedoteca um mergulho no brincar. 4.ed. São Paulo: ed. Aquariana, 2010.
CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e letrar: um dialogo entre a teoria e a pratica 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.
HENRI, Wallon, A evolução psicológica da criança. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.
MALUF, Angela Cristina Munhoz: Atividades lúdicas para educação infantil: conceito, orientações e praticas. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
VIDOTSKY, LS, A formação social da mente. São Paulo: ed. Martins Fontes, 2010.
ZIRALDO, Alves Pinto, Uma professora muito maluquinha, São Paulo, ed. Melhoramentos, 2003.

Ana Maria de Paula e Silva[1]
Francisca Aparecida Pinheiro Santos Oliveira
Oraide Corrêa Pinheiro
Profº MsC. Gilmar Dias[2]
[1] Alunos do 8º período do curso de  Pedagogia da FAEL.
[2] Matemático, Pedagogo pela UFPR, Mestre em Educação, Especialista em Educação a Distância, professor do curso de Pedagogia e da Pós-Graduação da FAEL.
fonte: http://meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/brinquedoteca-importancia-cantinho-ludico.htm

LINKS,

http://rejanemonteiro.blogspot.com.br/2008/12/brinquedoteca-como-elemento-facilitador.html

http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39133/tde-18052012-151519/pt-br.php

http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/959_963.pdf

http://www.metodista.br/ev/psicologia-da-saude/anais-1/2011/painel/p57/Analise%20Do%20Funcionamento%20Da%20Brinquedoteca%20Hospitalar%20Do%20Hospital%20Regional%20De%20Gurupi.pdf

http://meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/brinquedoteca-importancia-cantinho-ludico.htm

http://www.partes.com.br/educacao/brinquedoteca.asp

http://www.avm.edu.br/monopdf/6/STELLA%20BARBIERI%20DE%20SA%20BITTENCOURT%20CAMARA.pdf

http://monografias.brasilescola.com/educacao/brinquedoteca-hospitalar-contribuicao-criancas-hospitalizadas.htm

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA ESCOLA links de artigos...

Blog do João Maria Andarilho Utópico Professor Pedagogo.: A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA ESCOLA links de artigos...: Sobre a importância da Poesia na Escola Foto: Divulgação Poesia é uma forma de expressão nem sempre apreciada. Muitos acham que p...

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A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA ESCOLA links de artigos e monografias.

Sobre a importância da Poesia na Escola



Foto: Divulgação
Poesia é uma forma de expressão nem sempre apreciada. Muitos acham que poesia é chato e, poucas vezes, ela é bem explorada na escola – levando ao preconceito. Esquecemos que a poesia está diariamente em nossa vida, através das músicas. Essas poesias são populares, bonitas e fáceis de compreender.
Nesse ponto, voltamos para a questão da importância do hábito para saber apreciar. É a partir do hábito que se compreende e é a partir da compreensão que se aprecia. Esse hábito deve ser criado e desenvolvido desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Na Educação Infantil pode ser desenvolvido através de rimas simples como por exemplo as músicas do Palavra Cantada. No Ensino Médio, a poesia já pode ser estudada na sua totalidade.
Porém, é a partir dos 6 ou 7 anos de idade que o contato com a poesia pode ser melhor explorado, além de ajudar em diversos aspectos do desenvolvimento. As crianças muitas vezes conhecem de cor músicas como as do livro a Arca de Noé de Vinicius de Moraes mas, nem sempre, lhes é explicado que se trata de poesia. São simples e encantadoras. É um bom começo para uma criança entender a poesia e sua magia. É um ponto de partida.
A poesia também pode ajudar crianças com dificuldades de aprendizagem, como as crianças disléxicas. Como a poesia tem ritmo e frases curtas, os disléxicos conseguem ler, entender e, a partir daí, gostarem da leitura. Através da poesia, eles podem desenvolver seu vocabulário, a interpretação de textos e sua capacidade de memorização.
Resumindo, a poesia deve ser trabalhada desde cedo, de uma maneira lúdica e rítmica como ela é. Dessa maneira, no Ensino Médio, ao estudar poesias mais densas, não será tão difícil entendê-las e apreciá-las.

