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quarta-feira, 13 de maio de 2020
Princesa Isabel Obrigado. Nos libertou e perdeu o Império. #aveimperio
Homens de Letras: intelectuais negros no Brasil imperial de João Maria Andarilho
A intelectualidade negra do Império
Antes da Abolição, editores e homens de letras descendentes de escravos desempenharam papel social importante
Como explica Rodrigo Camargo de Godoi em sua tese Um editor no Império: Francisco de Paula Brito (1809-1861), defendida no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp) em 2014 e agora publicada em livro pela Edusp, a trajetória do editor não é um caso isolado: “Há toda uma intelectualidade negra que se forma no fim do século XVIII e no início do século XIX, integrada por figuras como o jurista Antonio Pereira Rebouças e o político Francisco Jê de Acaiaba Montezuma, o Visconde de Jequitinhonha. São filhos e netos de escravos que se afastaram do cativeiro, ascenderam socialmente e ocuparam cargos em áreas que vão da medicina até o jornalismo e a política”.
A integração dos afrodescendentes à elite cultural do Império nunca foi fácil, pois o preconceito fechava muitas portas. Na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, diversos professores (como Avellar Brotero e Veiga Cabral) não escondiam suas tendências racistas – tanto assim que foi apenas em 1879 que um negro, José Rubino de Oliveira, conseguiu se tornar professor da instituição. A resistência, contudo, foi diminuindo com a expansão do estrato de afrodescendentes livres.

Acervo do real gabinete português de leitura Livro publicado pelo editor Paula Brito: intelectuais negros na década de 1840Acervo do real gabinete português de leitura
Que fatores possibilitaram o aparecimento desses intelectuais negros em uma sociedade ainda cindida pelo trabalho escravo? Segundo Ana Flávia, os esforços dos descendentes de africanos para superar as barreiras colocadas ao exercício da cidadania tiveram de se valer dos canais de poder e prestígio então vigentes. Como argumenta o crítico Roberto Schwarz em seu livro Ao vencedor as batatas (1977), em uma sociedade fundada nas relações de dominação pessoal (senhor-escravo), a distribuição dos cargos públicos e dos benefícios do Estado dependia de favores pessoais prestados pelos detentores do poder. A distribuição desses favores, contudo, não se processava apenas por meio “de relações verticais, hierarquizadas, de proteção pessoal”. Segundo Chalhoub, havia também “redes horizontais”, integradas por muitos indivíduos, que agiam de forma mais ou menos coordenada: “Por exemplo, quando começou a atuar como jornalista, Machado de Assis atendia a muitos pedidos de resenhas para divulgar livros de colegas iniciantes”.

Biblioteca brasiliana da universidade de são Paulo Teixeira e Sousa…Biblioteca brasiliana da universidade de são Paulo
Além da maçonaria, os partidos políticos também desempenharam um papel essencial. Enfrentando uma concorrência acirrada de livreiros franceses como Baptiste Louis Garnier, o editor brasileiro Paula Brito deveu parte do seu sucesso a alianças com os políticos liberais em fins da década de 1830 e com os conservadores de 1840 até o fim da vida. Como mostra Rodrigo Godoi, seus contatos políticos permitiram que ele fosse agraciado com os serviços de africanos resgatados de navios negreiros apreendidos. Esses trabalhadores (que na prática pouco se distinguiam dos escravos) eram entregues a particulares, que em troca deveriam vesti-los e alimentá-los. Como explica Godoi em seu livro, “receber tais concessões refletia antes de tudo o prestígio social […], tornando-se sinônimo de favor político”.

acervo do real gabinete de leitura …e Paula Brito: frequentadores dos círculos intelectuais do Impérioacervo do real gabinete de leitura
Paula Brito criou uma espécie de clube, a Sociedade Petalógica, que se reunia em sua livraria para discutir assuntos da atualidade. Entre seus integrantes estavam os políticos Visconde de Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos), Eusébio de Queiroz e Justiniano Rocha, os escritores Joaquim Manuel de Macedo, Teixeira e Sousa e Machado de Assis, o jornalista Augusto Emílio Zaluar e o ator João Caetano. Segundo escreveu Machado de Assis na crônica Ao acaso, publicada em 1865, na Petalógica se conversava sobre tudo, “desde a retirada de um ministério até a pirueta da dançarina da moda”. Era um “campo neutro” no qual o estreante em letras se encontrava com o conselheiro, e o cantor italiano dialogava com o ex-ministro.

