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quinta-feira, 22 de outubro de 2020
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
“Fraudemia” desmascarada: Acorde, estamos em guerra!
Por Leandro G. M. Govinda
No dia 4 de outubro de 2020, foi publicado um manifesto redigido por professores de Harvard, Oxford e Stanford e subscrito por mais de seis mil cientistas e médicos do mundo inteiro. Na carta, os jovens são conclamados a retomarem as suas rotinas com normalidade, a fim de induzir a chamada imunidade de rebanho, mecanismo que dificulta a propagação de qualquer vírus a medida que aumenta o número de pessoas que se contaminam e se tornam imunes naturalmente (The Great Barrington Declaration, disponível em português aqui: https://gbdeclaration.org/declaracao-de-great-barrington/).
Esse chamamento lembrou-me um dos episódios mais marcantes do século XX. No dia 6 de junho de 1944, que ficou conhecido com o Dia D, milhares de jovens também foram chamados para uma missão: desembarcar numa praia da Normandia para dar início a campanha dos Aliados para retomar o território francês ocupado pelos nazistas. Aqueles jovens sabiam que muitos deles morreriam antes mesmo de pisar nas areias da praia, pois seriam fuzilados pelos nazistas ainda dentro dos botes que os transportavam, como ilustrou muito bem as primeiras cenas do filme “O resgate do Soldado Ryan”. Apesar de a convocação ser praticamente uma sentença de morte, esses jovens não se acovardaram. Eles enfrentaram o medo de morrer e lutaram pela liberdade não apenas deles próprios, mas principalmente dos seus filhos e das futuras gerações. E graças a esses heróis anônimos atualmente desfrutamos dessas liberdades que os regimes nacional-socialistas queriam nos tolher.
Se você ainda não percebeu, estamos em guerra de novo. A diferença é que dessa vez não precisamos pegar em armas para vencer a luta e não estamos diante de uma morte quase certa no campo de batalha. Também não estamos sendo chamados a enfrentar o inimigo por governos ou malucos neonazitas ou supremacistas brancos. O chamamento foi feito por milhares de estudiosos e está baseado em evidências científicas de que a taxa de letalidade associada ao novo coronavírus entre a população jovem é baixíssima (mil vezes menor do que entre idosos). Os jovens precisam se expor a esse risco para livrar a humanidade da ameaça que esse vírus representa tanto para a nossa saúde quanto para as nossas liberdades.
Até quando vamos ignorar o alerta de milhares de médicos e cientistas e continuar seguindo blogueiros e artistas? Nem a OMS defende mais medidas como lockdown e quarentena, pois reconhece que foram um erro. Apesar disso, tem gente que continua acreditando no que diz esse tal de Felipe Neto, um sujeito incapaz de realizar qualquer atividade produtiva para a sociedade, porque o seu único “talento” é pintar o cabelo de azul e fazer lives para falar a respeito do seu próprio pênis. Por que diabos continuar obedecendo a cantora Anitta, que manda você ficar em casa, enquanto ela viaja para a Itália para curtir o verão Europeu e reunir multidões nos seus shows? Ainda não deu para perceber que essa galera está se lixando para a sua saúde? Enquanto você adoece e empobrece confinado entre quatro paredes, a turma do “fique em casa” enche os bolsos de dinheiro com os anúncios publicitários nos canais do YouTube onde eles veiculam o lixo que produzem. Não se engane: esse pessoal não quer o seu bem; eles estão do lado daqueles que querem aniquilar as suas liberdades.
A derrota do inimigo só depende da nossa atitude, mas é justamente essa atitude que está nos faltando. Claro que ninguém quer ser aquele jovem que entrará nas estatísticas de morte em decorrência da COVID. Não desejo isso nem para mim, nem para os meus familiares, nem para os meus amigos, nem para ninguém. Mas devemos assumir esse risco, que, repita-se, é insignificante, se comparado com o risco a que se expuseram tantos jovens nas guerras que hoje ilustram os livros de história. Precisamos assumir esse risco ínfimo não apenas para resgatar as nossas liberdades, mas também para salvar os nossos idosos, em memória daqueles que lutaram bravamente no passado para garantir o nosso bem-estar hoje. Precisamos assumir esse risco para salvar as nossas crianças que estão ficando doentes não de coronavírus, mas de depressão porque foram privadas da alegria de serem livres.
