sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

Pseudoprofundidade: o teatro da mentira


Pseudoprofundidade - o teatro da mentira

Pseudoprofundidade é uma forma de falar coisas óbvias ou mal-intencionadas como se fosse algo novo, profundo e revelador. Apesar de não se tratar de uma falácia — mas sim de uma habilidade teatral — a pseudoprofundidade costuma caminhar lado a lado com as faláciaspois é uma forma de camuflar argumentos fracos, incoerentes ou desonestos com um falso revestimento de “conhecimento profundo” ou “sabedoria divina”.

Ouça esse post:

    Muitos líderes religiosos, políticos e gurus são especialistas nessa estratégia. Normalmente é utilizada para abordar os grandes temas da vida, como as questões existenciais, o amor, a morte e a sobrevivência. Ainda que sejam temas essenciais, são também assuntos de grande apelo emocional, e por isso mesmo são um vasto campo atuação para oportunistas e aproveitadores que exploram o desespero, a ingenuidade e a fragilidade das pessoas.

    Pseudoprofundidade nas religiões


    Essa é uma estratégia utilizada apenas por líderes religiosos desonestos que pretendem passar uma impressão de inspiração divina, mas escondem intenções egoístas e vaidosas.

    Imagine o orador em silêncio. De repente, ele começa a falar pausadamente: “Para morrer, basta estar vivo”“É importante conhecer a si mesmo”“Deus é misterioso” e coisas afins. A forma como a frase é dita, a teatralidade dos gestos e o fundo musical compõem a pseudoprofundidade. A impressão, para o crédulo, é de estar ouvindo uma genuína mensagem espiritual. Chorar, gritar e se emocionar também são formas de passar a impressão de inspiração divina. Ainda que o discurso traga certa verdade, o uso da teatralidade exagerada —  um traço característico da pseudoprofundidade —  pode sugerir a tentativa de manipulação do público.

    Ao assistir programas religiosos, podemos perceber —  além da pseudoprofundidade —  as falácias da falsa autoridadedo argumento divinizado, do apelo à ignorância e da rampa escorregadia. Tudo isso se aplica também a seitas e gurus espirituais mal-intencionados.

    Pseudoprofundidade nas empresas


    No mundo corporativo, criar jargões e neologismos é uma forma de parecer inteligente. Assim, um clichê pode ser dito com outras palavras, passando a impressão de grande novidade e domínio do assunto. Excesso de termos em inglês também é recurso muito utilizado, já que, infelizmente, no Brasil, se valoriza mais as culturas estrangeiras do que nossa própria cultura.

    Preferencialmente, o orador deve ter “experiência de sucesso”, comportamento despojado e segurança na voz. Por isso, a pseudoprofundidade é aliada da falácia da falsa autoridade. Atualmente existem os “gatilhos mentais”, que são táticas de venda que utilizam frases que denotam empatia, expectativa, autoridade, escassez do produto, etc. Tudo isso, claro, é amparado pela teatralidade.

    No meio empresarial, em muitos casos, os palestrantes estão falando as mesmas coisas com outras palavras. Algumas palestras de gurus do marketing mais parecem shows de rock que, em muitos casos, são um exemplo caricato de pseudoprofundidade. Existem bons líderes e palestrantes no ramo corporativo que trazem, de fato, inovação em seus discursos e também utilizam teatralidade como forma de transmitir suas ideias. Como a teatralidade não é exatamente um traço de desonestidade em palestras empresariais, mas também uma forma de descontração, é necessário mais atenção para perceber a pseudoprofundidade.

    Pseudoprofundidade na política


    Na política, a pseudoprofundidade quase sempre é a exposição de um problema grandioso atrelado à uma solução igualmente grandiosa. Nesse caso, como a maioria dos eleitores é influenciável, vence o candidato que transmite a impressão de entendimento profundo da situação, ainda que esse entendimento seja apenas encenação. Após eleito, o candidato não resolve o problema e até demonstra incapacidade de lidar com ele.

    A pseudoprofundidade na política foi explorada no livro 1984, de George Orwell. Na história do livro, cartazes com a frase O grande irmão zela ti transmitiam a ideia de poderosa proteção, contudo, a população era dominada pelo medo. Esse contraste evidente escondia o discurso político falacioso.

    Na Alemanha Nazista e na União Soviética de Stalin, a magnífica propaganda política e os discursos grandiosos transmitiam uma forte impressão paternal e revolucionária em prol do povo e do futuro da nação, mas escondiam projetos obscuros de seus líderes.

    É comum durante as eleições a utilização de alertas sombrios, demonstrando com dados históricos e teorias econômicas o “desastre que está por vir”. E, claro, a solução para esse desastre é o próprio candidato que expõe a situação.

