segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Democracia à Deriva, e a ascensão da Tirania. (feito com Spreaker)

A formação da psicose em massa – ou... hipnose em massa – a loucura das multidões Robert W Malone MD, MS [*]





Como sabem muitos de vocês, passei algum tempo a pesquisar e a falar sobre a teoria da psicose de massa. A maior parte do que aprendi provem do Dr. Mattias Desmet, o qual percebeu que esta forma de hipnose em massa, da loucura das multidões, pode ser responsável pelo estranho fenómeno de cerca de 20-30% da população do mundo ocidental se ter tornado arrebatada por Nobres Mentiras e pela narrativa dominante acerca da segurança e eficácia das vacinas genéticas, propagandeadas e impostas por políticos, burocratas da ciência, companhias farmacêuticas e mensagens dos media.

O que se observa com a hipnose em massa é que uma grande fracção da população é completamente incapaz de processar novos dados e factos científicos demonstrando que foram enganados quanto à eficácia e impactos adversos do uso obrigatório de máscaras, confinamentos e vacinas genéticas que fazem com que os corpos das pessoas produzam grandes quantidades de proteína Spike do coronavírus biológicamente activo.

Estes hipnotizados por este processo são incapazes de reconhecer as mentiras e deturpações com que são bombardeados diariamente e atacam activamente qualquer pessoa que tenha a temeridade de com eles partilhar informações que contradigam a propaganda que abraçaram. E para aqueles cujas famílias e redes sociais foram despedaçadas por este processo, e que descobrem que parentes e amigos próximos assombram-nos porque questionam a "verdade" oficialmente endossada e estão realmente a seguir a literatura científica, isto pode ser uma fonte de profunda angústia, tristeza e dor psicológica.

Foi com essas almas em mente que incluí uma discussão sobre a teoria da formação em massa do Dr. Mattias Desmet durante uma palestra recente que dei em Tampa, Florida, a um público de cerca de 2.000 pessoas. Ao olhar para o público e falar, podia ver alívio em muitos rostos e mesmo lágrimas a correrem dos olhos de homens estóicos.

Alguém, desconhecido para mim, gravou o discurso e anexou o registo vocal a uma série de imagens calmantes de paisagens naturais, produzindo um vídeo que se tornou viral em todo o mundo. Uma ligação ao vídeo, assim como algumas notas para esclarecer e complementar a palestra são anexadas abaixo. Muitos disseram-me que o consideram muito curativo. Espero que também o possa ajudar.

Uma breve visão geral da Formação em Massa, que foi desenvolvida pelo Dr. Mattias Desmet. Ele é psicólogo e estatístico. Está na Universidade de Gand, na Bélgica. Penso que o Dr. Mattias está a par de algo do que está a acontecer e a este fenómeno ele chama:

PSICOSE DA FORMAÇÃO EM MASSA

Assim, quando ele diz "formação em massa", pode-se pensar nisto como equivalente à formação de "multidão". Pode-se pensar nisto como:

PSICOSE DA MULTIDÃO

As condições para criar a psicose da formação em massa incluem a falta de ligação social e sensorial, bem como grandes quantidades de ansiedade latente e agressão passiva. Quando as pessoas são inundadas por uma narrativa que apresenta um "objecto de ansiedade" plausível e uma estratégia para lidar com ela, então muitos indivíduos agrupam-se para combater o objecto com uma mentalidade única colectiva. Isto permite que as pessoas deixem de se concentrar nos seus próprios problemas, evitando a angústia mental pessoal. Em vez disso, concentram todo o seu pensamento e energia neste novo objecto.

À medida que a formação de massa avança, o grupo torna-se cada vez mais unido e ligado. O seu campo de atenção é estreitado e tornam-se incapazes de considerar pontos de vista alternativos. Os líderes do movimento são reverenciados, incapazes de não fazer algo errado.

[Se] deixada grassar, uma sociedade sob o feitiço da formação em massa apoiará uma estrutura de governação totalitária capaz de atrocidades impensáveis a fim de manter a submissão. Uma nota: a formação em massa é diferente do pensamento de grupo. Há formas fáceis de consertar o pensamento grupal, simplesmente introduzindo vozes dissidentes e assegurando que se lhes dá plataformas. Não é assim tão fácil com a formação em massa. Mesmo quando a narrativa se desintegra, as rachaduras na estratégia não resolvem claramente o problema, a multidão hipnotizada não consegue libertar-se da narrativa. Isto é o que parece estar a acontecer agora com a COVID-19. A solução para aqueles que controlam a narrativa é produzir mentiras cada vez maiores para escorar a solução. Aqueles que estão a ser controlados pela formação em massa já não mais capazes de usar a razão para se libertarem da narrativa do grupo.