Se você também não quer bater continência para um ditador, acorde! A guerra está aí e temos que reagir logo. As nossas liberdades foram tomadas de assalto e não será fácil recuperá-las. Cancele esses blogueiros e artistas que se arrogam no direito de mandar você ficar em casa. Tire o pijama e retome as rédeas da sua vida. Faça isso pelo seu próprio bem e dos seus filhos. Faça isso agora, porque daqui a pouco já será tarde demais.
Leandro G.M. Govinda é promotor de Justiça em Santa Catarina. Formou-se em Direito na Universidade Federal de Santa Catarina e é especialista em Direito Tributário pela Universidade do Sul de Santa Catarina. Foi pesquisador do CNPq, Técnico e Auditor-Fiscal da Receita Federal e Procurador da Fazenda Nacional. Ex-Professor da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) e da Escola do Ministério Público.
Publicado originalmente em Puggina.org com o título ‘Acorde, estamos em guerra’.
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Rádio Antena 1 FM 94.7 - São Paulo
segunda-feira, 19 de outubro de 2020
Mentalidade Revolucionária o quê é Indicação de leitura 42. A inversão revolucionária em ação Olavo de Carvalho
A Inversão Revolucionária em Ação (Português) Capa comum – 1 janeiro 2015
por Olavo de Carvalho (Autor)A série Cartas de um terráqueo ao planeta Brasil traz ao leitor todos os artigos do filósofo Olavo de Carvalho publicados em sua coluna Mundo Real, no Diário do Comércio de São Paulo. Neste quarto volume, A inversão revolucionária em ação, estão reunidos os artigos e editoriais que o autor escreveu em 2008. O leitor encontrará nessas páginas as notícias que a nossa grande imprensa não deu, além de exposições da política americana e mundial que por aqui não se viu, algumas análises da cultura brasileira e também lições de ciência política nas quais jamais se pensou, tudo fundamentado nos princípios de uma filosofia que o autor vem desenvolvendo há, pelo menos, duas décadas.
A Corporação
- Autor(es):
- Hagger, Nicolas
- Editora:
- CULTRIX
- Páginas:
- 456
SINOPSE
Existe uma ameaça que seja comum à globalização, à Comunidade Econômica Europeia (CEE) e à guerra no Oriente Médio? Por que os Estados Unidos invadiram o Iraque se as razões relacionadas com a existência de armas de destruição em massa naquele país e os vínculos entre Saddam e a Al-Qaeda eram equivocadas? É com a guerra contra o terror que devemos nos preocupar acima de tudo ou estamos olhando na direção errada? Nicholas Hagger, filósofo, historiador e intérprete da história mundial contemporânea, insere esses eventos num contexto que abrange os últimos 100 anos e, desse modo, proporciona uma releitura histórica controversa e desafiadora. Desde a Revolução Russa de 1917 até os dias atuais, muito mais do que conflitos isolados e a busca por liberdade e democracia, por outro, o autor prova que são o dinheiro e o petróleo que têm provocado os acontecimentos mais catastróficos do nosso tempo. E por trás desses eventos existe um padrão identificável, uma força motriz inexorável, que pode nos conduzir a um governo mundial. E por trás desse padrão, há interesses subliminares e organizações secretas que prejudicam a integridade das nações e ameaçam levar o mundo a uma assustadora Nova Era Mundial.A História Secreta do Ocidente
Desinformação: Ex-chefe de Espionagem Revela Estratégias Secretas Para Solapar a Liberdade, Atacar a Religião e Promover o Terrorismo (Português) Capa comum – 1 janeiro 2015
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