quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Hoje é dia de Gopastami/Gosthastami , mas o que é Gopastami/Gosthastami ?


O que é Gopastami/Gosthastami ?





Festival dedicado ao Senhor Krishna e as vacas. Neste festival, os devotos oferecem um respeito especial para as vacas por sua utilização na vida diária. Vacas fornecem o leite que ajuda no cumprimento da exigência nutricional das pessoas como uma mãe. É por isso que as vacas são consideradas sagradas e adoradas na religião hindu como uma mãe.

É um dia importante para os devotos mostrarem respeito e gratidão às vacas por fornecer um alimento tão especial. As pessoas visitam o estábulo para banharem as vacas, decorar com panos e joias antes de oferendas especiais feitas pelos devotos. Neste dia, Sri Krishna puja (adoração a Krsna) e Gow Puja (adoração as vacas) são realizados juntamente com pradakshina (doação) para adquirir bênçãos para uma vida boa e feliz.





Essa cerimônia foi organizada por Nanda Maharaj para Krishna e Balarama, quando foram levar as vacas para pastar pela primeira vez em Vrindavan. Neste festival, o amor de Krishna pelos bezerros e pelas vacas é retratado muito bem. Raddha, queria levar as vacas para pastar, mas foi negado por ser uma menina. Então, ela se disfarçou de menino vestindo dhoti para acompanhar Krishna no pastoreio das vacas juntamente com seus companheiros de brincadeiras.







Nesse dia, o senhor Sri Krishna tornou-se um vaqueiro qualificado e levou as vacas para Govardhana para pastar. Anteriormente, Ele era o guardião dos bezerros. Foi nesse dia que Ele se tornou um gopa, ou menino vaqueiro.






O festival é celebrado no oitavo dia do mês de Karthik.
fonte: http://adorandokrishna.blogspot.com

Obrigado pela visita, volte sempre.

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segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Nova ameaça chinesa / O que há por trás do 5G? / Foro de São Paulo sob ataque.


O Debate JCO recebe os jornalistas Diogo Forjaz e Elisa Robson - Apresentação de Andreia Luíza Matias - 06/11/21 Precisamos da ajuda do nosso leitor! Agora você pode assinar o Jornal da Cidade Online através de boleto bancário, cartão de crédito ou PIX. Apoie pelo Pix: pix@jornaldacidadeonline.com.br Por apenas R$ 9,99 mensais, você não terá nenhuma publicidade durante a sua navegação e terá acesso a todo o conteúdo da Revista A Verdade. É simples. É fácil. É rápido... Só depende de você! Faça agora a sua assinatura: https://assinante.jornaldacidadeonlin... Você também pode se tornar membro da TV JCO, e ter acesso a conteúdos exclusivos, por apenas R$ 6,99/mês

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

O Dilema Dos Cursos Universitários. (feito com Spreaker)

RESUMO DE "COMO LER LIVROS" - MORTIMER ADLER | Insight BP



Resenha do livro: Como ler livros, do autor Mortimer Adler

Um livro que ensina como ler livros. A proposta do autor, um dos maiores tomistas das últimas décadas, era necessária na época e, ainda mais, se faz necessária hoje. Uma rápida reflexão sobre o tema e pode-se concluir que há muito tempo as pessoas leem mal, quando leem.

A leitura do livro, do começo ao fim, é agradável. O autor tem uma escrita suave, direta e simples. No decorrer dos capítulos pode-se encontrar um ou outro termo ou palavra que não esteja presente no vocabulário popular, mas o uso de um dicionário é praticamente dispensável.

O livro divide-se em quatro partes. A primeira parte tem como foco a discussão sobre a leitura em si e os dois primeiros níveis de leitura. A segunda parte é basicamente sobre o terceiro nível de leitura: o analítico. Na terceira parte o autor aborda como ler diversos assuntos. A ultima parte traz uma discussão avançada a respeito dos fins últimos da leitura.

