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sexta-feira, 23 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
O Professor e o Mundo Contemporâneo
O mundo contemporâneo atravessa enormes modificações
econômicas, sociais, políticas e culturais. Vivemos um momento histórico
intensamente marcado pela internacionalização da globalização e da
tecnologia. Ocorre um processo de universalização da cultura, dos
produtos, das trocas, dos custos e do capital.
O processo de internacionalização do comércio está administrado pela direção econômica neoliberal. A educação não está imune a este processo. Reformas curriculares ocorreram em todos os países marcados pela valorização da formação estudantil com implementação de um espírito de ação e liderança, da capacitação para o trabalho em grupo, e do uso das tecnologias. O momento se caracteriza por um imenso aumento da capacidade de se obter informação. Objetos são produzidos pela informação com a finalidade de comercialização. As culturas do consumo e da propaganda são fortificadas e tudo gira em função do comprar e do vender, de modo que a propaganda se dirige para o consumidor que deve ser aliciado emocionalmente. O capital, ao dominar as mídias, acaba por dominar as emoções, os sentimentos, os hábitos e seduz fortemente os desejos das pessoas. A mídia transforma o cidadão em consumidor, na globalização neoliberal.
Como educadores não devemos identificar o termo informação com conhecimento, pois, embora andem juntos, não são palavras sinônimas. Informações são fatos, expressão, opinião, que chegam às pessoas por ilimitados meios sem que se saiba os efeitos que acarretam .Conhecimento é a compreensão da procedência da informação, da sua estrutura e dinâmica própria, e das conseqüências que dela advém, exigindo para isso um certo grau de racionalidade. A apropriação do conhecimento, é feita através da construção de conceitos, que possibilitam a leitura crítica da informação, processo necessário para absorção da liberdade e autonomia mental.
Hoje, exige-se do novo aluno um certo desenvolvimento de capacidades intelectuais, de abstração, de rapidez de raciocínio e de visão crítica mais ampla que valorize mais do que a racionalidade baseada apenas na informação. O conhecimento não pode se reduzir apenas ao saber fazer, aprender a usar, aprender a comunicar, com capacidade de adaptação às mudanças técnicas continuadas do processo produtivo, do mercado e da sociedade, imposto pela globalização neoliberal. A inclusão da educação desenvolve as condições de realização da cidadania porque absorvem conhecimentos, habilidades, técnicas, novas formas de solidariedade social, porque associa tarefas pedagógicas e ações sociais pela democratização da sociedade. A educação é um caminho de acesso ao conhecimento significativo, que se caracteriza por propiciar um saber que liberta. A assimilação do conhecimento, das opiniões, pode permitir uma elevada capacidade de letramento, que nada mais é do que a leitura crítica da informação, que é um dos caminhos para a liberdade mental e política. Nesse processo o professor é o mediador dessa interação do aluno com o conhecimento, visto que ele deve proporcionar ao aluno o mundo da informação, da técnica, da tradição e da linguagem, para que o mesmo possa construir seu pensamento, suas aptidões e suas atitudes, possibilitando aprendizagens significativas. O papel do professor deve ser o de ajudar o aluno a desenvolver sua aptidão do pensar, através da técnica do diálogo, estimular a capacidade cognitiva do aluno através do saber aprender, saber fazer, saber agir , saber conviver e se conhecer. O educando deve aprender a ser sujeito do próprio conhecimento que aprende a aprender, a buscar informação, como sujeitos pensantes de maneira prática e analítica.
O professor deve aprender a gostar dos alunos, transformando a sua aula mais agradável , motivadora e prazerosa. É necessário estimular a solidariedade mediante os valores democráticos e éticos. Isso significa ouvir o outro; respeitar as diferenças, aperfeiçoar as técnicas de comunicação, indicar formas mais competentes do conhecimento expressivo. Deve assumir uma atitude interdisciplinar passando do conhecimento interligado para o particularizado e deste para o integrado, distinguir e respeitar a diversidade em cada indivíduo e priorizar a igualdade dos direitos dos cidadãos em uma sociedade capitalista que é por excelência desigual e excludente. O saber conviver com as diferenças é saber conviver com pessoas possuidoras de crenças, compreensão de vida e interesses diferentes. A Educação cultivando valores de solidariedade, está ao lado dos excluídos e combate os efeitos do capitalismo . A luta contra a exclusão social também passa necessariamente pelo trabalho do professor.