Evidentemente, o exemplo óbvio de formação em massa é a Alemanha nos anos 30 e 40. Como podia o povo alemão, que era altamente educado, muito liberal no sentido clássico; pessoas de pensamento ocidental... como poderia enlouquecer tanto e fazer o que fez aos judeus? Como pôde isto acontecer?

A um povo civilizado? Um líder de um movimento de formação em massa utilizará a plataforma para continuar a bombear o grupo com novas informações para se focalizarem. No caso da COVID-19, gosto de usar o termo "pornografia do medo". Líderes, através dos principais media e canais governamentais alimentam continuamente a "besta" com mais mensagens que focalizam e hipnotizam ainda mais os seus aderentes.

Estudos sugerem que a formação em massa segue uma distribuição geral:
30% são lavados ao cérebro, hipnotizados, doutrinados pela narrativa de grupo
40% no meio são persuadíveis e podem seguir se nenhuma alternativa digna for percebida
30% lutam contra a narrativa.

Aqueles que se rebelam e lutam contra a narrativa, tornam-se o inimigo daqueles com o cérebro lavado e um alvo primário de agressão.

Um dos melhores meios de combater a formação em massa é que aqueles que se opõem à narrativa continuem a falar contra ela, o que serve para ajudar a romper a hipnose de alguns no grupo cérebro lavado, bem como persuadir os do meio que forem persuadíveis a escolherem a razão ao invés da cegueira mental.

O Dr. Desmet sugere que para algo tão grande como a COVID-19, o único meio de romper a psicose de formação em massa é dar à multidão algo maior em que se concentrar. Ele acredita que o totalitarismo pode ser essa questão maior. Naturalmente, após a COVID-19, o totalitarismo global poderá ser a maior questão do nosso tempo.

09/Dezembro/2021


 

[*] Especialista em terapia genética, bio-defesa, vacinas e imunologia; descobridor da transfecção in-vitro e in-vivo de RNA e arquitecto da plataforma de vacinas mRNA

O original encontra-se em rwmalonemd.substack.com/p/mass-formation-psychosis

Este artigo encontra-se em resistir.info

https://resistir.info/pandemia/malone_09dez21.html

 Obrigado pela visita, volte sempre.

A histeria do covid já foi documentada anteriormente. Trata-se de hipnose em massa, a loucura das multidões.



Como muitos de vocês sabem, passei um tempo pesquisando e falando sobre a teoria da psicose em massa. A maior parte do que aprendi veio do Dr. Mattias Desmet, que percebeu que esta forma de hipnose em massa, da loucura das multidões, pode explicar o estranho fenômeno de cerca de 20-30% da população no mundo ocidental ficando em transe com as nobres mentiras e a narrativa dominante sobre a segurança e a eficácia das vacinas genéticas, e ambas propagadas e aplicadas por políticos, burocratas da ciência, corporações farmacêuticas e mídia tradicional.

O que se observa com a hipnose em massa é que uma grande fração da população é completamente incapaz de processar novos dados científicos e fatos que demonstram que foram enganados sobre a eficácia e os impactos adversos do uso de máscara obrigatória, lockdowns e vacinas genéticas que fazem o corpo das pessoas produziram grandes quantidades de proteínas spike biologicamente ativa de coronavírus.

Estes que foram hipnotizados no processo são incapazes de reconhecer as mentiras e deturpações que estão sendo bombardeados diariamente, e atacam ativamente qualquer um que tenha a temeridade para compartilhar informações com elas que contradizem a propaganda que eles abraçaram. E para aqueles cujas famílias e círculos sociais foram dilacerados por esse processo, e que acham que parentes próximos e amigos os ostracizaram porque questionam a "verdade" endossada oficialmente e estão na verdade seguindo a literatura científica, isso pode ser uma fonte de profunda angústia, tristeza e dor psicológica.

É com essas almas em mente que incluí uma discussão sobre a teoria da formação de massa do Dr. Mattias Desmet durante uma conversa recente que dei em Tampa, Flórida a uma audiência de cerca de 2.000 pessoas. Quando olhei para o público e falei, pude ver alívio em muitos rostos e até mesmo lágrimas correndo dos olhos dos homens estóicos.

Uma breve visão geral da formação de massa, que foi desenvolvida pelo Dr. Mattias Desmet. Ele é psicólogo e estatístico. Ele está na Universidade de Ghent, na Bélgica. Acho que o Dr. Mattias está certo sobre o que está acontecendo e ele chama esse fenômeno de: Formação de Psicose em Massa.