De início, o autor começa a dissertar a respeito da leitura em si. Mostra que a leitura é algo ativo, diferente do que comumente pensamos. Depois, Adler fala sobre os diferentes objetivos que temos ao ler: ler para se informar e ler para entender. Nesse ponto, percebe-se que para cada objetivo, a leitura traz um nível de dificuldade diferente. Ler um jornal é, trivialmente, mais fácil e rápido do que ler um livro de filosofia.

Em seguida, o autor fala sobre o primeiro nível de leitura: a leitura elementar. Nesse ponto, o autor traz uma argumentação muito profunda a respeito dos problemas educacionais que ele verificou no sistema norte-americano, que podemos verificar com clareza presentes ainda hoje lá e cá, no Brasil. A leitura elementar, como o autor define, é o estágio onde está a alfabetização. Claramente, é a introdução do indivíduo na leitura e, como o próprio autor ressalta, é uma das potencialidades humanas mais impressionantes: encontrar significado em símbolos (letras). Adler finaliza esse tópico rapidamente argumentando sobre o fato de que, como os níveis posteriores englobam os níveis anteriores, torna-se difícil avançar para os segundo e terceiro níveis sem dominar o primeiro.

O segundo nível de leitura, o inspecional, é comentado logo em seguida. O autor divide esse nível em dois tópicos: a pré-leitura e a leitura superficial. O primeiro tópico tem como escopo basicamente folhear o livro, observando atentamente o sumário, se tem índice remissivo, como o autor dividiu os capítulos, entre outros fatores. O segundo tópico diz para lermos trechos do livro; pegar pedaços dos capítulos e lê-los. O autor argumenta que esse nível de leitura é muito importante e necessário por diversos motivos: primeiro, ele ajuda na estruturação do livro em sua mente; quando lê-lo analiticamente, saberá com mais facilidade onde encontrar capítulos-chave, se há um índice remissivo para ajudar a intercalar o raciocínio que se espalha por centenas de páginas. Segundo, quando você ler o livro novamente, já saberá com certa precisão onde estão alguns tópicos importantes, pois já terá lido trechos dos capítulos. Adler finaliza a primeira parte ditando as perguntas que irão direcionar o restante do livro e também qualquer leitura que tenhamos: “O livro fala sobre o que?”, “O que exatamente está sendo dito, e como?”, “O livro é verdadeiro, em todo ou em parte?” e “E daí?”.

A segunda parte do livro começa com o autor argumentando sobre a classificação de livros e a importância desta. Ainda detido nessa argumentação, Adler explica a diferença entre um livro teórico (que, resumidamente, fala sobre como as coisas são) e um livro prático (que, também resumidamente, fala sobre como as coisas deveriam ser). Em seguida, o autor fala como radiografar um livro: enxergar sua “estrutura óssea”, conseguir delinear suas organelas e o funcionamento destas em conjunto. Adler ressalta a importância dessa radiografia, pois uma vez que a tenha feito, o leitor encontrará menos dificuldades em absorver o que o autor tenha tido a intenção de passar.

Na sequência, a importância de se chegar a um acordo com o autor do livro é abordada. Adler nos lembra que, excetuando livros científicos, os livros de filosofia em geral possuem termos que podem variar. Como termos são palavras, o significado de uma palavra pode mudar de acordo com a intenção do autor. Ainda temos autores que criam significados próprios para as palavras (Kant, Hegel, et cetera), forçando o leitor que adentre suas obras a buscar ajuda em dicionários de filosofia, por exemplo.

Em decorrência da argumentação sobre termos e palavras, o autor traz uma série de dicas sobre como encontrar frases-chave, proposições, argumentos, dentre outros objetos textuais que ajudem na leitura analítica. A discussão sobre o que é uma frase e o que é uma proposição é essencial, uma vez que uma proposição sempre carregará um significado que tem alguma importância no esqueleto que o leitor está radiografando.

Neste ponto do livro, um leitor que absorveu as dicas, técnicas e argumentos de Adler já está apto a ler analiticamente um livro. Assim, o próximo ponto é a respeito de como criticar um livro. O autor salienta para que não se critique um livro antes de ter a certeza de que entendeu realmente o que o livro quis dizer; também mostra que a retórica tem que ser bem desenvolvida, para que a arte de criticar não se reduza à falácias.

