segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Tempo para Deus – Guia para vida de oração Philippe, Jacques, Indicação de leitura de meu Blog.



Olá,

Neste mês de abril temos em nosso Círculo de Leitura um autor conhecido e amado por todos: Jacques Philippe. E desta vez, ele trata de um dos temas mais interessantes e misteriosos da nossa fé: o Espírito Santo. Sensacional!

Esperamos que gostem.

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Editora: Quadrante

Formato: 11 x 16,7 cm

Páginas: 72 páginas

Resenha: Na Bíblia, o Espírito Santo revela-se como o Consolador, a força do alto que vem ajudar a nossa fraqueza. Para nós, que somos tão frágeis, esse auxílio do Espírito Santo não é um luxo, mas um elemento essencial da vida cristã. Sem esse auxílio, não podemos verdadeiramente responder ao chamado à santidade que Deus faz a todos. Como permitir que o Espírito Santo nos guie e nos assista? Como abrir-nos o máximo possível à sua ação, que ilumina a nossa inteligência e fortalece o nosso coração?

Presente em cada um dos batizados, o Espírito Santo é capaz – mais do que imaginamos! – de nos orientar e ajudar com moções que tocam o fundo da nossa alma. Aprender a reconhecê-lO e a acolhê-lO, estar mais atento às suas inspirações, pode tornar nossa vida espiritual mais livre, simples e feliz.

A intenção deste livro, de linguagem acessível e concreta, é mostrar as condições práticas que permitem essa docilidade à ação do Espírito Santo.

Autor: é membro da Communauté des Béatitudes, em que desempenhou importantes responsabilidades. Ordenado sacerdote em 1985, prega retiros na França e em outros países. Suas obras Tempo para Deus, A paz interior, Chamados a viver, Aprender a rezar para aprender a amar e A verdadeira misericórdia foram publicadas pela Quadrante.

Confira o sumário e a introdução

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

Primeira parte

A SANTIDADE É OBRA DO ESPÍRITO

1. A tarefa está além de nossas forças
2. Só Deus conhece o caminho de cada um
3. A fidelidade à graça atrai outras graças

Segunda parte

COMO FAVORECER AS INSPIRAÇÕES?

1. Praticar o louvor e a gratidão
2. Desejá-las e pedi-las
3. Decidir-se por não recusar nada a Deus
4. Praticar a obediência filial e confiante
5. Praticar o abandono
6. Praticar o desprendimento
7. Praticar o silêncio e a paz
8. Perseverar fielmente na oração
9. Examinar os movimentos de nosso coração
10. Praticar a abertura de coração com um diretor espiritual

Terceira parte

COMO RECONHECEMOS QUE UMA INSPIRAÇÃO É DE DEUS?

1. Aquisição progressiva de um «senso espiritual»
2. Os critérios que permitem dizer que uma inspiração vem de Deus
Critério externo: Deus não se contradiz
Coerência com a Sagrada Escritura e o ensinamento da Igreja
Coerência com as exigências da minha própria vocação
Critério interno: é pelo fruto que se conhece a árvore
Formação da experiência
Discernimento dos espíritos
Sinais complementares: constância e humildade
Diferença de conduta a seguir segundo a importância das inspirações
E quando não somos fiéis à graça?

CONCLUSÃO
Oração do Cardeal Mercier
Anexo 1 – Textos de Louis Lallemant (1587-1635)
Anexo 2 – Textos de São Francisco de Sales (1567-1622)
Anexo 3 – Liberdade e submissão


INTRODUÇÃO

Ó meu Jesus, com quanta facilidade nos podemos santificar; é preciso apenas um pouquinho de boa vontade. Se Jesus percebe na alma esse pouquinho de boa vontade, apressa-se em entregar-se à alma, e nada pode detê-lo, nem os erros, nem as quedas, absolutamente nada. Jesus tem pressa em ajudar a essa alma e, se a alma é fiel a essa graça de Deus, em pouco tempo pode atingir o mais alto grau de santidade que uma criatura é capaz de atingir aqui na terra. Deus é muito generoso e a ninguém nega a Sua graça; até dá mais do que lhe pedimos. A fidelidade às inspirações do Espírito Santo é o caminho mais curto.

