terça-feira, 29 de março de 2022

Diploma inútil? Por que tantos brasileiros não conseguem trabalho em suas áreas



fonte: Ingrid Fagundez
Da BBC Brasil em São Paulo
4 novembro 2016



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Com tantos graduados no mercado, muitos não conseguem exercer suas profissões


Milhares de jovens pelo Brasil enfrentam todos os anos o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), prova que pode garantir a entrada deles na universidade. Os estudantes apostam na graduação para começar uma carreira. No entanto, muitos dos que pegam o diploma hoje não conseguem exercer sua profissão.


A culpa não é só da crise econômica, que levou o desemprego a 11,8% no terceiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, mas do perfil dos recém-formados. Eles se concentram em poucas áreas e, quando buscam uma vaga, percebem que não há tanto espaço para as mesmas funções.


A análise foi feita pelo economista e professor da USP Hélio Zylberstajn, a partir de um cruzamento de dados do Censo do Ensino Superior e da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho.

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Os números de 2014, os mais recentes disponíveis, mostram que 80% dos formandos estudavam em seis ramos: comércio e administração; formação de professor e ciências da educação; saúde; direito; engenharia e computação. Ao olhar o que faziam os trabalhadores com ensino superior, o professor notou que os cargos não existiam na mesma proporção dos diplomas.


Um bom exemplo é o setor de administração que, em 2014, correspondia a 30% dos concluintes. Apesar da fatia expressiva, apenas 4,9% dos trabalhadores com graduação eram administradores de empresa. Outros 9,4% eram assistentes ou auxiliares administrativos, função que nem sempre exige faculdade.

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Mais gente no ensino superior


Mas o que levou esse número a crescer tanto?


A multiplicação das instituições privadas, ao lado da maior oferta das bolsas do Prouni e do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), facilitaram o acesso dos brasileiros à graduação. De 2000 a 2014, a quantidade de instituições dessa natureza aumentou 15%. Outro fator, dizem os entrevistados, é cultural: no país, a beca é sinônimo de status.


"A gente despreza o técnico e supervaloriza o superior. É uma tradição ibérica. Como por muito tempo foi uma coisa da elite, passou a ser considerado um meio de ascender socialmente", afirma Zylberstajn.

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Para a professora Elisabete Adami, da Administração da PUC-SP, esse objetivo está ligado à ideia de que o diploma basta para ganhar mais.


Ela deu aulas em faculdades privadas de São Paulo e notava o desejo de seus alunos de melhorar de vida.


"Na sala, tinha três que eram carteiros, muitos motoboys, o pessoal que trabalhava em lojas. O que eles queriam ali? Subir."



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Rodolfo Garrido foi fazer faculdade de engenharia porque queria ganhar mais


Era no que Rodolfo Garrido pensava quando largou o ensino técnico para entrar em uma faculdade privada. Ele ganhava R$ 2.600 como programador de produção em uma metalúrgica. Como engenheiro, diz, seu salário poderia subir para R$ 4.000.


Com a oportunidade do financiamento estudantil, decidiu apostar.

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"Já trabalhava na área, então só juntei os estudos. Para poder me graduar e ter um salário melhor, poderia ganhar o dobro. Quando surgiu o incentivo do governo, comecei a pesquisar, porque antes era uma bolada."


Depois de três semestres, teve que deixar as aulas porque ficou desempregado.


Segundo a diretora do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP, Tania Casado, a crença de Rodolfo é endossada por pesquisas. Elas mostram que empregos de nível superior recebem salários maiores. Mas a professora faz uma ressalva: os levantamentos são feitos com quem já está trabalhando nesses cargos.


"Os dados são verdadeiros, só que é preciso lê-los corretamente. O fato de você fazer uma faculdade não significa que vai para um vaga desse tipo."


Os motivos pelos quais Rodolfo escolheu engenharia também ajudam a explicar a concentração dos estudantes em seis áreas, que incluem saúde, direito e computação. São profissões tradicionais, teoricamente mais estáveis e bem pagas. Além disso, são as mais oferecidas pelas instituições privadas, responsáveis por 87,4% da educação superior no país.


"As pessoas vão para faculdades pagas, que têm cursos de menor custo, como Direito e Administração", diz o professor Hélio Zylberstajn.


Eles são mais baratos porque não usam outros equipamentos a não ser a sala de aula. Cursos de Química, por exemplo, exigem laboratórios e substâncias controladas.


Outro fator para decisões tão parecidas seria a pouca idade com que os brasileiros escolhem uma profissão.


"É uma meninada de 17, 18 anos, que faz Administração porque o pai fez, ou porque acha legal ser CEO", diz a professora Elisabete Adami, da PUC-SP.