Então, quando ele diz formação de “massa”, você pode pensar nisso como equivalente à formação de “multidão”. Pode-se pensar nisso como: Psicose da Multidão.

As condições para estabelecer esse fenômeno incluem a falta de conexão social e criação de sentido, bem como grandes quantidades de ansiedade latente e agressão passiva. Quando as pessoas são inundadas por uma narrativa que apresenta um "objeto de ansiedade" plausível e uma estratégia para enfrentá-la, muitos indivíduos se agrupam para lutar contra o objeto com uma concentração coletiva. Isso permite que as pessoas parem de se concentrar em seus próprios problemas, evitando a angústia mental pessoal. Em vez disso, eles concentram todo o seu pensamento e energia neste novo objeto.

Conforme a formação de massa progride, o grupo fica cada vez mais ligado e conectado. Seu campo de atenção é reduzido e tornam-se incapazes de considerar pontos de vista alternativos. Líderes do movimento são reverenciados, incapazes de não fazer mal.

Se permanecer inabalável, uma sociedade sob o feitiço de formação de massa apoiará uma estrutura totalitária de governança capaz de atrocidades outrora impensáveis, a fim de manter a conformidade. Uma nota: A formação de massa é diferente do pensamento de grupo. Há maneiras fáceis de consertar o pensamento de grupo apenas trazendo vozes dissidentes e certificando-se de lhes dar plataformas. Não é tão fácil com a formação de massa. Mesmo quando a narrativa desmorona, as rachaduras na estratégia não estão resolvendo a questão, a multidão hipnotizada não pode se libertar da narrativa. Isto é o que parece estar acontecendo agora com a Covid-19. A solução para aqueles no controle da narrativa é produzir mentiras maiores e maiores para sustentar a solução. Aqueles que estão sendo controlados pela formação de massa não são mais capazes de usar razão para se libertar da narrativa do grupo.

Claro, o exemplo óbvio de formação em massa é a Alemanha nas décadas de 1930 e 40. Como poderia o povo alemão que era altamente educado, muito liberal no sentido clássico; Pessoas de pensamento ocidental ... como eles puderam ficar tão loucos e fazer o que fizeram aos judeus? Como isso pôde acontecer? Para um povo civilizado? Um líder de um movimento de formação em massa usará a plataforma para continuar a bombear o grupo com novas informações para se concentrar. No caso do COVID-19, gosto de usar o termo "pornografia do medo" (fear porn). Os líderes, por meio da grande mídia e dos canais do governo, continuamente alimentam a “besta” com mais mensagens que focam e hipnotizam ainda mais seus adeptos.

Estudos sugerem que a formação de massa segue uma distribuição geral:

  • 30% sofrem lavagem cerebral, hipnotizados, doutrinados pela narrativa do grupo

  • 40% no centro são persuadíveis e podem seguir a narrativa se nenhuma alternativa válida for percebida

  • 30% lutam contra a narrativa.

Aqueles que se rebelam e lutam contra a narrativa, tornam-se inimigos da lavagem cerebral e alvo primário da agressão.

Uma das melhores maneiras de se opor à formação de massa é para aqueles que se opõem à narrativa continuarem a falar contra ela, o que serve para ajudar a quebrar a hipnose de alguns no grupo da lavagem cerebral, bem como persuadir o meio persuadível a escolher a razão em vez da estupidez.

O Dr. Desmet sugere que para algo tão grande como COVID-19, a única maneira de quebrar a psicose de formação de massa é dar à multidão algo maior em que se concentrar. Ele acredita que o totalitarismo pode ser o problema maior. Claro, depois de COVID-19, o totalitarismo global pode ser o maior problema de nosso tempo.

Robert W. Malone



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domingo, 16 de janeiro de 2022

O esquilo listrado e a parte de cada um. O dedo de Rama.

O esquilo listrado e a parte de cada um


O Ramayana é um texto clássico indiano formado por 24 mil versos! É uma grande narrativa composta por centenas de pequenas histórias que se interligam por um fio condutor. Tudo acontece contra ou a favor do Dharma, uma lei cósmica e imutável para os deuses e homens.  O cerne da narrativa é uma história de amor entre o Príncipe Rama e sua amada Sita. Na verdade, Rama é um avatar de Vishu (Sr. Narayana) e Sita um avatar da deusa Lakshmi (deusa da fortuna).