Os novos tempos exigem um padrão educacional que esteja voltado para o desenvolvimento de um conjunto de competências e de habilidades essenciais, a fim de que os alunos possam fundamentalmente compreender e refletir sobre a realidade, participando e agindo no contexto de uma sociedade comprometida com o futuro. Grandes desafios se descortinam a nossa frente. O maior deles diz respeito à descoberta de construções que permitam desenvolver nos estudantes, a confiança nas suas capacidades de criar, de construir e reconstruir a fim de que o aluno se plenifique a partir de competências e habilidades e, não mais, somente, através de conhecimentos.
Autora: Amelia Hamze
Profª FEB/CETEC e FISO
O processo de internacionalização do comércio está administrado pela direção econômica neoliberal. A educação não está imune a este processo. Reformas curriculares ocorreram em todos os países marcados pela valorização da formação estudantil com implementação de um espírito de ação e liderança, da capacitação para o trabalho em grupo, e do uso das tecnologias. O momento se caracteriza por um imenso aumento da capacidade de se obter informação. Objetos são produzidos pela informação com a finalidade de comercialização. As culturas do consumo e da propaganda são fortificadas e tudo gira em função do comprar e do vender, de modo que a propaganda se dirige para o consumidor que deve ser aliciado emocionalmente. O capital, ao dominar as mídias, acaba por dominar as emoções, os sentimentos, os hábitos e seduz fortemente os desejos das pessoas. A mídia transforma o cidadão em consumidor, na globalização neoliberal.
Como educadores não devemos identificar o termo informação com conhecimento, pois, embora andem juntos, não são palavras sinônimas. Informações são fatos, expressão, opinião, que chegam às pessoas por ilimitados meios sem que se saiba os efeitos que acarretam .Conhecimento é a compreensão da procedência da informação, da sua estrutura e dinâmica própria, e das conseqüências que dela advém, exigindo para isso um certo grau de racionalidade. A apropriação do conhecimento, é feita através da construção de conceitos, que possibilitam a leitura crítica da informação, processo necessário para absorção da liberdade e autonomia mental.
Hoje, exige-se do novo aluno um certo desenvolvimento de capacidades intelectuais, de abstração, de rapidez de raciocínio e de visão crítica mais ampla que valorize mais do que a racionalidade baseada apenas na informação. O conhecimento não pode se reduzir apenas ao saber fazer, aprender a usar, aprender a comunicar, com capacidade de adaptação às mudanças técnicas continuadas do processo produtivo, do mercado e da sociedade, imposto pela globalização neoliberal. A inclusão da educação desenvolve as condições de realização da cidadania porque absorvem conhecimentos, habilidades, técnicas, novas formas de solidariedade social, porque associa tarefas pedagógicas e ações sociais pela democratização da sociedade. A educação é um caminho de acesso ao conhecimento significativo, que se caracteriza por propiciar um saber que liberta. A assimilação do conhecimento, das opiniões, pode permitir uma elevada capacidade de letramento, que nada mais é do que a leitura crítica da informação, que é um dos caminhos para a liberdade mental e política. Nesse processo o professor é o mediador dessa interação do aluno com o conhecimento, visto que ele deve proporcionar ao aluno o mundo da informação, da técnica, da tradição e da linguagem, para que o mesmo possa construir seu pensamento, suas aptidões e suas atitudes, possibilitando aprendizagens significativas. O papel do professor deve ser o de ajudar o aluno a desenvolver sua aptidão do pensar, através da técnica do diálogo, estimular a capacidade cognitiva do aluno através do saber aprender, saber fazer, saber agir , saber conviver e se conhecer. O educando deve aprender a ser sujeito do próprio conhecimento que aprende a aprender, a buscar informação, como sujeitos pensantes de maneira prática e analítica.
