segunda-feira, 3 de abril de 2023

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Em 1963, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson conduziram um interessante e ousado experimento em uma escola de ensino fundamental na Califórnia, EUA, que ficou conhecido como “efeito Pigmaleão na sala de aula” ou “efeito Rosenthal”




Em 1963, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson conduziram um interessante e ousado experimento em uma escola de ensino fundamental na Califórnia, EUA, que ficou conhecido como “efeito Pigmaleão na sala de aula” ou “efeito Rosenthal” (descrito no livro da ilustração abaixo).

Segundo a mitologia grega, Pigmaleão, o rei da ilha de Chipre, não encontrava, em toda a ilha, uma mulher com quem quisesse se casar. O rei condenava o comportamento das mulheres da ilha, por ser inadequado e desonroso, e nenhuma delas era digna do seu amor e admiração.. Por isso, Pigmaleão optou pelo celibato. O rei era um exímio escultor e, segundo ele próprio, sua mais bela obra foi Galatéia, uma mulher lindíssima, esculpida em marfim. A estátua era tão bela que Pigmaleão se apaixonou por ela e passava seus dias a admirá-la, vesti-la com lindas roupas, adorná-la com joias caras, beijá-la e acariciá-la como se fosse a mulher ideal, a quem chamava de adorada esposa. Tão grande era a admiração e o amor do rei pela estátua que Afrodite, a deusa do amor, a transformou em uma mulher de verdade. Ao abrir os olhos pela primeira vez após ser beijada pelo seu criador, Galatéia apaixonou-se por ele. Viveram um grande amor e tiveram duas filhas.

O mito do Pigmaleão é ainda utilizado nos dias de hoje para ilustrar o efeito que a expectativa do outro tem sobre uma pessoa. Mesmo antes de nascer somos alvo de expectativas alheias, não apenas em relacionamentos amorosos, e estas expectativas são poderosas na modelagem no nosso comportamento. Pois bem, Robert Rosenthal e Lenore Jacobson demonstraram que o efeito Pigmaleão na sala de aula pode determinar o desempenho acadêmico dos alunos!

Como foi realizado o experimento?

Os pesquisadores aplicaram um teste fictício em uma sala de aula e disseram à professora da turma que se tratava de um experimento para medir as chances de sucesso acadêmico daquelas crianças. Aleatoriamente, algumas crianças foram apontadas por eles como as mais promissoras. Somente a professora teve a informação, nenhum dos alunos teve conhecimento do teste ou do seu “resultado”. Ao final do ano letivo, quando retornaram à escola para avaliar o desempenho dos alunos da turma, constataram que aqueles escolhidos randomicamente como mais promissores apresentaram, realmente, os melhores resultados, e desta vez reais, em termos de desempenho escolar.

O experimento foi replicado inúmeras vezes, em outros tempos e lugares, e os resultados confirmaram os achados de Rosenthal e Jacobson. Ou seja, esses pesquisadores demonstraram o que ocorre subliminarmente no cotidiano: a expectativa do professor sobre o potencial de seus alunos tem papel fundamental no desempenho acadêmico desses estudantes.

Penso ser desnecessário me estender analisando as implicações do experimento. Fica a reflexão sobre o cuidado que devemos ter na sala de aula quando damos atenção a certos alunos mais bem comportados, mais caprichosos com seus afazeres e materiais, mais inteligentes e promissores, no nosso entender. Estamos reforçando a profecia sobre as chances desses alunos serem maiores do que as daqueles que não atendem nossos ideais.

Fica a dica: aprecie as qualidades daqueles alunos menos promissores, que não atingem, seja lá por que motivo for, o ideal de aluno que você tem na cabeça ou que a escola constrói nas suas reuniões de Conselho de Classe. Ninguém é perfeito e, igualmente, ninguém é desprovido de qualidades e potencialidades.

Vamos esculpir "Galatéias" na sala de aula! Acredite nas potencialidades dos seus alunos. Um elogio honesto na hora certa, dedicação, carinho, empatia e cuidado podem transformar uma estátua petrificada pela nossa crença de insucesso em um aluno interessado, motivado, capaz e apaixonado pelo que queremos lhe ensinar.

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Link para um resumo, do próprio Rosenthal, sobre o experimento citado:
Imagem retirada do site:
http://www.garfield.library.upenn.edu/classics1980/A1980JD87300001.pdf?fbclid=IwAR34LxLL7Wv4Sd-3Vy_AoGgEgLx00XfZTL-26mH16Z-AQzp9BejTu9OwEtw




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domingo, 2 de abril de 2023

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A importância do Domingo de Ramos

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir Cristo é renunciarmos a nós mesmos

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo, há poucos dias, tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia e estava maravilhado, pois tinha a certeza de que esse era o Messias anunciado pelos profetas, mas, esse mesmo povo tinha se enganado com tipo de Messias que Cristo era. Pensava que, fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

A importância do Domingo de Ramos-artigo

Foto ilustrativa: Arquivo CN/cancaonova.com

Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, e sim, o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

Os ramos lembram nosso batismo

Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que essa é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente e nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim, na eternidade; aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.

Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus, Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos causados pelas mãos dos soldados na casa de Anás, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-O, crucifica-O”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, Seu diálogo com o bom ladrão, Sua morte e sepultura.

Entrada “solene” de Jesus em Jerusalém

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade há nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse Domingo de Ramos!

O Mestre nos ensina, com fatos e exemplos, que o Reino d’Ele, de fato, não é deste mundo. Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível: o pecado. E para isso é preciso imolar-se, aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la. A muitos o Senhor Jesus decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre.

Muitos pensam: “Que Messias é esse? Que libertador é esse? É um farsante! É um enganador que merece a Cruz por nos ter iludido”. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado. O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja e, consequentemente, a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei Sagrada de Deus, que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses, e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, “a ditadura do relativismo”.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciarmos a nós mesmos, morrermos na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao mundo para salvá-lo.

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Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br e Twitter: @pfelipeaquino



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