    Conhecer a falácia da pseudoprofundidade é importante para que as pessoas desconfiem de discursos teatrais e desonestos, e, cada vez mais, abram espaço para líderes voltados para o bem comum, e não apenas para si mesmos.

    AutorAlfredo Carneiro – Graduado em Filosofia e pós-graduado em Filosofia e Existência pela Universidade Católica de Brasília.


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    Vitória de Pirro: quando vencer sai caro demais


    Vitória de Pirro - quando o preço da vitória sai caro demais

    Vitória de Pirro é uma expressão que se refere a um tipo de vitória que teve um custo muito alto. Essa expressão tem origem na Grécia Antiga e foi popularizada no século II a.C. pelo rei Pirro de Epiro, considerado um dos grandes estrategistas militares da antiguidade, figurando ao lado de Alexandre, o Grande e Aníbal.

    Pirro liderou uma série de batalhas contra os romanos, nas quais obteve vitórias importantes, mas sempre com muitas baixas e prejuízos. Após uma dessas difíceis vitórias, Pirro propôs um tratado de paz que foi negado por Roma. Seguiu-se então mais uma batalha vitoriosa, porém, segundo o relato do historiador Dioniso de Halicarnasso, Pirro havia perdido quase todos os seus comandantes e amigos pessoais. Então, diante de alguém que comemorava a vitória, o rei declarou: “Outra vitória como esta, e estarei completamente arruinado!”.

    Essa frase se tornou famosa e passou a ser usada para se referir a uma vitória que, apesar de ter sido alcançada, acaba se tornando mais prejudicial do que benéfica. Isso porque, embora o vencedor tenha alcançado seu objetivo, se enfraqueceu a ponto de ficar incapaz de enfrentar novas batalhas.

    A expressão Vitória de Pirro ou Vítória Pírrica é frequentemente utilizada em contextos políticos e militares, mas também pode ser aplicada nos negócios e nas relações pessoais. Em geral, representa a ideia de que nem sempre vale a pena alcançar uma vitória a qualquer custo, e que é preciso considerar cuidadosamente os possíveis prejuízos que uma vitória pode acarretar.

    Confira abaixo o relato de Dioniso de Halicarnasso:

    “Pirro teria respondido a um indivíduo que lhe demonstrou alegria pela vitória que “uma outra vitória como esta o arruinaria completamente”. Pois ele havia perdido uma parte enorme das forças que trouxera consigo, e quase todos os seus amigos íntimos e principais comandantes; não havia outros homens para formar novos recrutas, e encontrou seus aliados na Itália recuando. Por outro lado, o acampamento romano era preenchido rápida e abundantemente por novos recrutas, todos sem deixar sua coragem ser abatida pela perda que sofreram, mas sim extraindo de sua própria ira nova força e resolução para seguir adiante com a guerra.”

    AutorAlfredo Carneiro – Graduado em Filosofia e pós-graduado em Filosofia e Existência pela Universidade Católica de Brasília.


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    A Navalha de Ockham


    A Navalha de Ockhan e a ciência moderna

    A navalha de Ockham é um raciocínio lógico que se baseia na premissa de que, dentre várias possibilidades para explicar um fenômeno, a mais simples é a mais provável. Em outras palavras: quando há muitas hipóteses, deve-se escolher aquela que requer o menor número de pressupostos. Por isso é conhecido também como princípio da economia.

    O princípio foi proposto pelo filósofo e teólogo inglês Guilherme de Ockham (1288–1347), da Escolástica, no século XIV. É, portanto, um conceito oriundo da Filosofia Medieval de influência aristotélica. Ockham argumentou que, na ausência de evidências em contrário, a explicação mais simples é a mais provável. Por isso o simbolismo da “navalha” que corta o excesso de variáveis e premissas.

    A Navalha de Ockham na ciência moderna

    A Navalha de Ockham é frequentemente aplicada na ciência, especialmente nas ciências naturais. Por exemplo, quando se trata de explicar um fenômeno biológico, é mais provável que a causa seja algo simples, como uma única mutação, do que uma série complexa de eventos. De maneira semelhante, em astronomia, é mais provável que a trajetória de um planeta seja explicada pela atração gravitacional do que por forças desconhecidas.

    A navalha de Ockham é também considerado um princípio importante na tomada de decisão e na busca de explicações teóricas; é aplicado em diversas áreas do conhecimento científico e acadêmico. O objetivo é evitar teorias sofisticadas de difícil verificação quando existem descrições mais simples e plausíveis, fazendo com que as teorias sejam mais confiáveis e fáceis de testar.