hemeroteca digital da biblioteca nacional Edição da Revista Ilustrada de 1880 mostra o escritor Ferreira de Meneses (na janela, à esq.) e o jornalista José do Patrocínio na Gazeta de Notícias, da qual ambos foram donoshemeroteca digital da biblioteca nacional
Uma vez inseridos em redes de sociabilidade, intelectuais negros conseguiam abrir caminho para outros. Paula Brito deu emprego a Teixeira e Sousa, do qual publicou Cânticos líricos em 1841 e O filho do pescador, o primeiro romance brasileiro, em 1843. Paula Brito também publicou os primeiros poemas e artigos de Machado de Assis em seu jornal Marmota Fluminense. Segundo Godoi, com Paula Brito nasceu no Brasil a figura do “editor moderno, aquele que compra o manuscrito e o publica”. Em uma época em que as editoras costumavam publicar traduções piratas de autores estrangeiros, ele decidiu comprar textos e direitos de autores nacionais.
Esses intelectuais, porém, eram alvo de muitas críticas. Alguns estudiosos, como o historiador Humberto Fernandes Machado (autor da tese “Palavras e brados: A imprensa abolicionista do Rio de Janeiro, 1880-1888”), afirmam que jornalistas como José do Patrocínio tinham “uma postura paternalista, conciliadora e reformista”, sintonizada com os interesses dos senhores. Acusações semelhantes eram feitas já no século XIX a Machado de Assis pelo gramático negro Hemetério José dos Santos. Na opinião de Ana Flávia, considerações desse tipo esquecem o fato de que os intelectuais negros eram obrigados a dialogar com um público muito diversificado, que incluía tanto senhores de escravos refratários a qualquer concessão quanto abolicionistas radicais.

hemeroteca digital da biblioteca nacional Edição da Gazeta de Notícias anuncia a publicação em forma de folhetim do primeiro romance brasileiro, O filho do pescador, do escritor negro Teixeira e Sousahemeroteca digital da biblioteca nacional
Projetos
1. Fortes laços em linhas rotas: Experiências de intelectuais negros em jornais fluminenses e paulistanos no fim do século XX (nº 2009/09115-0); Modalidade Bolsa no País – Doutorado; Pesquisador responsável Sidney Chalhoub (IFCH-Unicamp); Beneficiária Ana Flávia Magalhães Pinto; Investimento R$ 126.751,52.
2. Operários das letras: Escritores, jornalistas e editores no Rio de Janeiro (1850-1920) (nº 2014/19669); Modalidade Bolsa no País – Pós-doutorado; Pesquisador responsável Sidney Chalhoub (IFCH-Unicamp); Beneficiário Rodrigo Camargo de Godoi; Investimento R$ 182.696,80.
Livro
GODOI, R. C. de. Um editor no Império: Francisco de Paula Brito (1809-1861). São Paulo: Edusp, 2016, 392 p.
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Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.
Antonio Carlos Olivieri*
Em 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. "Áurea" quer dizer "de ouro" e a expressão refere-se ao caráter glorioso da lei que pôs fim a essa forma desumana de exploração do trabalho. Em território brasileiro, a escravidão vigorou por cerca de três séculos, do início da colonização à assinatura da lei Áurea. Apesar disso, ainda hoje, tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, há formas de trabalho semelhantes à escravidão.
A sanção ou aprovação da lei foi, principalmente, o resultado da campanha abolicionista que se desenvolvia no Brasil desde a década de 1870, mas não se pode negar o empenho pessoal da princesa Isabel, então regente do Império do Brasil, para sua aprovação. Primeira senadora brasileira e primeira mulher a assumir uma chefia de Estado no continente americano, a princesa Isabel se revelou uma política liberal nas três vezes que exerceu a Regência do país.
Abolicionista convicta, já havia lutado pela aprovação da Lei do Ventre Livre, em 1871, e financiava com dinheiro próprio não só a alforria de dezenas de escravos, mas também o Quilombo do Leblon, que cultivava camélias brancas - a flor-símbolo da abolição.
Com João Alfredo à frente da Assembléia Nacional (que equivale ao atual Congresso), os abolicionistas conseguiram enfrentar a resistência dos representantes dos proprietários de escravos e levar o projeto de lei a votação. Conseguiram também evitar que o Estado brasileiro indenizasse os proprietários de escravos pelo fim da escravidão - conforme eles pleitearam no poder Legislativo e Judiciário.