Essa parte do livro termina com dois tópicos importantes. Primeiro, Adler explica como criticar o autor sem partir de seus preconceitos pessoais. Segundo, como utilizar materiais de apoio como dicionários, resumos, comentários, enciclopédias, dentre outros. Essas dicas são importantes para que o leitor crie um senso de prudência; não critique um autor embasando-se em meras opiniões pessoais e que também não recorra a resumos de internet a cada dificuldade que encontrar na leitura de um livro mais denso.

A terceira parte é composta de dicas e argumentos a respeito de como ler diversos assuntos. Adler explica como ler livros práticos e como lidar com o poder de persuasão; como ler literatura imaginativa; como ler narrativas, peças, poemas;como ler livros de história; ler sobre matemática, filosofia e a literatura das ciências sociais.

O autor é bem incisivo sobre como ler cada uma dessas classes literárias. Explica como devemos ter a prudência de ler mais de um livro de história que trate de um mesmo ponto, para não cairmos num viés ideológico do autor; como devemos estar atentos à linguagem científica da matemática ou dos dialetos próprios de filósofos.

A última parte do livro disseca o nível de leitura sintópica. Adler traz uma argumentação de como devemos ler dois ou mais livros ao mesmo tempo, sobre o mesmo tema. O autor traz exemplos de como a leitura sintópica é a mais difícil de ser feita. Por exemplo, a ideia de progresso: há autores que acreditam que estamos em constante progresso; outros, que o progresso não está necessariamente embutido em toda a história da humanidade, mas em alguns pontos somente; e há, ainda, autores que acreditam que há progressos e regressos, ou que não há necessariamente progresso. Entender essas ideias forçará o leitor a entrar em um acordo com todos esses autores sobre a ideia de progresso, sobre os termos utilizados, et cetera; em seguida, o leitor terá que radiografar cada livro, ver cada argumento, entender cada estrutura; por fim, dirá se concorda ou não com cada um.

A leitura sintópica, como Adler reforça, envolve todos os níveis anteriores e exige ainda mais do leitor. O leitor que consegue executar com clareza uma leitura sintópica pode-se considerar um bom leitor. Mas, como o próprio leitor salienta, ler é como esquiar: no começo, é difícil e você vai apanhar muito. Só depois de muita prática é que se encontra a graça e a leveza da atividade.

O livro termina com dois apêndices: o primeiro, com uma lista enorme de sugestões de leituras de livros que perpassa dos gregos aos pós modernos. O segundo, com uma série de atividades e exercícios para praticar os níveis de leitura.

Após ler esse livro, algumas conclusões e indagações surgem. O primeiro ponto, já citado no primeiro parágrafo, é que as pessoas leem muito mal. Ainda mais nos dias de hoje, onde a leitura precisa ser algo rápido. O segundo ponto é como a escola, nos moldes atuais, atrofia ainda mais a nossa habilidade prévia de ler, o que implica anos mais tarde em universitários analfabetos funcionais. Adler, como um tomista renomado, traz a proposta de se resgatar a tradição de ler bem. Embasado em uma filosofia vilmente esquecida, o tomismo, ele traz uma estrutura de reflexão sobre a ação que não vemos hoje em dia. Dificilmente alguém lerá esse livro e não refletirá sobre seus próprios hábitos de leitura da próxima ver que tatear um livro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Testes Psicopedagógicos para Baixar e Imprimir

Testes Psicopedagógicos para Baixar e Imprimir

Sugestões de Testes para Psicopedagogos

Testes Psicopedagógicos são instrumentos que auxiliam o profissional a identificar dificuldades de fala, leitura ou escrita. A identificação do problema por meio dos testes psicopedagógicos permite que profissional elabore o plano de intervenção mais apropriada para cada paciente/aprendente.