    Ainda que o conceito seja uma homenagem a Guilherme de Ockham, o filósofo nunca o descreveu explicitamente, todavia, muitos concordam que seus escritos seguiram esse princípio. O desenvolvimento posterior do conceito deve-se à contribuição de pensadores como Johannes Clauberg (1622–1655) que, baseado em Ockham, afirmou: “Entidades não devem ser multiplicadas além do necessário.” O termo “Navalha de Ockham” surgiu apenas no século XIX.

    Apesar das críticas que o conceito recebeu ao longo da história, afirmando que a complexidade e a multiplicidade não podem ser evitadas, mesmo seus críticos acreditam que a explicação mais simples é a melhor.

    Por isso o físico Albert Einsten (1879 – 1955), autor da Teoria da Relatividade, criou sua própria máxima inspirada na Navalha de Ockham: “Tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não se restringido ao mais simples”.

    AutorAlfredo Carneiro – Graduado em Filosofia e pós-graduado em Filosofia e Existência pela Universidade Católica de Brasília.


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    Hoje é Dia Do Jejum Sagrado De Sri Mokshada Ekadasi dia 22/12/2023 Hoje é Dia Do Jejum Sagrado De Sri Mokshada Ekadasi dia 22/12/2023




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    A História do Mokshada Ekadashi

    A História do Mokshada Ekadashi

    A História do Moksada Ekadashi

    Yudhishthira Maharaja disse:  “Ó Vishnu, controlador de todos, ó deleite dos três mundos, ó Senhor do universo, ó criador do mundo, ó personalidade mais antiga, ó melhor de todos seres, ofereço minhas respeitosas reverências a Ti. ó Senhor dos senhores, para benefício de todas entidades vivas, tenha a bondade de responder algumas perguntas que tenho.  Qual o nome do Ekadashi que ocorre durante a quinzena clara do mês de Margashirsha e que remove todos pecados?  Como é observado corretamente, e qual Deidade é adorada nesse dia sagrado?  Ó Senhor, por favor explique isto plenamente para mim.”

    O Senhor Krishna respondeu: “Ó Yudhishthira, tua indagação é muito auspiciosa e te trará fama.  Assim como anteriormente expliquei-te o mui querido Utpanna Maha-dvadashi (1) – que ocorre durante a parte obscura do mês de Margashirsha, que é o dia quando Ekadashi-devi apareceu de Meu corpo para matar o demônio Mura, e que beneficia tudo que é animado e inanimado nos três mundos – assim te explicarei agora o Ekadashi que ocorre durante a parte clara de Margashirsha. Este Ekadashi é famoso como Mokshada porque purifica o devoto fiel de todas reaçöes pecaminosas e lhe confere a liberação. A Deidade adorável deste dia é o Senhor Damodara.  Com plena atenção se deve adorá-Lo com incenso, uma lamparina de ghee, flores, e tulasi manjaris (florescências).

    Ó melhor dos reis, por favor ouça enquanto narro para ti a velha e auspiciosa história deste Ekadashi.  Simplesmente por ouvir esta história se pode obter o mérito acumulado por realizar um sacrifício de cavalo.  Por influência deste mérito, nossos antepassados, mães, filhos e outros parentes que foram para o inferno podem ir para o céu. Apenas por esta razão, ó rei, deves ouvir cuidadosamente esta narrativa.

    Uma vez havia uma linda cidade chamada Champaka-nagara, decorada  com devotados Vaisnavas. Ali o melhor dos reis santos, Maharaja Vaikhanasa, governava seus súditos como se fossem seus filhos e filhas. Os brahmanas naquela capital eram todos peritos em quatro tipos de conhecimento védico.  O rei, enquanto governava corretamente, teve um sonho em certa noite no qual seu pai estava sofrendo os golpes da tortura num planeta infernal. O rei foi tomado de compaixão e derramou lágrimas. Na manhã seguinte, Maharaja Vaikhanasa descreveu seu sonho para seu conselho de brahmanas duas-vezes nascidos.

    “Ó brahmanas,” disse o rei, “num sonho na noite passada vi meu pai sofrendo num planeta infernal. Ele estava gritando: “Ó filho, por favor salva-me do tormento deste inferno!”  Agora não tenho nenhuma paz, e até mesmo esse belo reino se tornou insuportável para mim. Nem mesmo meus cavalos, elefantes, e quadrigas me dão qualquer alegria, e meu vasto tesouro não me dá nenhum prazer.