O professor deve aprender a gostar dos alunos, transformando a sua aula mais agradável , motivadora e prazerosa. É necessário estimular a solidariedade mediante os valores democráticos e éticos. Isso significa ouvir o outro; respeitar as diferenças, aperfeiçoar as técnicas de comunicação, indicar formas mais competentes do conhecimento expressivo. Deve assumir uma atitude interdisciplinar passando do conhecimento interligado para o particularizado e deste para o integrado, distinguir e respeitar a diversidade em cada indivíduo e priorizar a igualdade dos direitos dos cidadãos em uma sociedade capitalista que é por excelência desigual e excludente. O saber conviver com as diferenças é saber conviver com pessoas possuidoras de crenças, compreensão de vida e interesses diferentes. A Educação cultivando valores de solidariedade, está ao lado dos excluídos e combate os efeitos do capitalismo . A luta contra a exclusão social também passa necessariamente pelo trabalho do professor.
Os novos tempos exigem um padrão educacional que esteja voltado para o desenvolvimento de um conjunto de competências e de habilidades essenciais, a fim de que os alunos possam fundamentalmente compreender e refletir sobre a realidade, participando e agindo no contexto de uma sociedade comprometida com o futuro. Grandes desafios se descortinam a nossa frente. O maior deles diz respeito à descoberta de construções que permitam desenvolver nos estudantes, a confiança nas suas capacidades de criar, de construir e reconstruir a fim de que o aluno se plenifique a partir de competências e habilidades e, não mais, somente, através de conhecimentos.
Autora: Amelia Hamze
Profª FEB/CETEC e FISO
Obrigado pela visita, volte sempre.
Hoje é dia de Santa Rita de Cássia 22 de maio de 2014
História
Caminho da santidade
Chamada Margherita, que originou o nome Rita, a Santa das Causas Impossíveis nasceu na Itália em 1381.
Um tanto contrariada, acabou fazendo o gosto dos pais: casou-se com um jovem temperamental e violento e tiveram filhos. Durante os 18 anos em que esteve casada, tudo fez para que a paz e a harmonia fossem mantidas. E à custa de muita oração conseguiu abrandar o temperamento do marido.
Um dia, entretanto, Paulo Ferdinando foi assassinado e jogado à beira de uma estrada. Os dois filhos juraram vingar o pai. Impotente ante o ódio dos filhos, pediu a Deus que os levasse antes que se manchassem de sangue. Seja lá por que desígnios de Deus, suas preces foram ouvidas.
Abalada pela morte do marido e dos filhos, quis recolher-se ao convento das Agostinianas de Cássia, mas não foi aceita. Rezou fervorosamente aos santos de sua devoção: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino. Conseguindo ingressar no convento, viveu ali por 14 anos até sua morte, trazendo na testa um estigma, associando-se assim à paixão de Cristo.
Morreu no mosteiro de Cássia em 1457 e foi canonizada em 1900.
Uma família de devotos trouxe a imagem de Cássia, na Itália. Foi o ponto de partida para a devoção de mais de um século que se espalhou pelo Vale do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais.
O Santuário de Santa Rita recebe romeiros ao longo de todo o ano. Há missas especiais para fiéis de outras paróquias todos os finais de semana com uma recepção especial pela equipe de acolhida. O Santuário possui três relíquias da santa italiana: uma partícula óssea, seu hábito e uma imagem em tamanho natural vinda de Cássia.
Um tanto contrariada, acabou fazendo o gosto dos pais: casou-se com um jovem temperamental e violento e tiveram filhos. Durante os 18 anos em que esteve casada, tudo fez para que a paz e a harmonia fossem mantidas. E à custa de muita oração conseguiu abrandar o temperamento do marido.