Esse bonito texto é tirado do diário da irmã Faustina. Em sua simplicidade e concisão, passa uma mensagem extremamente importante para todos os que aspiram à santidade, ou seja, para todos que simplesmente querem responder do melhor modo possível ao amor de Deus. A grande questão dessas almas, sua angústia, por vezes, é saber como fazê-lo.

É possível que você, leitor, faça parte dos que nunca se preocuparam muito com essa questão. Talvez seu coração não tenha nunca conhecido essa aspiração de amar a Deus tanto quanto possível. Então, peço-lhe, suplique ao Espírito Santo que coloque esse desejo em você, e peça-lhe inclusive que nunca o deixe esmorecer! Então será feliz: Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados (Mt 5, 6).

Para os que aspiram à plenitude do amor, toda indicação que permite iluminar o caminho, e sobretudo encurtá-lo, é extremamente preciosa. Quase ninguém tem consciência disso, mas, a meu ver, é tão necessário permitir que as almas santas se santifiquem ainda mais e mais rápido como é permitir que os pecadores se convertam; os benefícios à Igreja se equivalem. O mundo será salvo pela prece dos santos.

Por isso cremos ser de grande importância, mesmo não sendo todos os que compreendem essa linguagem, transmitir aos cristãos de hoje o melhor da mensagem dos santos, a fim de permitir-lhes progredir mais rapidamente em direção à perfeição do amor.

A chave deste caminho talvez seja saber em que concentrar nossos esforços. Nem sempre é fácil, nem sempre é o que imaginamos no princípio.

A irmã Faustina, nesta passagem, como em certas outras reflexões de seu diário, nos dá uma indicação, fruto de sua experiência, que merece ser ouvida: a via mais curta é a da fidelidade às aspirações do Espírito Santo. Em vez de dispersar nossos esforços em áreas da nossa vida onde poderiam revelar-se estéreis ou pouco produtivos, irmã Faustina nos propõe que os concentremos principalmente neste ponto: estar atentos para reconhecer, acolher e colocar em prática as inspirações do Espírito Santo. É, de longe, o que será mais «recompensador».

Explicaremos por que e tentaremos em seguida descrever o que isso significa concretamente.

fonte : 
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domingo, 22 de agosto de 2021

Sri Balarama aparecimento. jejum até meio-dia.

Hoje é o dia do aparecimento de Rohini-nandana Baladeva. De acordo com a escritura Védica Garga-samhita, Baladeva Prabhu apareceu após o Janmastami, mas se isto fosse aceito, haveria uma confusão. Baladeva seria um ano mais velho que Krsna, e se assim fosse, Eles não poderiam  brincar juntos, lutar em igualdade, e terem recebido seus nomes simultaneamente na cerimônia realizada para eles. Portanto, Srila Jiva Gosvami explicou: “Baladeva Prabhu apareceu depois de Jhulana Yatra, em Purnima, o dia da lua cheia, e sete dias depois Sri Krsna apareceu em bhadra-astami, o oitavo dia auspicioso da lua no mês de Bhadra (agosto/ setembro)”.

Após  Krsna aparecer no ventre de Devaki em Sua forma de Vishnu com  quatro braços, Vasudeva O levou para Gokula. A Suprema Personalidade de Deus, o reservatório de todas os relacionamentos, nasceu ao mesmo tempo em Gokula. Desta forma, Ele apareceu nos dois locais, Mathura e Gokula, simultaneamente. Nessa ocasião, a forma opulenta de Krsna (vaibhava-prakasa), que havia aparecido com quatro braços, fundiu-se na forma original de Krsna, o filho de Yasoda.

Da mesma forma, a expansão parcial de Baladeva Prabhu apareceu primeiramente no ventre de Devaki, e, em seguida, cumprindo a ordem de Krsna, Yogamaya transferiu-O para o ventre de Rohini. Lá, em Vraja, Ele se manifestou em Sua forma completa. Então, a expansão parcial de Baladeva foi transferido do ventre de Devaki para o de Rohini, onde  Baladeva manifestou-se de forma plena com seus aspectos originais. Em Vrndavana, Krsna é o filho de Yasoda e Baladeva é o filho de Rohini, e Eles são a fonte de todas as outras expansões.

