Suta Goswami disse:"Existem doze meses num ano, e dois Ekadashis em cada mês.Portanto há vinte e quatro Ekadashis num ano completo, e num ano bi-sexto temos dois Ekadashis a mais.ó grandes sábios, por favor ouçam atentamente enquanto declaro para vós os nomes destes auspiciosos Ekadashis.São Utpanna, Mokshada, Saphala, Putrada, Sat-tila, Jaya, Vijaya, Amalaki, Papamocani, Kamada, Varuthini, Mohini, Apara, Nirjala, Yogini, Padma (Devashayani), Kamika, Putrada, Aja, Parivartini, Indira, Papankusha, Rama e Haribodhini (Devotthani).Os dois Ekadashis extras, que ocorrem durante o ano bi-sexto, se chamam Padmini e Parama.
Ó sábios, quem ouve sobre estes Ekadashis irá saber como observá-los corretamente. Cada Ekadashi concede determinadas bençãos ao fiel observador.
Quem está fisicamente incapacitado de jejuar no Ekadashi poderá ler as glórias de cada Ekadashi quando ocorrer e recitar todos os nomes dos Ekadashis; assim conseguirá a mesma meta que a pessoa que observa o voto completo de Ekadashi."
"Quando se jejua, os ares vitais (doshas) desequilibrados se re-equilibram, e nosso corpo e mente se normalizam.Além disso, obtemos leveza física, um apetite e sede saudável, disposição agradável, boa digestão, bem como força, energia e vigor." (Ayurveda:Astangahrdayam 1.3)
Tratados de Ayurveda – Astanga Hrdayam e Charaka Samhita
Trecho aula 564 (08/05/2021)
Livros e autores citados: The Ideology of Fascism, James. Gregor
Autor italiano Emilio Gentile
Autor israelita Zeev Sternhell.
Seminário de filosofia - https://lp.seminariodefilosofia.org
Nascido na Polônia em 1550, Estanislau Kostka desde muito jovem levava uma vida devota. De família de influentes políticos, precisou fugir para ingressar na Companhia de Jesus, aos 17 anos, disfarçado de mendigo.
Sua fuga em direção a Deus é uma história emocionante: foi perseguido por seu irmão mais velho e seu tutor pela Europa, mas debalde. Apesar dos cavalos potentes e da fúria com que o perseguiam, jamais conseguiram alcançá-lo. Permaneceu um mês em Dilligen, na Alemanha, sob a tutela de São Pedro Canisio, que o pôs à prova no internato. De lá, seguiu para Roma, onde, exausto, foi recebido por São Francisco Bórgia, que enfim o admitiu na Ordem Jesuítica. Morreu dez meses depois, em 15 de agosto de 1568. Dias antes, já doente, havia escrito uma carta à Virgem, clamando para que viesse buscá-lo na festa de Sua Assunção, e foi atendido. São Estanislau Kostka, rogai por nós!
A viagem de Estanislau
Fugindo disfarçado de mendigo,
em direção a Roma, Estanislau
à vida de nobreza manda um tchau
para seguir Jesus, seu Pai e amigo.
Enfrenta toda sorte de perigo,
devoto, a despistar destino mau,
e, sólido qual o mais firme calhau,
chega feliz ao suspirado abrigo.
Meses depois, em dez agosto, Festa
de São Lourenço, cai adoentado,
e, febril, com o tempo que lhe resta,
escreve ao Céu seu último recado,
que a Virgem lê e atende poucos dias
depois, levando-o a eternas alegrias.
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HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA: FORMAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UMA LÍNGUA NAVEGANTE
PORTUGUÊSA história da formação da língua portuguesa, sob o ponto de vista social e cultural.