Um dia, entretanto, Paulo Ferdinando foi assassinado e jogado à beira de uma estrada. Os dois filhos juraram vingar o pai. Impotente ante o ódio dos filhos, pediu a Deus que os levasse antes que se manchassem de sangue. Seja lá por que desígnios de Deus, suas preces foram ouvidas.
Abalada pela morte do marido e dos filhos, quis recolher-se ao convento das Agostinianas de Cássia, mas não foi aceita. Rezou fervorosamente aos santos de sua devoção: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino. Conseguindo ingressar no convento, viveu ali por 14 anos até sua morte, trazendo na testa um estigma, associando-se assim à paixão de Cristo.
Morreu no mosteiro de Cássia em 1457 e foi canonizada em 1900.
Uma família de devotos trouxe a imagem de Cássia, na Itália. Foi o ponto de partida para a devoção de mais de um século que se espalhou pelo Vale do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais.
O Santuário de Santa Rita recebe romeiros ao longo de todo o ano. Há missas especiais para fiéis de outras paróquias todos os finais de semana com uma recepção especial pela equipe de acolhida. O Santuário possui três relíquias da santa italiana: uma partícula óssea, seu hábito e uma imagem em tamanho natural vinda de Cássia.
Orações de Santa Rita
Hinos de Santa Rita
http://www.santuariodesantarita.com.br/historia-de-santa-rita-de-cassia
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Desafios do mundo contemporâneo: a educação num mundo de comunicação
Desafios do
mundo contemporâneo: a educação num mundo de
comunicação
Nelson Pretto
Estive em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, no mes de julho de
1998. Na UNIJUI, mais de uma vêz tenho estado junto em várias
oportunidades. Tudo por conta de contatos, básicamente feitos
via a rede mundial Internet. Como não acreditamos que estas
tecnologias afastam as pessoas, destes contatos temos articulados
inumeros projetos em comum, vários deles com a presença
física, seja no Rio grande do Sul, seja na Bahia. Coisas do
mundo contemporâneo. Um mundo em veloz transformação.
Estamos chegando ao ano 2000. O ano do bug do milênio,
onde as máquinas não vão dsabe se estamos na frente ou no
passado. A humanidade vive um momento especial. O processo
histórico do desenvolvimento da ciência e da tecnologia
universalizou o homem moderno, criando condições objetivas para
que ele seja, ao mesmo tempo, universal e tribal (não-local
e local). O filósofo italiano Gianni Vattimo, em seu
livro A sociedade Transparente, já dizia que apesar de
todos os esforços de concentração das grandes corporações
transnacionais "vivemos o mundo da comunicação
generalizada, da sociedade do mass media, com uma
multiplicação de valores locais". Esta
multiplicação de valores locais impõe-nos pensar de forma
diferenciada sobre o conceito de história, uma história
unitária, com um sentido privilegiado. Ainda de acordo com
Vattimo, o fim desta concepção unitária de história, da
história com H maísculo, está ligado a impossibilidade de se
ver o passado com um único conjunto de imagens. Para
Vattimo "existem imagens do passado propostas de pontos de
vistas diversos" e "é ilusório pensar que exista um
ponto de vista supremo, globalizante, capaz de unificar todos os
outros (como seria A História, que engloba a História da Arte,
da Literatura, da Guerra, da sexualidade etc.)."