Quando Krsna e Baladeva deixaram Vraja para irem a Mathura ou Dvaraka, naquela ocasião Eles eram os filhos de Devaki. Devaki-nandana Baladeva vive em Mathura, e em seguida Sankarsana, Pradyumna e Aniruddha manifestaram-se dEle. O primeiro deste catur-vyuha (expansão quádrupla) é Sankarsana.  O próprio Baladeva Prabhu  manifesta-se na Sua expansão parcial como Mula (raiz) Sankarsana, e em Vaikuntha como Maha Sankarsana. Então Maha Sankarsana manifesta-se como Karanodakasayi, dele vem Garbhodakasayi, e deste manifesta-se Ksirodakasayi, que está presente nos corações de todas as jivas, e sua expansão final é o infinito Ananta Sesa.

Por toda a India neste dia, todas as senhoras amarram rakhis em seus irmãos. Outro nome dado a rakhi é ananta. As pessoas costumavam usar esses anantas, feitos de ouro ou prata, de modo que Ananta-deva os protegessem. Baladeva Prabhu assume a forma de Ananta Sesa, em cuja serpente descansam Karanodakasayi, Garbhodakasayi, e Ksirodakasayi. Desta forma, Ele serve a eles todos. Ele providencia todo o necessário para manifestações de Krsna. Ele se torna as sandálias, guarda-sol e assento de Krsna. Tudo o que existe em Vraja é manifestação de Baladeva Prabhu.

Krsna é sat-cit-ananda. Sat é sandhini (existência eterna, ou manutenção), cit é conhecimento, e ananda é hladini, prazer. Baladeva é a deidade que preside o primeiro tipo de energia, sat ou sandhini. Krsna, é a deidade que preside cit ou samvit, e Srimati Radhika, a deidade de ananda ou hladini. Juntos, sat, cit e ananda é o conhecimento da existência espiritual eterna, pleno de bem-aventurança. Este é sat-cit-ananda Sri Krsna. Quando Krsna está com todas as suas energias plenas, sat-cit-ananda, então Suas manifestações são denominadas encarnações svamsa. Quando Ele está apenas com Sua energia cit, então Ele é chamado de Brahman. Quando Ele está situado em jiva-shakti, então Suas energias sat-cit-ananda estão presentes apenas em forma diminuta; essa manifestação de Sri Krsna é chamada vibhinamsa, ou jiva, a entidade viva espiritual diminuta. Ou, pode-se dizer que quando Sri Krsna, deixando de lado todos as outras saktis, estando situado em Sua tatastha-sakti (jiva-shakti), Ele é chamado Karanodakasayi Visnu (Maha-Visnu), cujas expansões são as inumeráveis entidades vivas infinitesimais chamadas de jivas.

balaram e yamuna 3

Até que nossos corações estejam livres da hipocrisia, não obteremos nada do reino de bhakti. Se desejamos um bom trabalho, bom casamento, e bons parentes, como Krsna poderá adentrar nossos corações, enquanto ele está repleto de tantos desejos materiais? Portanto, primeiro Baladeva prabhu vem e nos purifica desses desejos materiais.

Em Vraja, Baladeva Prabhu é o filho de Rohini, e em Mathura e Dvaraka, Ele é o filho de Devaki. Baladeva se manifesta nessas e em outras formas para servir a Krsna em todas as Suas encarnações. Na encarnação de Krsna como Rama, Baladeva se tornou o irmão mais novo de Rama, Laksmana. Laksmana não gostava de cumprir algumas ordens de Rama, como salvar Sita do exílio na floresta, mas era obrigado a seguir a ordem do seu irmão mais velho.

Durante os passatempos de Sri Caitanya Mahaprabhu, Baladeva Prabhu veio como Nityananda Prabhu, o irmão mais velho de Mahaprabhu. Quando Mahaprabhu perdia a consciência devido a estar imerso no humor de Srimati Radhika, Nityananda cuidava Dele. Além disso, Ele é guru-tattva (o princípio das verdades filosóficas acerca do guru). Ele matou Dhenukasura, a personificação da ignorância. Ele também matou Pralambha, a personificação da hipocrisia.