Para o presente estudo, considerar-se-ão os seguintes pontos relevantes:
O contexto histórico de Roma;
A origem latina do português;
A expansão da língua portuguesa;
A transição do português arcaico para o contemporâneo;
A chegada e a fixação do português no Brasil
A língua constitui um sistema vivo de comunicação que privilegia a mútua compreensão e entendimento de um determinado povo. Ao adentrar-se no estudo de uma língua, estudam-se os fatos do contexto histórico, bem como os acontecimentos que promoveram, direta ou indiretamente, sua origem. No que diz respeito à história da língua portuguesa, faz-se necessária uma busca histórico-geográfica, desde sua origem até sua implantação no Brasil.
1- Das origens e formação da Língua Portuguesa
A origem da língua portuguesa está ligada ao latim – língua falada pelo povo romano, que se situava no pequeno estado da Península Itálica, o Lácio. A transformação do latim em língua portuguesa se deu por conseqüência de conflitos e transformações político-histórico-geográficas desse povo. Isso aconteceu por volta do século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica através de conquistas militares e impuseram aos vencidos seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua, que reflete a cultura.
Existiam duas modalidades do latim: o latim vulgar e o latim clássico. O vulgar, de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita, dotado de variação lingüística notável, uma vez que era uma modalidade somente falada, sendo, pois, suscetível a freqüentes alterações. Já o latim clássico caracterizava-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores, sendo uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, a que era imposta aos povos vencidos era a vulgar, pois essa fora a língua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.
Decorridos alguns séculos, o latim predominou sobre as línguas e dialetos falados em várias regiões. Dessa maneira, formaram-se diversas línguas dentro da região de domínio de Roma, ou seja, do Império Romano, onde se originaram as línguas românicas, também chamadas de neolatinas, (diz-se românicas todas as línguas que têm sua origem no latim e que ocupam parte do território conquistado pelos romanos), das quais nossa língua portuguesa é oriunda.
O português que se fala hoje no Brasil é resultado de muitas transformações de acréscimos e/ou supressões de ordens morfológica, sintática e fonológica.
Essas transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português (língua que predominou nos séculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao português arcaico (séculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se português clássico (língua de Camões), perpassando ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo brasileiro.
2- Da implantação da Língua Portuguesa no Brasil
Portugal ficou conhecido pelas grandes navegações que realizara. No século XV e XVI, através dos movimentos colonialistas e de propagação do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a língua portuguesa. Como, então, chegou a este solo essa língua navegante?
Ao Brasil, a Língua Portuguesa foi trazida no século XVI através do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se tornasse idioma reconhecido por Portugal e se fixasse no território brasileiro.
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Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indígenas, falantes de aproximadamente mil línguas diferentes. Além dessa diversidade étnica e lingüística, foram trazidos ainda cerca de 4 milhões de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade lingüístico-cultural fortaleceu as bases da construção da identidade do português brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses políticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibição do uso das línguas gerais (diz-se da língua falada no Brasil colonial como língua de contato entre índios, portugueses e seus descendentes), e a imposição do português como língua oficial.
O contato entre indígenas, africanos e imigrantes vários que vieram de algumas regiões da Europa favoreceu o chamado multilingüísmo. Além da fase bilíngüe pela qual passara o português, o multilingüísmo contribuiu (e ainda contribui) para a formação identitária do português brasileiro.
Sabe-se, pois, que o léxico, por exemplo, de uma língua não é estático, está aberto a novas incorporações: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituição de outras. Esse fenômeno ocorreu, e ainda ocorre, com muita freqüência no nosso idioma português. As línguas indígenas, por exemplo, contribuíram para o enriquecimento vocabular da botânica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponímia (nomes de lugares) e da onomástica (nomes de pessoas) do português do Brasil.
Justifica-se ainda o multilingüísmo com a forte influência das línguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil, tal influência incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candomblé, uma manifestação da cultura africana.
A implantação do português no Brasil é marcada por quatro momentos distintos, períodos significativos para esse processo de implantação: O primeiro momento vai da colonização até a saída dos holandeses do Brasil em 1954; o segundo começa com a saída dos holandeses e vai até a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808; já o terceiro, finda com a independência do Brasil em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia 1826, com a transformação da língua do colonizador em língua da nação brasileira.