Fonte: Beatriz Reingenheim para o site Cultura e Mercado

http://www.cidadedosaber.org.br/wp/2010/11/24/sobre-a-importancia-da-poesia-na-escola

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A Importância da poesia

http://oscabouquinhos.blogspot.com.br/2009/02/importancia-da-poesia_10.html


A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DO ENSINO DE LITERATURA E SUJEITOS-LEITORES




A IMPORTÂNCIA DA POESIA NA FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE DO HOMEM


A  importância da poesia no ensino fundamental

A IMPORTÂNCIA DA POESIA (*)



A importância da poesia na formação do leitor.


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A ORIGEM ETIMOLÓGICA DA HERMENÊUTICA- por Marcel Alcleante Alexandre de Sousa

A ORIGEM ETIMOLÓGICA DA HERMENÊUTICA- por Marcel Alcleante Alexandre de Sousa


As palavras gregas hermeneuein (verbo interpretar) e hermeneia (substantivo interpretação) fazem alusão ao deus mensageiro Hermes. O deus Hermes foi, para os gregos, quem descobriu a linguagem e a escrita. A interpretação, o qual o termo grego se refere, tem a função intermediaria entre o que está além do entendimento do homem e possibilita a sua apreensão. A hermenêutica tem por finalidade possibilitar ao estranho, algo familiar, pois sua tarefa é tornar o que está distante, próximo. Assim, hermeneuein ehermeneia são entendidas como: dizer; explicar e traduzir. Em contraposição ao seu antigo uso, na modernidade, a hermenêutica é concebida por seis momentos os quais estão baseados nos princípios exegéticos da teologia e o que há de alheio na literatura.

A tarefa hermenêutica da interpretação acontece quando o que está distante do presente é apresentada por meio do interesse de alguém. O seu significado como DIZER é puramente o ato de exprimir. A hermeneia é o dizer algo. Ao se pensar numa interpretação a partir da verbalização é notável a busca em entender, por primeiro, algo, para em seguida poder pronunciá-lo. A interpretação oral tem um víeis filosófico e analítico o qual, por essa via acontece, a aproximação do que estava distante.

O ato de EXPLICAR é a tarefa interpretativa de procurar dá conta do que estava confuso. Neste momento a hermenêutica é um discurso. Como preleção, a explicação tem um encadeamento de ideias ordenadas para tornar compreensível alguma coisa. Esse aspecto da explicação é baseado num julgamento objetivo que possibilita conhecer algo.

Já o TRADUZIR tem uma relação com os aspectos culturais da língua que pode ser uma barreira entre a escrita originária e do texto para com a realidade em que foi apresentado. O traduzir percorre caminhos entre dois mundos. Nesta perspectiva, aproximar o que não é comum a uma língua semelhante a do leitor é possibilitar uma compreensão. O centro da hermenêutica é o traduzir.

Os sentidos hermenêuticos dizer, explicar e traduzir são apresentados como orientações antigas da interpretação. Com a modernidade, seis momentos hermenêuticos são apresentados: interpretação bíblica, métodos para a filologia, como ciência do entendimento das línguas, como domínio dos aspectos antropológicos e métodos para trabalhar a compreensão dos mitos e símbolos.

A teoria da exegese está relacionada ao modo mais tradicional de interpretação teológica, a hermenêutica. As orientações necessárias para um comentário correto dasEscrituras são possíveis pela hermenêutica. Isso acontece porque os textos, enquanto obscuros, necessitam da colaboração de artifícios para torná-los claros.

O método filológico refere-se a interpretação percorre um caminho ligado ao racionalismo buscando meios de se desligar de crendices. Desse modo, acontece uma familiaridade com os textos por meio da razão. Através das técnicas de leitura bíblica, foram desenvolvidas modelos gramaticais convenientes às regras da filologia.

A hermenêutica como ciência da compreensão linguística tem características superiores a momentos fundamentados em regras de interpretação. Este momento aponta uma característica geral da hermenêutica. Sendo assim, os princípios que regem esta definição moderna dá início à hermenêutica que serve de fundamento a qualquer natureza textual. Esse momento é puramente a procura de uma compreensão linguística.