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Evelyn queria ser administradora de empresas, mas trabalha como assistente administrativa

Aceitar o que tiver


Com tantos professores, administradores e advogados no mercado, muita gente tem dificuldade de conseguir um bom cargo na sua área. Às vezes o jeito é aceitar vagas que pedem apenas ensino médio.


Quando Evelyn Maranhão se formou, em 2011, pensava que seria administradora de empresas. Cinco anos e muitas negativas depois, trabalha como assistente administrativa. Ela registra pedidos e lança horas-extras no sistema de uma empresa de manutenção predial.


"Achei que ia lidar com estatística, relatório, análises, e, na verdade, faço o que uma secretária faria. Imaginava que estaria na tomada de decisões."


Há quem nem consiga exercer sua profissão.

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Antes de cursar enfermagem, Vivian Oliveira trabalhava com eventos. Mesmo depois da formatura, continua organizando congressos, feiras e festas. Nesse meio tempo, diz, mandou incontáveis currículos, e não foi chamada para entrevistas. Só foi contratada por uma clínica, onde ficou um ano.


"Até há vagas, mas como não tenho muita experiência, eles não chamam."


Para a enfermeira, o fato de não ter estudado em uma universidade conceituada prejudicou sua trajetória "Se surgir uma posição no (hospital Albert) Einstein, vai entrar alguém de faculdade renomada. Vi que meus colegas buscam fazer pós em lugares reconhecidos, porque colocam esse nome no currículo."



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Formada em enfermagem, Vivian trabalha com eventos

Faculdade renomada


A falta de experiência e a formação em instituições pouco prestigiadas são os principais empecilhos que os formandos enfrentam nos processos de seleção, diz Luciane Prazeres, coordenadora de Recursos Humanos da agência de empregos Luandre.


Prazeres relata que muitos profissionais chegam no mercado sem ter feito estágio porque precisaram trabalhar para pagar os estudos. E alguma experiência na área é sempre requisitada pelos empregadores.


"A maioria são recepcionistas, operadores de call center que buscam o oposto do que estão fazendo. Mas, se ele não sai do mercado para estagiar, é difícil conseguir uma oportunidade."


Segundo ela, é comum que, ao abrir um posto, as empresas peçam candidatos formados em determinada universidade.


Professora na PUC-SP, Elisabete Adami diz notar essa diferença ao ver que seus alunos saem empregados do curso.

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"Pega estudantes da PUC, da FGV, do Insper, da USP...eles não estão tão sem trabalho. O pessoal de faculdades de segunda linha não encontra espaço e vai ter que fazer uma pós para complementar a formação."


Para Adami, houve uma proliferação de escolas com menos qualidade, que entregariam profissionais deficientes.


"Esses conglomerados pagam, em média, R$ 17 a hora-aula. Que tipo de professor você vai ter?"


No entanto, pondera, a estrutura ruim não é sempre sinônimo de profissionais mal-preparados. Só que, nesses ambientes, eles são mais frequentes do que em instituições de ponta.


"Sai gente boa, mas por conta própria, porque são esforçados."


Entre uma graduação ruim e uma boa formação técnica, diz Adami, ela aposta na segunda.


"Essa mania de ser o primeiro da família a se formar é uma ilusão, mas é forte no Brasil. É secular. Na França e na Alemanha, você não tem esse percentual de jovens na universidade."

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Proliferação de faculdades levou à formação de profissionais deficientes, diz professores

Ensino técnico


O ensino técnico é citado pelos entrevistados como uma opção interessante.


Hélio Zylberstajn, da USP, diz que o técnico é negligenciado e faz falta para o país. O professor sugere que disciplinas dos cursos técnicos sejam incluídas na grade curricular do ensino médio, e não em institutos, como acontece hoje.


"Estamos carentes desses profissionais. No ensino médio, deveríamos formar mão de obra em cooperação com as empresas."


Esse tipo de formação deve ser levada em conta antes da decisão definitiva pelo ensino superior, afirma Tania Casado, do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP.

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"É preciso olhar para o lado e ver que há muitas posições não preenchidas, porque as pessoas não têm estudo específico. Os jovens precisam saber disso ao se lançarem em um curso."


Se a escolha for pelo ensino superior, Casado diz que o estudante não deve conhecer apenas a profissão, mas as ocupações que ela abrange. Um graduado em Medicina, por exemplo, pode tornar-se um gestor de plano de saúde. Da mesma forma, alguém formado em Administração pode virar um consultor.


Além de analisar as alternativas que o mercado oferece, aconselha a diretora, o candidato deve olhar para si e escolher algo com o que se identifique. Se depois quiser mudar de área, a transição não tem que ser dolorosa. Nem sempre uma nova faculdade é necessária, afirma. Às vezes uma especialização ou cursos livres são suficientes.