Para a família imperial brasileira e para a própria Isabel, o custo da luta da princesa foi alto. O fim da escravatura fez ruir as últimas bases de sustentação do regime monarquista. Cerca de um ano e meio depois, a República foi proclamada.
Aliás, convém lembrar que, com isso, cumpria-se o que já havia previsto o próprio Barão de Cotegipe, que dissera à princesa Isabel, depois da sanção da lei Áurea: "Vossa alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono". De fato, a idéia de República conquistou definitivamente as elites econômicas brasileiras muito em função da abolição da escravatura, que teve como subproduto as legiões dos chamados "republicanos do 14 de maio".
A sanção ou aprovação da lei foi, principalmente, o resultado da campanha abolicionista que se desenvolvia no Brasil desde a década de 1870, mas não se pode negar o empenho pessoal da princesa Isabel, então regente do Império do Brasil, para sua aprovação. Primeira senadora brasileira e primeira mulher a assumir uma chefia de Estado no continente americano, a princesa Isabel se revelou uma política liberal nas três vezes que exerceu a Regência do país.
Abolicionista convicta, já havia lutado pela aprovação da Lei do Ventre Livre, em 1871, e financiava com dinheiro próprio não só a alforria de dezenas de escravos, mas também o Quilombo do Leblon, que cultivava camélias brancas - a flor-símbolo da abolição.
Batalha parlamentar
A terceira regência da princesa Isabel, iniciada a 3 de junho de 1887, foi marcada pelas relações tensas da regente com o Ministério, presidido pelo conservador João Maurício Wanderley (1815-1889), o Barão de Cotegipe. Na verdade, a princesa forçou Cotegipe a demitir-se, nomeando, em março de 1888, o liberal João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1915), para primeiro-ministro.Com João Alfredo à frente da Assembléia Nacional (que equivale ao atual Congresso), os abolicionistas conseguiram enfrentar a resistência dos representantes dos proprietários de escravos e levar o projeto de lei a votação. Conseguiram também evitar que o Estado brasileiro indenizasse os proprietários de escravos pelo fim da escravidão - conforme eles pleitearam no poder Legislativo e Judiciário.
Para a família imperial brasileira e para a própria Isabel, o custo da luta da princesa foi alto. O fim da escravatura fez ruir as últimas bases de sustentação do regime monarquista. Cerca de um ano e meio depois, a República foi proclamada.
Aliás, convém lembrar que, com isso, cumpria-se o que já havia previsto o próprio Barão de Cotegipe, que dissera à princesa Isabel, depois da sanção da lei Áurea: "Vossa alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono". De fato, a idéia de República conquistou definitivamente as elites econômicas brasileiras muito em função da abolição da escravatura, que teve como subproduto as legiões dos chamados "republicanos do 14 de maio".
*Antonio Carlos Olivieri é escritor e jornalista.
FONTE: UOL EDUCAÇÃO
DISPONÍVEL EM: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u65.jhtm
Obrigado pela visita, volte sempre.
De-sinicisation” [dessinicização]

De-sinicisation” [dessinicização]
South China Morning Post - Tradução César Tonheiro
11/05/2020
O ex-negociador-chefe da OMC em Pequim, Long Yongtu, diz que a China deve estar atenta contra a 'dessinicização' Foto: AFP
Coronavírus: China corre o risco de ficar de fora da nova ordem econômica global, alerta o ex-chefe comercial de Pequim
Long Yongtu, que liderou as negociações da China para entrar na Organização Mundial do Comércio, alertou Pequim para estar alerta ao risco de isolamento geopolítico
Sua voz adiciona um coro de avisos de ex-funcionários e consultores sobre a posição da China no mundo pós-coronavírus 1 de maio de 2020 por Orange Wang
A China pode enfrentar o isolamento da ordem econômica global pós-coronavírus, alertou o ex-principal negociador comercial de Pequim Long Yongtu, que conduziu o país à Organização Mundial do Comércio em 2001.
O aviso de Long adiciona um coro de influentes vozes domésticas que estão cada vez mais preocupadas com o isolamento geopolítico e isso pode resultar de consequências da pandemia.
À medida que mais países seguem os Estados Unidos ao criticar a China pelo manejo do vírus, crescem as dúvidas sobre se Washington e seus aliados tentarão excluir Pequim de uma nova ordem econômica internacional, uma teoria sendo rotulada por alguns especialistas chineses como “de-sinicisation” [dessinicização].