O português brasileiro sofreu profundas mudanças para chegar ao português que se fala hoje. Entretanto, ainda está num processo de construção de sua própria identidade.
BUENO, Joaquim Silveira. Dicionário da língua portuguesa. São Paulo: FTD, 2000.
CÂMARA JR., Joaquim Matoso. História e estrutura da língua portuguesa. 2ed. Rio de Janeiro: Padrão, 1979.
HAUY, Amini Boainain. História da língua português: séculos XII, XIII e XIV. São
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ILARI, Rodolfo. Lingüística românica. 2ed. São Paulo: Ática, 1997.
MAIA, João Domingues. Português. São Paulo: Ática, 2000.
MATTOS E SILVA, Rosa Virgínia. Para a história do português brasileiro: primeiros estudos. São Paulo: USP, 2001.
TERSARIOL, Alpheu. Biblioteca da língua portuguesa. 7ª ed. São Paulo: Lisa, 1968.
VIEGAS, Rui. Da origem, formação e consolidação do português: breve história externa da língua portuguesa. Disponível em: .
Publicado por: Wasley Santos
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A seguir, confira o artigo do Prof. Dr. João Batista Oliveira publicado no jornal Estado de S. Paulo, em 28/3/2021. O especialista em Educação chama a atenção para os livros didáticos e livros escolares constituírem uma importante alavanca no mercado editorial em todos os países e como essa questão se reflete no Brasil.
Os burocratas se apoiam no cipoal de leis e normas para justificar sua fúria regulatória.
“Na Panduria, nação ilustre, uma suspeita insinuou-se um dia nas mentes dos oficiais superiores: a de que os livros contivessem opiniões contrárias ao prestígio militar.” Essa frase inicia o conto Um general na biblioteca, do insuspeito Italo Calvino. Panduria pode ser qualquer lugar. E os generais não são necessariamente de direita ou esquerda. O problema não está nos generais. O assunto volta à tona de tempos em tempos, e agora foi por causa do anúncio de um novo gestor para o setor que regula a compra de livros didáticos do Ministério da Educação (MEC). Contesta-se o perfil do censor, não a própria ideia da censura.
Em tese, haveria duas razões para uma política de livros didáticos. Uma delas é econômica: compras centralizadas permitiriam economia de escala. A segunda é “técnica”: assegurar padrão de qualidade. É aí que mora o perigo.
Livros didáticos e livros escolares constituem uma importante alavanca no mercado editorial em todos os países. Proporção significativa do total de livros vendidos pelas editoras deriva de compras por governos ou escolas. Ou, em países como Espanha, França e Inglaterra, vendas para o exterior.
Na maioria dos países desenvolvidos inexistem políticas de livros e materiais didáticos. Autores e editoras publicam seus livros e as escolas os adotam ou não. Muitos autores são figuras conhecidas, como era antigamente no Brasil. Alguns países contam com interessantes mecanismos de “curadoria” totalmente independentes e não obrigatórios – geralmente usados por autores ou editores que os utilizam para legitimar suas obras.
Os Estados Unidos constituem um ponto fora da curva. Não há avaliação nacional. Mas muitos Estados fazem avaliações estaduais. Na prática, os critérios estabelecidos por três Estados – Califórnia, Texas e Flórida – acabam conformando o perfil dos livros. A isso se agregou, na década de 1990, o politicamente correto. Hoje isso se tornou desnecessário, uma vez que o patrulhamento foi substituído pela autocensura. Cabe ressaltar dois aspectos positivos da experiência norte-americana. Um deles é a existência de “sistemas de ensino” com uma variedade de materiais que vai muito além do livro didático. O outro, a qualidade dos livros didáticos no ensino superior, com autores de reconhecida competência.