"Carreira é isto: olhar o entorno e se olhar, o tempo inteiro. E saber que, à medida que você vai evoluindo, pode haver outros interesses, o que é bom. É preciso se preparar para esses interesses, mas não necessariamente isso passa por uma graduação."


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JANAINA PASCHOAL, IVES GANDRA E THAMÉA DANELON - DIRETO AO PONTO - 28/03/22: Augusto Nunes desta segunda-feira (28) recebe a deputada estadual Janaina Paschoal, o jurista Ives Gandra e a procuradora da República Thaméa Danelon para o debate "A Justiça em Julgamento".


#DiretoAoPonto 🎯 com Augusto Nunes desta segunda-feira (28) recebe a deputada estadual Janaina Paschoal, o jurista Ives Gandra e a procuradora da República Thaméa Danelon para o debate "A Justiça em Julgamento". Às 21h30, assista na TV Jovem Pan News, no YouTube e no app da @Panflixoficial. Baixe agora GRÁTIS!

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domingo, 27 de março de 2022

Cultura Milenar Indiana. Santana Dharma: Sad Darshanas Seis Caminhos filosóficos, muita gente fala muitas inverdades sobre esta cultura. Indicação de leitura #48.








3. Religião Inventada

Discípulo: Questão número três: “Afirma­-se que a maior força do hinduísmo consiste em sua liberalidade, ou amplitude de visão, mas afirma-se que é também a sua maior fraqueza o fato de haver pouquíssimos preceitos religiosos compulsórios para todos, como acontece em outras religiões. É necessário e possível delinear certos preceitos básicos mínimos para todos os hindus?”.

Śrīla Prabhupāda: No que se refere à religião védica, ela não é apenas para os ditos hindus. Tente entender que sanātana-dharma é a natureza e o dever eternos e universais de todo ser vivo – destina-se a todas as entidades vivas, daí chamar-se sanātana-dharma. A entidade viva é sanātana, ou eterna, e Deus é sanātana, e existe o sanātana-dhāma, a morada eterna do Senhor. Como Kṛṣṇa descreve no Bhagavad-gītā (8.20)paras tasmāt tu bhāvo ’nyo vyakto ’vyaktāt sanātanaḥ: “Contudo, existe outra natureza, que é imanifesta e eterna”. E, no décimo primeiro capítulo, o próprio Kṛṣṇa é descrito como sanātanaḥ.

Na verdade, o sistema védico é chamado de sanātana-dharma, e não de dharma hindu. Essa é uma concepção errada. Sanātana­-dharma destina­-se a todas as entidades vivas, não apenas aos ditos hindus. O próprio termo “hindu” é uma concepção errônea. Os muçulmanos se referiam ao povo indiano, que vivia do outro lado do rio Sind, como “Sindus”, o que, devido à peculiaridade da pronúncia deles, tornou-­se “hindus”. De qualquer forma, os muçulmanos chamavam a Índia de “Indostão”, que significa “a terra do outro lado do rio Sind, ou ‘Hind’”, mas não há referência nos textos védicos do termo “Indostão”. Diante disto, não há tal coisa como “dharma hindu” nos textos védicos.

Antes de tudo, temos que entender que o verdadeiro dharma védico é sanātana-dharma, ou varṇāśrama-dharma. Agora que o sanātana-dharma, ou o dharma védico, está sendo desobedecido, deturpado e mal representado, ele passou a ser conhecido como “hinduísmo”. Essa é uma compreensão errônea, falsa. Temos de estudar o sanātana-dharma, ou varṇāśrama-dharma, a partir do que compreenderemos o que é a religião védica.

Toda entidade viva é eterna, sanātana, e Deus também é eterno, e podemos viver com Deus no sanātana-dhāma, Sua morada eterna. Esta reciprocidade chama­-se sanātana-dharma, a natureza e dever eternos do ser vivo. A religião védica, portanto, é o sanātana-dharma, e não o “dharma hindu”. Leia o verso do Bhagavad-gītā que descreve Kṛṣṇa como sanātanaḥ.

Fonte do testo acima,: Civilização e Transcendência Sua Divina Graça
A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupāda
responde a um questionário do Bhavan’s Journal,
em 28 de junho de 1976.





Os seguidores do Tantra eram frequentemente rotulados como Nāstika pelos proponentes políticos da tradição védica. O termo Nāstika não denota um ateu, uma vez que o Veda apresenta um sistema sem Deus sem um único ser todo-poderoso ou múltiplos seres todo-poderosos. Aplica-se apenas àqueles que não acreditam nos Vedas. Os Sāṃkhyas e Mīmāṃsakas não acreditam em Deus, mas acreditam nos Vedas e, portanto, não são Nāstikas. Os budistas, jainistas e carvakas não acreditam nos Vedas; portanto, eles são Nāstikas.