Estas transformações e desafios que estamos vivendo estão
intimamente relacionadas com o desenvolvimento das novas
tecnologias da comunicação e informação que, mais
recentemente, ganham incremento a partir do movimento de
aproximação entre as diversas indústrias (de equipamentos,
eletrônica, informática, telefone, cabos, satélites,
entretenimento e comunicação). Este movimento, que é a
condição objetiva para o aperfeiçoamento destas tecnologias,
faz com que, potencialmente, aumentem as possibilidades de
comunicação entre as pessoas. No entanto, como em todo momento
de transição, ainda convivem, neste mesmo tempo, valores deste
mundo em transformação com os valores antigos,
vinculados aos velhos paradigmas da sociedade moderna. A
concentração do capital na esfera do sistema mundial de
comunicações é um destes elementos da modernidade ainda
presente no momento atual. Esta concentração, que se dá em
direção à constituição de impérios de comunicação, gera
uma centralização na produção das imagens, das notícias e da
informação. O caso brasileiro, que vie um momento especial em
função da existência de uma grande concentração da
propriedade dos meios junto ao fato de que grande parte do
Congresso nacional ser proprietário de emissoras de Rádio e
televisão o que permite por exemplo, grande concentração na
propriedade das emissoras por poucos e poderosos.
Matéria de Elvira Lobato, publicada pelo jornal Folha de São
Paulo de 12.6.94, intitulada Oito grupos dominam as TVs no
Brasil, mostrava claramente o quanto nem mesmo a legislaçao
em vigor à época era respeitada.Isto por que "a
legislação proíbe a concentração de mercado, estabelecendo
que nenhuma entidade ou pessoa pode ter participação em mais de
dez emissoras de TV em todo o país, das quais cinco, no máximo,
devem ser VHF (identificadas pelos canais até o número
13)." As famílias que dominam a mídia barasileira sãop d
enomes bem conhecidos de todos: Roberto Marinho (Rede Globo),
Sirotsky (Rede RBS), Saad (Bandeirantes), Abravanel (SBT, grupo
Silvio Santos) e Câmara (do grupo Anhanguera, da Região
Centro-Oeste).
Paralelamente, o processo de privatização do sistema de
telefônia brasileros colocva a questão na ordem do dia da
sociedade como um todo. Isto proque, com s=um sistema
privatizado, se não tivermos uma legislaçao bastante forte na
defesa dos interesses daqueles que não tem recursos para apagar
pelo sistema, teremos um incremento considerável na parcela dos
excluídos desta sociedade de informação.
Para nós, da educação estas são quest~es fundamentais por
mais do simples tecnologias, o que estamos vendo é o de ma nova
razão, um nova forma de pensare viver, que começa a ser
gestada, baseada em um outro logos, não mais operativo,
mas que tem na globalidade e na integridade seus vetores mais
fundamentais.
As novas redes planetária de comunicação crescem de forma
quase que alucinante e, com isso, coloca-se em cheque todos os
valores de um sistema educacional ainda calcado em velhos paradigmas.
O sistema educacional precisa, portanto, assumir uma outra
postura.
Países como o Brasil, com tantos problemas sociais a serem
enfrentados, depara-se com este novo desafio: construir uma
escola que forme o jovem profissional que viverá um novo
milênio, impregnado de comunicação, num mercado de trabalho em
constante transformação.
Os jovens, que já vivem plenamente este mundo alucinado, uma
vez que convivem mais intimamente com computadores, televisão,
videogames, terminam trazendo para a escola este mundo impregnado
de imaginação, emoção, raciocínios rápidos e velozes,
introduzindo, portanto, estes nos novos elementos, mais presentes
e mais determinantes do seu universo cultural.
A escola, no entanto, ainda resiste a estas transformações
desconhecendo o universo dos jovens que a ela chegam.
Estabelece-se, entao, um verdadeiro confronto.
As dificuldades de uma compreensão mais integral do
significado deste momento histórico atinge, evidentemente, a
sociedade como um todo e a escola em particular. O que se busca
é considerá-la como parte integrante deste movimento mais
global de transformações e, para tal, uma nova postura torna-se
necessária. Muitos problemas precisam ser enfrentados para uma
empreitada deste porte. Incorporar a imaginação, a afetividade,
uma nova razão, não mais operativa e sim baseada na integridade
e na globalidade, encontra inúmeras resistências. Para Pierre
Babin, "é difícil admitir que o imaginário e a
afetividade possam, de alguma forma, influenciar a escola, a
empresa ou a organização social. Na mente dos homens que detêm
o poder cultural, qualquer expressão imaginária ou afetiva
está ligada ao prazer, à arte, à manipulação."