Esse processo representaria um desafio econômico e diplomático prolongado para a China nos próximos anos, mesmo que tenha efetivamente declarado vitória sobre o vírus dentro de suas fronteiras.
“A China também é um participante importante da globalização; portanto, quando alguém começa a falar sobre 'desglobalização', também há vozes sobre 'dessinização'.É claro que precisamos ser muito cautelosos com isso”, disse Long, ex-vice-ministro do Comércio Exterior e apontador durante as conversações de 15 anos da China que terminaram em adesão à Organização Mundial do Comércio em 2001.
“Após a pandemia, haverá mudanças significativas no comércio internacional, investimento e cadeias industriais. A epidemia causou enormes danos à globalização”, acrescentou Long, pedindo às empresas chinesas que aumentem o ritmo de sua expansão internacional.
Long fez os comentários no sábado em um fórum on-line organizado pelo ifeng.com, pelo Instituto Avançado de Finanças de Xangai e pela Escola Nacional de Desenvolvimento da Universidade de Pequim.
A disseminação global do Covid-19 interrompeu significativamente cadeias de suprimentos globais, expondo a dependência de outros países da China para produtos vitais e provocando preocupações com um êxodo mais rápido de empresas estrangeiras, uma tendência que está ocorrendo durante a guerra comercial EUA-China, iniciada em 2018.
"Temos todos os motivos para dizer que uma aliança internacional está se formando, excluindo a China e o yuan chinês", disse Li Yang, diretor da Instituição Nacional de Finanças e Desenvolvimento da Academia Chinesa de Ciências Sociais, ecoando os comentários de Long na mesma conferência online .
“Não temos outra escolha senão fortalecer o yuan, torná-lo uma moeda internacional. Obviamente, na mesma base, também é importante fortalecer a China.
“A tendência à 'dessinização' se desenvolveu ao longo de um período de tempo e se desenvolveu ainda mais durante a pandemia. Precisamos prestar muita atenção a isso.”
Além da pressão econômica, EUA, União Européia, Austrália e outros países acirraram a tensão geopolítica sobre a China, exigindo uma investigação independente para determinar a origem do vírus.
Números no governo Trump implicaram que o surto vazou de um laboratório em Wuhan, uma acusação que foi amplamente desmentida por cientistas e negada por outros governos. Há também um crescente clamor para a China pedir desculpas e pagar reparações. A tendência evocou em alguns trimestres comparações com o "século da humilhação" na China, um tópico que é revisitado com crescente regularidade por elementos nacionalistas do governo chinês.
Os principais tomadores de decisão da China, liderados pelo presidente Xi Jinping, pediram ao país que se prepare para mudanças sustentadas e de longo prazo no ambiente externo.
Especialistas esperam que as relações internacionais de Pequim, principalmente em relação aos EUA, sejam um tópico importante na próxima reunião legislativa nacional, conhecida como as "duas sessões", que começará em 22 de maio.
Em um fórum on-line separado na sexta-feira, Shi Yinhong, professor de relações internacionais da Universidade Renmin e consultor do Conselho de Estado da China, gabinete do país, disse que a pandemia está aumentando a tendência de desacoplamento EUA-China, tanto comercial quanto culturalmente.
"As interrupções nas cadeias industriais e o drástico declínio nas viagens internacionais são apenas as características mais visíveis", disse ele na sexta-feira passada no China International Issues Forum 2020.
Cao Dewang, um empresário cuja fábrica de vidro automotivo foi destaque no premiado documentário American Factory , alertou no mês passado que o papel da China na cadeia de suprimentos global pós-pandemia poderia ser enfraquecida.
Apesar da crescente hostilidade internacional em relação à China, Long, que em entrevista ao South China Morning Post no ano passado disse que o governo chinês gostaria que o presidente dos EUA, Donald Trump, fosse reeleito em novembro, permaneceu otimista quanto às perspectivas de longo prazo para a globalização.
Ele pediu à China que abra ainda mais seu mercado interno a investidores estrangeiros e que as empresas chinesas busquem mais fusões e aquisições no exterior, para integrar melhor a China às novas cadeias industriais de empresas multinacionais.
Na segunda-feira, um novo estudo mostrou que o investimento chinês na América caiu para o nível mais baixo desde 2009 no ano passado.
https://www.scmp.com/economy/china-economy/article/3083874/coronavirus-china-risks-being-left-out-new-global-economic#comments
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