—  Bhattacharyya 1999 , pp. 174




ŚB 1.2.11

vadanti tat tattva-vidas
tattvaṁ yaj jñānam advayam
brahmeti paramātmeti
bhagavān iti śabdyate

Sinônimos

vadanti — dizem; tat — que; tattva-vidaḥ — as almas eruditas; tattvam — a Verdade Absoluta; yat — que; jñānam — conhecimento; advayam — não-dual; brahma iti — conhecida como Brahman; paramātmā iti — conhecida como Paramātmā; bhagavān iti — conhecida como Bhagavān; śabdyate — foi assim pronunciado.

Tradução

Transcendentalistas eruditos que conhecem a Verdade Absoluta chamam essa substância não-dual de Brahman, Paramātmā ou Bhagavān.

Śrī īśopaniṣad Invocação

oṁ pūrṇam adaḥ pūrṇam idaṁ
pūrṇāt pūrṇam udacyate
pūrṇasya pūrṇam ādāya
pūrṇam evāvaśiṣyate

Sinônimos

oṁ — o Todo Completo; pūrṇam — perfeitamente completo; adaḥ — este; pūrṇam — perfeitamente completo; idam — este mundo fenomenal; pūrṇāt — do perfeitíssimo; pūrṇam — unidade completa; udacyate — é produzida; pūrṇasya — do Todo Completo; pūrṇam — completamente, tudo; ādāya — tendo sido tirado; pūrṇam — o equilíbrio completo; eva — mesmo; avaśiṣyate — permanece.

Tradução

Deus, a Pessoa Suprema, é perfeito e completo. Sendo completamente perfeito, tudo que emana dEle, como, por exemplo, este mundo fenomenal, é perfeitamente equipado como todos completos. Tudo o que é produzido pelo Todo Completo também é completo em si mesmo. Porque Ele é o Todo Completo, muito embora tantas unidades completas emanem dEle, Ele permanece o equilíbrio completo.





















sexta-feira, 25 de março de 2022

Graduação Plena É O Mesmo Que Licenciatura Plena. Está Tendo Um Concurso Sou Licenciada Posso Fazer.



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Como evitar o multitasking? O multitasking tornou-se uma tendência para os estudantes que têm dificuldade de se concentrar em uma única atividade.


O multitasking tornou-se uma tendência para os estudantes que têm dificuldade de se concentrar em uma única atividade.

estudantes os estudantes de hoje têm problemas para manter sua atenção em uma única atividade, seja ela de estudo, leitura ou outras tarefas. É por isso que eles recorrem ao multitasking, ou seja, realizam várias atividades ao mesmo tempo.

Entre as principais distrações às quais estão expostas estão as mídias sociais. Além de ser um meio de comunicação com outras pessoas e de aprendizagem, também é utilizado como fonte de lazer e entretenimento. Entretanto, o uso prolongado pode levar à perda de tempo e dispersão. É por isso que multitaskingàs vezes se torna um problema dentro e fora da sala de aula.

Como pode ser evitado?

Trabalhar em uma tarefa de cada vez. Uma opção é organizar tarefas do mesmo tipo para serem realizadas em conjunto.

2.- Estabelecer metas claras. É sempre preferível começar com objetivos pequenos e claros que o ajudem a avançar pouco a pouco, sem perder a motivação ou o incentivo. Por exemplo, quando se trata de estudar um assunto longo, a chave é dividi-lo em várias partes e intercalá-las com pausas curtas.

3.- Espalhe o tempo ao longo do dia. Ferramentas como “Timer” ou “Pomodoro” podem ser úteis para alocar tempo e realizar todas as atividades de estudo e lazer durante o dia.

4.- Reproduzir sons binaurais ou música de super-aprendizagem. Ambos os tipos ajudam a estimular a produção de ondas alfa no cérebro. Elas também influenciam a atenção, a memória e a concentração. Todos são diferentes, por isso é recomendável que você tente até encontrar aquele que atenda às suas necessidades.

5.- Praticar. Uma estratégia para evitar o recurso ao multitaskingmulti é praticar prestando atenção a uma coisa durante um minuto. Para começar, é melhor fazê-lo com respiração natural ou com um certo ritmo.

Por fim, vale lembrar que a FUNIBER patrocina cursos para formar profissionais na área. Um dos programas é o Mestrado em Educação com especialidade em Organização e Gestão de Centros Educacionais e o Mestrado na Educação.

Fonte: Consejos para prevenir el ‘multitasking’ en el alumnado

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Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo

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