É difícil, portanto, imaginar que esta articulação entre o
mundo da comunicação e o mundo escolar se dê de forma fluida e
transparente. No entanto, a escola - e a educação como um todo
- não pode permanecer apenas contemplando o movimento de
transformação que está ocorrendo na sociedade como um todo.
Ela própria precisa ser repensada e integrar-se neste conjunto
de transformações.
Não se pode continuar a pensar que incorporar os novos
recursos da comunicação na educação seja uma garantia, pura e
simples, de que se está fazendo uma nova educação, uma nova
escola, para o futuro. Ao contrário, observamos que esta
incorporação vem ocorrendo, basicamente, numa perspectiva instrumental,
com uma pura e simples introdução de novos elementos - ditos
mais modernos - em velhas práticas educativas. O que
precisamos é de uma integração mais efetiva entre a educação
e a comunicação e isso só se dará se estes novos meios
estiverem presentes nas práticas educacionais como fundamento
desta nova educação. Aí sim, estes novos valores, ainda em
construção, serão presentes e integrantes desta nova escola,
agora com futuro. Assim, esta escola estaria presente e
seria participante da construção desta nova sociedade e não
permaneceria, ou como uma resistência a estes valores em
declínio ou, talvez o pior, como mera espectadora a-crítica dos
novos valores em ascensão.
terça-feira, 20 de maio de 2014
Os Quatro Tipos de Karma
Os Quatro Tipos de Karma
A Lei do Karma diz: você colherá o que você plantou. A Lei de Newton diz: para cada ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade. Então o Karma não é uma punição, e sim “o fruto de nossas sementes plantadas”, onde gira a Roda de Sansara (roda das encarnações).
Podemos dizer que o Mapa Astral é um mapa flexível de nosso Karma. Parte desse Karma é fixo e parte mutável, pois podemos alterá-la com o nosso livre-arbítrio, dependendo exclusivamente de cada um de nós.
De acordo os ensinamentos hindus, dois tipos de Karma representam nosso Destino, enquanto outros dois representam nosso livre-arbítrio. Assim que houve a separação de Prakriti (matéria) do Purusha (espírito), a Lei do Karma começou a operar para tudo e para todos.
É atribuída a Mahatma Gandhi a frase: “Após a invenção da Lei do Karma, Deus pode se aposentar”.
Os Karmas que representam nosso destino são:
1 – Sanchita Karma: corresponde ao nosso Karma acumulado, representado por todas nossas ações de vidas anteriores.
2 – Prarabdha Karma: corresponde ao Karma de nossa vida atual. Nosso Prarabdha Karma é a porção de todo o nosso Sanchita Karma que é distribuído para nossa vida atual.
Os que representam nosso livre-arbítrio:
3 – Kriyamana Karma: é o nosso livre-arbítrio tomando atitudes para mudar nossas situações na vida atual.
4 – Agama Karma: é o nosso livre-arbítrio traçando planos de ação para o futuro.
Sem os dois últimos, estaríamos aprisionados ao Karma de todas as nossas encarnações passadas, sem direito ao aprimoramento de nossa alma.
Existem 3 níveis de Karma nos 4 tipos acima descritos:
1 – Dridha (Karma Fixo) – é o Karma que não podemos mudar, não importa nosso esforço. Somente pela graça de Deus.
2 – Dridha/Adridha (Karma Misto) – esse Karma pode ser mudado, mas somente com muito esforço de nossa parte.
3 – Adridha (Karma Mutável) – esse Karma pode ser mudado sem muito esforço.
Segundo K N Rao: “Astrologia é somente a leitura do padrão do nosso Karma, que tem uma ligação de nossas vidas passadas com as vidas futuras. O padrão karmico é tecido habilidosamente pelo Mapa Astral, indicando o equilíbrio dos Karmas que o individuo está carregando, bem como sua missão nesta vida”.
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