Principais características dos testes psicopedagógicos

Existem atualmente diferentes tipos de testes psicopedagógicos, pois é possível avaliar diferentes dificuldades. Os testes psicopedagógicos são compostos de várias formas principalmente por histórias, já a tarefa exigida pode ser diferente, pois pode ser solicitado que o sujeito conte uma história, escreva uma história ou ainda invente uma história. A aplicação dos testes psicopedagógicos não tem tempo limite de aplicação e são aplicados individualmente. Ao final é feita a correção para identificar onde está a dificuldade.

História dos testes segundo  o artigo publicado no WebArtigos.

Cliente utilizando PsiquEasy

Sua origem é remota, as sociedades testaram, provaram as coisas para saber se elas eram boas ou não.
Vejamos a origem dessa palavra. De acordo com Rezende (2004) em latim a palavra testa designava uma espécie de vaso de barro ou cerâmica. Na Idade Média, test em francês, significava um tipo de vaso especial usado para aquecer minerais e dele separar metais como ouro ou prata. O test era um vaso poroso e raso. Quando os minerais eram dentro dele aquecidos, o vaso absorvia as impurezas deixando no fundo o ouro ou a prata puros.
A partir do século XVI esta palavra passou a ser usada em seu sentido figurado, significando prova, averiguação de qualidade.

O sentido figurado prevaleceu sobre o sentido real, e foi com esse significado que a palavra teste, aportuguesamento de Test, passou para a língua portuguesa.

Mas, afinal, qual é a concepção atual de teste?

Segundo o dicionário Aurélio (2001), esse termo significa exame ou prova para determinar qualidade, natureza ou comportamento de algo. Método ou processo usado para isso. Prova verificação.
Assim, como a humanidade evoluiu os testes foram evoluindo: testavam-se tecidos, moedas, casas e, com a evolução, testavam-se pessoas. Os testes com pessoas foram além dos testes físicos e chegaram aos parâmetros psicológicos.
Observemos resumidamente a história dos testes, na versão de Silva (2002):
Em 2.200 a.C., na China, usaram-se testes no serviço público civil.
Em 1862, Wilhelm Wundt, usou um pêndulo para avaliar a velocidade do pensamento.

Galton, em 1884, cujos trabalhos objetivavam avaliar as aptidões humanas por meio da medida sensorial, aplicava testes mentais.

Binet, em 1900,avaliou as áreas acadêmicas e de saúde. Na época de Binet também havia Spearmam, que fundamentou a teoria da psicometria clássica. Ele publicou artigos e livros que falavam sobre medidas, diferenças e sobre a inteligência de uma forma geral.
Após essa época, tivemos uma era dos testes de inteligência, pois influenciados por Binet e por Spearmam, e sob o impacto da Primeira Guerra Mundial, a sociedade queria uma seleção rápida de recrutas para a linha de guerra.
Depois tivemos uma decepção, por parte dos psicólogos e da sociedade em geral, com os testes de Binet, pois eles desconsideravam a cultura, a realidade dos indivíduos entrevistados e surgiram outros tipos de exames.
Posteriormente, em 1914, Stern criava os quocientes de inteligência.

Apareceram também os testes vocacionais, Raven publicou o teste de matrices progressivas, e outros.
Os testes foram debatidos e tiveram seus prós e contras avaliados.Entretanto, continuaram a ser usados pelas diversas áreas do conhecimento.
Atualmente, nos vários campos científicos temos a produção de vários testes: medicina, psicologia, fonoaudiologia, e outras áreas.

Cada nova área de conhecimento traz consigo a necessidade de criar testes específicos para a sua função, e não é diferente com a psicopedagogia.

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Aqui você encontra uma vasta quantidade de links que são atualizados semanalmente com vários testes para psicopedagogas(os), aproveite, são testes excelentes….

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Leia Também: Teste do Faz de Conta

Veja ainda: Teste Exploratório de Dislexia Específica (TEDE)

Fonte https://blog.psiqueasy.com.br/2017/09/12/links-de-testes-psicopedagogicos-diversificados/

Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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