O seu sentido ligado ao entendimento da arte e coisas relacionadas ao homem é defendido por Dilthey como tarefa interpretativa das coisas intrínsecas, no tempo e espaço, ao homem. Isso significa que a hermenêutica tem uma função histórica, ou seja, compreender o que é ser mesmo o ser humano.

A hermenêutica como fenomenologia do Dasein e da compreensão existencial. Para Heidegger a existência do homem está baseada na compreensão e na interpretação. É considerado um momento moderno da hermenêutica por conter uma <<ontologia da compreensão>>. A linguagem, por meio da tarefa hermenêutica, é o ponto que conduz ao Ser.

Por fim, a hermenêutica como interpretação de textos, tem a função de esclarecer o que não se apresenta claro. Se há nos símbolos representações não verdadeiras, a hermenêutica procura resgatar os seus verdadeiros significados. É o momento de interpretar o que está obscuro e irrefletido.

Etimologicamente a hermenêutica tem seu significado na dimensão mitológica grega e nos termos hermeneuein e hermeneia. Seja referente ao deus Hermes como aos termos gregos, a hermenêutica pretende aproximar o que esta distante. Logo, dizer, explicar e traduzir assumem o gesto de transmitir uma mensagem a alguém. As duas origens da hermenêutica percorrem caminhos que aproximam o que não é acessível.

Referência
PALMER, Richard. Hermenêutica. Trad. De Maria Luísa Ribeiro Ferreira, Lisboa: 70, 1969.

__________
Marcel Alcleante Alexandre de Sousa é graduando do curso de Licenciatura Plena em Filosofia pela UEPB.

http://www.verbo21.com.br/v5/index.php?option=com_content&view=article&id=1731:a-origem-etimologica-da-hermeneutica-por-marcel-alcleante-alexandre-de-sousa&catid=131:resenha-e-ensaios-novembro-2012&Itemid=176

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Propedêutica o que é ?


Propedêutica é um termo histórico originado do grego que significa referente ao ensino. Trata-se de um curso ou parte de um curso introdutório de disciplinas em artes, ciências, educação, etc. É o que provém ensinamento preparatório ou introdutório, os chamados conhecimentos mínimos. Pode ser definido como um conhecimento necessário para o aprendizado mas sem a proficiência.

Propedêutica clínica

Em medicina e veterinária refere-se especificamente ao conjunto de dados obtidos sem o uso de procedimentos diagnósticos específicos, via observação, palpação, medida de temperatura e outros exames simples e inespecíficos.
Na medicina entende-se por propedêutica o conjunto de técnicas utilizadas para a elaboração de uma base a partir da qual o médico se orienta para chegar a um diagnóstico. As técnicas envolvem: informações orais; dados de exame físico; outros exames norteados pelo volume de conhecimento coletado. Todos auxiliam na obtenção de um diagnóstico final.

Propedêutica em enfermagem

Propedêutica em enfermagem tem como objetivo fazer com que a equipe de enfermagem realize a correta história clínica do paciente, além do diagnóstico de enfermagem, a prescrição da assistência, a evolução e as anotações de enfermagem, este processo é sistemático pelo fato de envolver a utilização de uma abordagem organizada para alcançar seu propósito. A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), faz parte da propedêutica em enfermagem, e é uma atividade privativa do enfermeiro, que através de um método e estratégia de trabalho científico, com a utilização de instrumentos e aparelhos necessários realiza o exame físico, faz a identificação das situações de saúde/doença, subsidiando a prescrição e implementação das ações de Assistência de Enfermagem, que possam contribuir para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação em saúde do indivíduo, família e comunidade.

Propedêutico na religião

Na Igreja Católica Apostólica Romana, desde o Concílio de Trento, criou os seminários propedêuticos, com a missão de introduzir o candidato ao sacerdócio para os seguintes cursos: Filosofia e Teologia.