Certa ocasião, quando Rama e Sita estavam refugiados na floresta Dandaka ela foi sequestrada pelo “Demônio” Ravana e conduzida, à força, num carro alado até o Reino de Ravana em Lanka. A narrativa toda gira em torno desse fato. Rama empregou todas as suas forças e juntou forças aliadas para trazer Sita de volta.

A terra de Lanka ficava muito distante, ao sul da Índia. Além da distancia, era protegida pelas águas do mar. Graças ao esforço e habilidades de Hanuman, o deus macaco, o esconderijo de Sita foi encontrado. Hanuman era filho do deus-vento (Vayu) e podia voar pelos ares. Isso possibilitou sua viagem até a distante terra de Lanka. Mas, esse foi só o começo da luta. Era preciso trazer Sita de volta. Enquanto, isso, Rama permaneceu em vigília durante muitos dias. Olhava para ao mar e perguntava a si mesmo: Como irei transpô-lo? Ele, no entanto, havia jurado por si mesmo, que nunca deixaria o sentimento de tristeza abatê-lo. Então, pediu aos deuses Samudra (Oceano) e Varuna (deus das águas), que viessem ao seu encontro e lhe dessem uma luz. O oceano permanecia mudo.  Mas Rama era um homem de ação. Desafiou o silêncio do mar quando disparou contra ele uma poderosa flecha. A seta voou silvando e rasgando as águas. Conchas marinhas e pedras aquáticas, fumegantes voaram pelos ares. Rama chamou os ventos. Ondas pesadas  ergueram-se e a água transformou-se num redemoinho. Foi assim, que ele acabou sendo atendido pelo deus do mar.

Samudr (deus oceano), não pode ficar indiferente diante das atitudes de Rama. Levantou-se, pesadamente, de seu leito e depois de um diálogo com o herói deu-lhe a dica  de que ele precisava. Falou de Nala, o macaco filho de  Viswakarman (arquiteto celeste e senhor das artes). Contou-lhe que Nala nascera com um defeito. Tudo o que ele atirasse na água não afundaria. Estava ali, o segredo para a construção da ponte que o levaria a Lanka.  Uma “senhora ponte”, de aproximadamente, cem léguas! Com a permissão de Samudra e a ajuda de homens e animais Rama deu início à obra. Nala lançava as pedras na água e os demais bichos iam entrelaçando-as e finalizando o trabalho.

Para contruir a ponte Rama convocou uma legião de macacos, coordenada por Sugriva e um grande número de ursos coordenados por Jambavan.  No décimo quinto dia a ponte estava pronta e Lanka poderia ser atacada. Isso é que foi determinação!

Enquanto os grandes bichos carregavam pedras enormes, quase pisavam num grupo de esquilos que caminhavam, nervosamente, de um lado para outro da construção. Até que alguém percebeu aquele vai e vem  de esquilos e quis investigar o que eles faziam. Então, perceberam que os esquilos molhavam-se na água e em seguida rolavam-se na areia da praia. Depois disso corriam sobre a ponte balançando seus corpinhos para que a areia pudesse cair entre as pedras unindo-as com firmeza. Dessa maneira, mesmo sem serem percebidos, prestaram um grande serviço. Ao saber disso, Rama quis agradecê-los de forma original. Deslizou três dedos pelas costas dos bichinhos. É por isso que, até hoje, os esquilos indianos carregam três listras pretas sobre as costas. São as marcas dos dedos de Rama. Um sinal de gratidão àquelas criaturinhas tão pequenas que prestaram um grande trabalho na construção da ponte.

O ensinamento moral dessa história não é difícil de ser notado: Não importa o seu tamanho. Cada um, à sua maneira, pode contribuir para o bem de todos!

Imagem de denkendewolke por Pixabay 

sábado, 15 de janeiro de 2022

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

DJOKOVIC, um herói! Entenda o que a mídia te esconde!


Para apoiar o canal: https://apoia.se/luizcamargovlog Biblioteca do Luiz: https://bibliotecadoluiz.com.br/ Novak Djokovic, que ao desembarcar na Austrália para o Tennis Austrália teve sua entrada e visto recusados pelo país, e está impedido de particpar do torneio. Depois de ficar no centro de migração, Djokovic agora está em um hotel Melbourne. O pai do tenista veio a público e declarou que Novak Djokovic está em um cativeiro e se tornou um símbolo do mundo livre e povos oprimidos. Entenda tudo que está acontecendo com o tenista número 1 do mundo, enquanto no Brasil, por declarações semelhante, Bolsonaro é duramente criticado pelo Jornal Nacional na Globo.

Hoje é dia do Sagrado Jejum Sri Apara Ekadasi dia 13/05/26 quarta-feira lendo e explicando.

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