Até que nossos corações estejam livres da hipocrisia, não obteremos nada no reino de Bhakti (devoção).

Se desejamos um bom trabalho, bom casamento e boa família, como Krsna adentrará nossos corações, que está repleto de tantos desejos materiais? Portanto, primeiramente, Baladeva Prabhu (o adi-guru, ou guru original, que pode conceder todo o conhecimento transcendental) vem até nós e nos purifica desses desejos materiais.

Ele também matou Dvivida, que tinha ofendido Laksmana durante os passatempos de Rama.

Quando Baladeva visitou Naimisaranya, Roma-harsana estava narrando os sastras. Todos os presentes se levantaram para cumprimentar Baladeva, mas por orgulho Roma-harsana não se levantou de seu assento nem mostrou-lhe respeito. Baladeva Prabhu disse: “Eu sou jagad-guru, guru de todo o universo. Milhares de sábios ofereceram suas respeitosas reverências a Mim, mas você nem sequer levantou de seu assento. Você não é qualificado para ser um guru e falar sobre Bhagavatam. “

Com estas palavras, Baladeva Prabhu simplesmente acabou com ele por tocá-lo com uma espada feita de grama kusa, e os sábios gritaram: “Ai de ti! Oh Baladeva Prabhu, Você cometeu um grande equívoco. Embora você seja Senhor de todo o mundo, foi um erro você matar Roma-harsana, que estava glorificando os passatempos da Suprema Personalidade de Deus.”

“Devo trazê-lo de volta à vida?”, Perguntou Baladeva.

“Não, não, encontre alguém que possa narrar o Bhagavatam para nós!”, disseram os sábios.

Assim, Baladeva prabhu colocou Sua mão de lótus na cabeça do filho de Roma-harsana, Suta Gosvami, o discípulo de Srila Sukadeva Gosvami. Ele o abençoou, dizendo: “Que todos os Vedas, Puranas, Upanisads, Srimad-Bhagavatam e outras escrituras manifestem em seu coração! Sente-se sobre esta asana e narre todas essas escrituras para os sábios” Baladeva Prabhu é o guru original (adi-guru), que pode conceder todo o conhecimento. Este passatempo é descrito no Srimad Bhagavatam, e existem muitas outras histórias também.

Quando Krsna sequestrou Rukmini, Ele conquistou todos os exércitos de Rukmi, o irmão dela. Naquela época, Rukmi levantou o braço e jurou que impediria Krsna, ou nunca mais voltaria ao Seu reino. Ele fez um ataque violento a Krsna, mas Krsna o capturou e o prendeu. Krsna estava pronto para matá-lo, quando Baladeva Prabhu chegou lá e exclamou: “O que você está fazendo? Deixe-o. ” Por isso, em vez de matar Rukmi, Krsna apenas cortou seu cabelo. Ele afrouxou as cordas que o prendiam e deixou que ele partisse. Baladeva Prabhu estava preocupado com o sofrimento de Rukmini se seu irmão morresse, e  por isso Ele aconselhou Krsna para libertá-lo. Assim, Ele resolveu essa situação da forma mais perfeita.

Felicidade e sofrimento não estão em nossas mãos, ao passo que a natureza das nossas atividades depende de nós. O que quer que aconteça na vida de um devoto, isso não é fruto do seu karma, mas misericórdia do Senhor. Quando o sofrimento chega, um devoto comum se torna desesperançado e lamenta: ‘Ai de mim, o que devo fazer?’ Sem dúvida, tal devoto experimenta os frutos de suas próprias atividades passadas. No entanto, um devoto avançado pensa: ‘Isso é misericórdia do Senhor Supremo. Meu Senhor me enviou esse sofrimento para me libertar do orgulho, e me fazer humilde e tolerante.’ Um verdadeiro devoto aceita o sofrimento com um sorriso, enquanto um materialista aceita-o com lágrimas. Há muitos ensinamentos nos passatempos de Baladeva Prabhu.

Felicidade e sofrimento não estão em nossas mãos, ao passo que a natureza das nossas atividades depende de nós. Aconteça o que acontecer na vida de um devoto, isso não é fruto do seu karma, mas misericórdia do Senhor.