Propedêutica em linguística

Em linguística, refere-se especificamente à facilidade natural que alunos que aprenderam em primeiro lugar o Esperanto e posteriormente uma língua estrangeira atingiram ao final do mesmo tempo um domínio maior da segunda língua.1 . Ver também valor propedêutico do esperanto

Referências

  1. Ir para cima CAVALHEIRO, Pedro Jacintho, "Pesquisas Científicas sobre o Valor Propedêutico do Esperanto Realizadas em Vários Países" IN Culturoscópio, São Paulo: 2010.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Proped%C3%AAutica


“Propedêutica”  veio do Francês do século XIX PROPÉDEUTIQUE,  “conjunto de conhecimentos prévios e regras necessário para estudar uma ciência”, que a tomou do Alemão PROPÄDEUTIK, feito a partir do Grego PRO-, “antes”, + PAIDEÚEIN, “ensinar” (derivado de PAIS, “criança”) , + TIKOS, sufixo formador de adjetivos.
fonte http://origemdapalavra.com.br/palavras/propedeutica/

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E-Books sobre filosofia, links.



E-Books

Platão
  • Fédon - Sobre a imortalidade da alma

  • Apologia de Sócrates - Diálogo das últimas reflexões de Sócrates antes de beber o cálice de cicuta.

  • O Banquete - Diálogo sobre a natureza e as qualidades do Amor.

  • Parmênides -  Diálogo que apresenta questões referentes à tese das formas inteligíveis, à ontologia platônica e ao Um (ou "Uno"). 

  • Teeteto - Diálogo obre a natureza do conhecimento. Nele aparece, talvez pela primeira vez explicitamente na Filosofia, o confronto entre verdade e relativismo.


Aristóteles:

    Descartes

    Erasmo de Rotterdam
     
    Espinosa: 
     
    Heidegger
     
    Hume
     
    Kant
     
    Maquiavel
     
    Pascal

    Rousseau
      Thomas Morus
    Nietzsche
    Comte-Sponville A felicidade desesperadamente
     
    Marilena Chauí Convite à filosofia
     

    Maria Lúcia Graça Aranha - Filosofando
    Maria Lúcia Graça Aranha - Temas de Filosofia

    Jostein Gaader O mundo de Sofia

    Coleção Primeiros Passos


    fonte: http://professorakaroline.blogspot.com.br/p/e-books.html

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    A teoria da reminiscência e a teoria da iluminação divina. Santo Agostinho

    A teoria da reminiscência e a teoria da iluminação divina.

    A teoria da reminiscência e a teoria da iluminação divina.

    No período medieval não era muito comum aos estudiosos debruçar os seus estudos sobre o conhecimento. No entanto, Santo Agostinho o fez.  O filósofo cristão aproximou a cultura clássica - tão largamente expressa no pensamento dos gregos, principalmente Sócrates, Platão e Aristóteles - do cristianismo vigente, forte na época da Patrística.
     
    Ele apresenta "teoria do conhecimento" (aos moldes platônicos) com uma cisão (divergência) entre conhecimento proveniente dos sentidos – que fornece elementos que são levados à memória e organizado pelo indivíduo –, e o conhecimento inteligível – aquele que só pode ser percebido pela mente humana e somente por meio da reflexão.
     
    É no âmbito da reflexão sobre o conhecimento que ele se aproxima da teoria platônica da reminiscência. A reminiscência platônica, ou a anamnésis é a ação de recordar, ou trazer à mente o conhecimento que é inerente à psique humana e que precisa ser lembrada pela reflexão filosófica. É o recordar os entes inteligíveis que já existem na psique. Agostinho identifica na "teoria das ideias" de Platão o universo das "ideias divinas". As ideias divinas, os homens as recebem de Deus através da iluminação, e, com isso o conhecimento das verdades eternas.
     