O que acontece no Brasil? Os burocratas de plantão se apoiam no cipoal de leis e normas para justificar sua fúria regulatória. Um edital de aquisição de livros didáticos nunca tem menos de 80 ou 90 páginas – listas e listas de critérios, normas e regulamentações a serem observadas. As editoras – só as grandes conseguem sobreviver – contratam exércitos de especialistas em filigranas para policiar a elaboração dos livros. Com isso, o foco muda do aluno para o censor – o livro é escrito para passar no crivo dos censores. Tem mais. O livro não pode ser “caracterizado”, ou seja, se o Maurício de Souza fizer um livro didático, a figura da Mônica não pode aparecer na versão que será avaliada. Esses são apenas exemplos do paroxismo a que chega esse exercício de censura, tudo sempre em nome da qualidade e da proteção do consumidor. E não importa se o governo é de direita ou de esquerda. É preciso assegurar que todas as leis, todos os decretos e portarias sejam atendidos. E se forem atendidos, o livro será bom?
Precisamos de tudo isso? Quem ganha e quem perde com a política nacional do livro didático? Há caminhos alternativos? Qual deve ser o papel dos diferentes níveis de governo nesse tema? Comparar nossos livros com os de outros países, europeus ou asiáticos, daria uma boa dimensão do resultado a que levam essas práticas regulatórias.
Vamos refletir. Cabe ao governo dizer a um autor ou editor o número de páginas que um livro deve ter? Um professor bem formado precisa que um governo diga a ele como avaliar o livro didático que pretende adotar? Precisa de um governo para lhe dizer se o livro contempla o currículo? Se tem conceitos corretos? Se está bem elaborado? Mas se precisa, onde estaria o problema, no professor ou no livro? E se o problema não estiver no livro…
É difícil apresentar argumentos educacionais sólidos e defensáveis para justificar essa forma de avaliação – ou censura – de livros de qualquer espécie, incluídos os livros didáticos.
Restam, assim, os argumentos da economia de escala, que também não resistem à análise. Primeiro, porque as economias de escala na produção de livros didáticos são limitadas – há pouca economia acima de 10 mil exemplares, um número modesto em face do perfil demográfico do nosso país. Segundo, porque há outros mecanismos, como registros de preços e calendário de compras, que poderiam assegurar os benefícios da escala para compradores e vendedores. Ademais, isso eliminaria a necessidade de estoques de reposição a cada ano e o preço seria assegurado durante determinadas janelas de tempo previstas em calendário. Os recursos poderiam ser alocados para subsidiar a compra pelas redes de ensino, em vez de serem gastos com legiões de censores e custosos esquemas logísticos.
O objetivo da pesquisa consiste em verificar se os alunos em formação inicial, do curso de Geografia, da Universidade Estadual de Londrina, localizada no estado do Paraná (Brasil), matriculados no 3º ano (6º semestre) atingem a aprendizagem significativa por meio da construção de mapa conceitual. O mapa conceitual é uma ferramenta que permite ao docente realizar mediação no processo de ensino e de aprendizagem dos seus alunos. Com a construção de mapas conceituais por meio da Teoria da Aprendizagem Significativa, o professor pode preparar e organizar aulas, fazer a avaliação da aprendizagem e ter o feedback acerca da prática docente. O processo de aprendizagem significativa leva em conta o conhecimento prévio do aluno; a disposição para aprender; e, o modo como os conteúdos se ajustam aos problemas de interesse pessoais dos estudantes. No decorrer da disciplina de Metodologia de Pesquisa para o Ensino de Geografia, foi realizada uma oficina sobre mapas conceituais utilizando, como conteúdo exemplificador, a Didática da Geografia. Em grupos os graduandos construíram coletivamente um mapa conceitual referente ao conteúdo ministrado. Por fim, percebeu-se que o mapa conceitual é uma ferramenta que possibilita ao docente realizar de forma facilitadora o processo da aprendizagem significativa.
ALCÂNTARA, P. Didática do Ensino Superior. Disponível em . Acesso em: 05 fev. 2015.
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