Felicidade e sofrimento não estão em nossas mãos, ao passo que a natureza das nossas atividades depende de nós. Aconteça o que acontecer na vida de um devoto, isso não é fruto do seu karma, mas misericórdia do Senhor.

Existe um passatempo sobre um desacordo entre Baladeva e Krsna, e ao ouvi-lo pode-se questionar: “Isso não está correto. Baladeva não conhece o coração de Krsna?” Como explicado anteriormente, Baladeva não é diferente de Krsna. Baladeva é o segundo corpo de Krsna. A única diferença é que eles carregam diferentes parafernálias (Krsna toca flauta em Vraja, e Baladeva carrega um búzio / corneta feita de folhas), e Eles são levemente diferentes em Suas aparências.

Por que, então,  Eles teriam algum desacordo? Esta questão não pode ser respondida sem o conhecimento do naravata-lila, Seus passatempos como um humano. Durante Seus passatempos como humano, algo pode acontecer semelhante a uma briga. Eles são dois irmãos amorosos, mas parece que eles estão brigando. Pai e filho, ou o filho e mãe, podem ter aparentes desacordos em suas trocas amorosas.

Baladeva prabhu queria que sua irmã Subhadra se casasse com Duryodhana. Krsna, Vasudeva, Rohini, Devaki e todos os outros membros da família Yadu queriam que ela se casasse com Arjuna, mas ninguém ousava expressar seu desejo por medo de Baladeva. Ninguém poderia driblar Baladeva para que aceitasse seu casamento com Arjuna. Nem Vasudeva, nem Devaki, nem Rohini poderiam fazê-lo. Todos eles temiam agir contra  sua vontade.

Krsna perguntou: “O que fazer? Aconteça o que acontecer, minha irmã não deve se casar com aquele patife do Duryodhana, que é inimigo dos Pandavas, dos Yadus, e Meu inimigo também.”

Então Krsna arranjou uma artimanha. Ele disse a Arjuna: “Ouça, vista-se como um sannyasi e vá para Dvaraka. Realize lá seu bhajana e sadhana. Minha irmã Subhadra, irá receber seu darsana e então você poderá  fugir de Dvaraka junto com ela. “

Arjuna concordou. Quando ele viu Subhadra,  ficou encantado com sua beleza e sentiu uma forte vontade de se casar com ela. Nesse meio tempo, Duryodhana esperava ansiosamente a chegada dela, assim como Sisupala anteriormente esperara Rukmini em seu palácio.

Duryodhana pensava: “Se eu me casar com Subhadra, todos os Yadus estarão do meu lado e não do lado dos Pandavas.” Ele era um político inteligente, mas Arjuna interrompeu seus planos indo para Dvaraka vestido como um sannyasi. Ele não falava com ninguém,  vivia uma vida muito austera, comia e dormia muito pouco, como os sannyasis verdadeiros fazem.

Yasoda-maiya ama Krishna com todo seu coração, mas quando Putana veio, Yasoda pensou: “Oh, esta senhora tem tanto afeto. Por que ela tem que ficar do lado de fora? Eu deveria convidá-la para entrar.” Ela não era capaz de discernir que a beleza de Putana era falsa. Da mesma forma, Arjuna foi capaz de confundir todos os residentes de Dvaraka. Mesmo Baladeva Prabhu veio a ele para oferecer reverências, e Arjuna  lhe deu bênçãos. No entanto, Krsna instruiu Subhadra: “Este sannyasi veio para realizar seu desejo mais íntimo. Vá e adore-o. “

Os passatempos do Senhor Baladeva são ilimitados, Suas virtudes são ilimitadas, e Seu amor por Krsna é ilimitado!

Os passatempos do Senhor Baladeva são ilimitados, Suas virtudes são ilimitadas, e Seu amor por Krsna é ilimitado!

Subhadra vestida elegantemente e decorada com dezesseis tipos de ornamentos, chegou em sua carruagem para ver Arjuna. Arjuna foi informado sobre sua chegada e estava pronto para ela. Ele a sentou em sua carruagem e, em seguida, subiu nela, dando as rédeas para o controle dos cavalos nas mãos de Subhadra. Enquanto ela estava conduzindo a carruagem, ele permaneceu com seu arco e flechas nas mãos, impedindo qualquer um de detê-los.