    Agostinho reinterpreta a teoria da Reminiscência fazendo nascer sua teoria da Iluminação. Essa doutrina da iluminação divina responde como o homem recebe de Deus o conhecimento das verdades eternas, ou como diria Platão, as verdades inteligíveis. Dessa forma, o verdadeiro é o que é previamente iluminado pela luz divina, e que é algo extraído da própria alma, mas que está de modo infuso. Pode-se afirmar, no entanto, que a iluminação é a potência que age no intelecto do homem para se chegar a verdade imutável.
    Agostinho não rejeita o conhecimento proveniente das sensações, mas o coloca em um patamar inferior, entendendo o intelecto como superior, mas sendo ambos fonte de conhecimento. É na realidade uma reinterpretação do platonismo. Para ele, assim como para a visão a luz (física) exerce papel fundamental, sem a qual não haveria conhecimento dos objetos sensíveis, do mesmo modo para o conhecimento intelectual é necessário uma luz espiritual, esta, no entanto, proveniente de Deus.
     
    Se para Platão o conhecimento é o resultado de uma reflexão dialética, para Agostinho é pura graça divina, não negando o caráter filosófico que é a reflexão. Esta por sua vez, é alcançada por uma vida de piedade e de temor a Deus. Atingir essa iluminação não é tarefa para todos os homens mas sim para aqueles que se voltam a Deus e recebe Cristo como o mediador desse processo.
     
    Embora essa mediação tenha sido afetada pelo pecado original, ela não foi de completamente anulada, é a graça divina que auxilia o homem em sua ascensão ao mundo espiritual, onde ele pode ter contato com os entes do conhecimento puro.

    Outros elementos de reflexão da filosofia cristã de Santo Agostinho

    Superioridade da alma: para o filósofo, há a supremacia do espírito sobre o corpo, a matéria. A alma teria sido criada por Deus para reinar sobre o corpo, dirigindo-o para a prática do bem.
     
    Boas obras ou graça divina? O ser humano que trilha a vida do pecado só consegue retornar aos caminhos de Deus e da salvação mediante a combinação de seu esforço pessoal de vontade e a concessão imprescindível da graça divina. Segundo Agostinho, sem a graça divina o ser humano nada consegue. Essa graça seria concedida apenas aos predestinados à salvação. A questão da graça divina marcou profundamente o pensamento medieval cristão. E a doutrina da predestinação à salvação foi, posteriormente, adotada por alguns ramos da teologia protestante.  A Igreja Cristã Medieval pregava que, apenas boa vontade e boas obras humanas não eram suficientes para a salvação individual.
     
    Liberdade e pecado: para o filósofo, a liberdade humana é própria da vontade e não da razão, daí a origem do pecado. A pessoa peca porque usa de seu livre-arbítrio para satisfazer uma vontade má, mesmo sabendo que tal atitude é pecaminosa. Desta forma, o ser humano não pode ser autônomo na sua vida moral, pois se for, a vontade o conduzirá a querer o mal e praticar o pecado. Neste caso necessita da graça de vida para se salvar.
     
    Precedência da fé: a fé nos faz crer em coisas que nem sempre entendemos pela razão. A fé revela verdades ao ser humano de forma direta e intuitiva. Vem depois a razão, esclarecer aquilo que a fé antecipou.

    Influências helenísticas sobre o pensamento de Agostinho

    Do maniqueísmo: herdou uma concepção dualista no âmbito da moral, simbolizada pela luta entre o bem e o mal, a luz e as trevas, a alma e o corpo. Nesse sentido diz que o homem tem uma inclinação natural para o mal, para os vícios, para o pecado (já nascemos pecadores). O mal é o afastamento de Deus, necessitando assim o ser humano de uma intensa educação religiosa.

    Ceticismo: desconfiava dos dados dos sentidos, do conhecimento sensorial, que nos apresenta uma multidão de seres mutáveis, flutuantes e transitórios.

    Platonismo: assimilou que a verdade deve ser buscada intelectualmente no “mundo das ideias”. Defendeu a via do autoconhecimento, o caminho da interioridade, como instrumento legítimo para a busca da verdade. A nossa alma necessita da luz divina para visualizar as verdades eternas da sabedoria.

    Fontes: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1995, p. 206-209
    SILVA, Marcos Roberto Damásio. A teoria da iluminação (conhecimento) em Santo Agostinho. Disponível em:
    font: http://professorakaroline.blogspot.com.br/2013/02/2-ano-filosofia-sto-agostinho-teorias.html

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