“Arjuna roubou minha irmã!”, gritou Baladeva quando ouviu a notícia. “Venham Yadus, devemos formar um grande exército conosco para punir esse agressor!”

Quando estavam prestes a partir para a perseguição, Krsna inquiriu dEles: “Onde estão indo?”

Baladeva disse a Krsna: “Você não sabe? Arjuna raptou Nossa irmã!”

Krsna disse: “Oh, irmão, você não sabe que o sequestro está em nossa tradição familiar? Eu não raptei Rukmini? Samba não sequestrou a filha de Duryodhana? Então,  o que há de errado se Arjuna faz o mesmo? Em verdade, você ajudou Samba nesta empreitada. Você não se lembra que liderou nossos exércitos contra Duryodhana? Qual o problema no fato de você ver Arjuna sequestrando Subhadra? Subhadra está conduzindo o carro. Oh Baladeva ji, Você pode matar Arjuna, mas se você fizer isso, sua irmã ficará muito aflita. “

Baladeva replicou: “Por que você não falou sobre tudo isso antes? Se todos são a favor do casamento dela com Arjuna, então tambémdevo concordar. “

Podemos observar que houve um divergência entre Krsna e Baladeva, porém isso não foi realmente um desacordo, mas uma semelhança, com o propósito de realizarem Seus passatempos juntos com êxito.

Além disso, nos dias finais da batalha de Kurukshetra, Bhima tinha uma luta de massa com Duryodhana. Ambos tinham aprendido combate com massas de Baladeva prabhu. No início do duelo Baladeva chegou lá. Então, na frente de Baladeva, Krsna deu um sinal para Bhima, e Bhima deu um poderoso golpe com sua massa na coxa de Duryodhana. Bater em alguém abaixo da cintura é contra as regras no combate de massas, mas foi Krsna que aconselhou Bhima a fazê-lo. Com grande ira, Baladeva levantou Sua massa, pronto para matar Bhima

Krsna então comentou: “Hoje você está pontual irmão. Mas onde você estava quando Duryodhana, Sakuni, e outros assassinaram nosso querido sobrinho Abhimanyu? Quando o perverso Duryodhana tentou queimar vivos os Pandavas no palácio feito de goma-laca, onde você estava para salvá-los? Quando ele e seus irmãos tentaram despir Draupadi na assembléia Kaurava, onde você estava para protegê-la? Onde você estava quando Duryodhana cometeu toda essa injustiça com os Pandavas?

Baladeva então pacificou sua raiva e saiu de cena em silêncio. Ele sempre agia de acordo com o desejo de Krsna.

Os passatempos do Senhor Baladeva são ilimitados, Suas virtudes são ilimitadas, e Seu amor por Krsna é ilimitado!

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sábado, 21 de agosto de 2021

UTPL Hábitos, métodos y técnicas para un estudio eficaz. Universidad Técnica Particular de Loja. en espanhol


Universidad Técnica Particular de Loja Hábitos, métodos y técnicas para un estudio eficaz Departamento de Ciencias de la Educación Mgtr. Aída Quintanilla Noboa Mgtr. Jeaneth Ruiz 15-07-2020 videoconferencias

Yuri Bezmenov - Teoria da Subversão [PACOTE COMPLETO]

Certificado pelo MEC ou CEE, qual a diferença?


São inúmeras as pessoas que se perguntam qual a diferença entre um órgão e outro e para ajudar você a entender a questão, o IUB vem explicar seus funcionamentos.

MEC (Ministério da Educação) é de âmbito nacional e tem como responsabilidade certificar instituições de nível superior, passando para o CEE a certificação de outros níveis escolares.

CEE (Conselho Estadual de Educação) é um órgão estadual, estando presente em cada parte do Brasil como, São Paulo, Rio de Janeiro, etc. Sua responsabilidade é certificar escolas e autorizar cursos na modalidade a distância, nos níveis de ensino fundamental e médio e habilitar cursos técnicos de nível médio.

Antes de fazer sua matrícula em qualquer instituição de ensino é recomendável comprovar se a mesma é credenciada, ligue para: 0800-7700012 ou acesse: http://www.ceesp.sp.gov.br/ic_cursos_distancia.htm


Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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