    Tudo, ó melhores dos brahmanas, até minha própria esposa e filhos, se tornou uma fonte de infelicidade desde que vi meu querido pai sofrendo as torturas do inferno.  Onde posso ir, e que posso fazer, ó brahmanas, para aliviar esta miséria?  Meu corpo está queimando de temor e tristeza!  Por favor digam-me que tipo de caridade, que modalidade de jejum, qual austeridade, ou que profunda meditação poderei realizar para salvar meu pai de sua agonia e conceder liberação à meus antepassados.  ó melhores dos brahmanas, qual o sentido de ser um filho poderoso se nosso pai deve sofrer num planeta infernal?  Realmente, a vida de tal filho é totalmente inútil!”

    Os brahmanas duas vezes nascidos replicaram: “Ó rei, na floresta montanhosa não longe daqui fica o ashrama onde o grande santo Parvata Muni reside.  Por favor vá até ele, pois conhece o passado, presente e futuro de tudo e certamente pode ajudar-te em tua miséria.”

    Ao ouvir este conselho, o pesaroso rei imediatamente partiu numa jornada rumo ao ashrama do famoso sábio Parvata Muni. O ashrama era muito grande e abrigava muitos sábios eruditos peritos em cantar os hinos sagrados dos quatro Vedas. (2) Aproximando-se do sagrado ashrama, o rei contemplou Parvata Muni sentado entre os sábios como um outro Senhor Brahma, o criador não-nascido.

    Maharaja Vaikhanasa ofereceu suas humildes reverências ao muni, curvando sua cabeça e então prostrando-se de corpo inteiro. Depois que o rei se sentara, Parvata Muni perguntou-lhe sobre o bem estar das sete partes de seu extenso reino. (3) O muni também perguntou-lhe se seu reino estava livre de problemas e se todos estavam tranquilos e felizes. A estas indagaçöes o rei respondeu:  “Por sua misericórdia, ó glorioso sábio, todas sete partes de meu reino estão passando bem. Contudo existe um problema que surgiu recentemente, e para resolvê-lo vim lhe procurar, ó brahmana, para sua orientação perita.”

    Então Parvata Muni, o melhor dos sábios, fechou seus olhos e meditou no passado, presente e futuro do rei. Após alguns momentos abriu seus olhos e disse: “Teu pai está sofrendo os resultados de cometer um grande pecado, e descobri o que é. Em sua vida pretérita ele brigou com a esposa quando desfrutou dela sexualmente durante seu período menstrual. Ela tentou resistir seus avanços e gritou: “Alguém por favor salve-me! Por favor, ó marido, não interrompa meu período mensal!” Ainda assim ele não a deixou em paz.  É devido a este pecado atroz que seu pai caiu em tal condição infernal.” O Rei Vaikhanasa então disse: “Ó melhor dos sábios, por qual processo de jejum ou caridade posso liberar meu querido pai de tal condição?  Por favor diga-me como posso remover o fardo de suas reações pecaminosas, que são um grande obstáculo a seu progresso para a liberação final.”

    Parvata Muni replicou:  “Durante a quinzena clara do mês de Margashirsha ocorre um Ekadashi chamado Mokshada. Se observares este sagrado Ekadashi estritamente, com um jejum completo, e deres diretamente a teu pai sofredor o mérito que assim obtiveres, ele será libertado de sua dor e instantaneamente liberado.”

    Ouvindo isso, Maharaja Vaikhanasa agradeceu profusamente o grande sábio e então retornou a seu palácio. Ó Yudhishthira, quando a parte clara do mês de Margashirsha afinal chegou, Maharaja Vaikhanasa fiel e perfeitamente observou o jejum de Ekadashi com sua esposa, filhos e outros parentes.  Ele zelosamente entregou o mérito de seu jejum a seu pai, e enquanto fazia a oferenda, lindas flores choviam do céu. O pai do rei então foi louvado por mensageiros dos semideuses e escoltado até as regiões celestiais.  Enquanto passava por seu filho, o pai disse para o rei: “Meu querido filho, toda auspiciosidade para ti!”  Afinal ele alcançou o reino celestial. (4)

    Ó Filho de Pandu, quem quer que observe estritamente o sagrado Mokshada Ekadashi, seguindo as regras e regulaçöes estabelecidas, alcança a liberação total e perfeita após a morte.  Não há melhor dia de jejum que este Ekadashi da quinzena clara do mês de Margashirsha, ó Yudhishthira, pois é um dia claro como o cristal e sem pecado. Quem quer que observe fielmente este jejum de Ekadashi, que é como cintamani (uma joia que realiza todos desejos), obtém mérito especial que é muito difícil de calcular, pois este dia pode elevar-nos aos planetas celestiais e mais além – à liberação perfeita.”

    Assim termina a narrativa das glórias do Margashirsha Ekadashi ou Mokshada Ekadashi, do Brahmanda Purana.

    Notas:

    1) Quando Ekadashi cai num Dvadashi, devotos ainda assim chamam-no de Ekadashi.

    2) Os quatro Vedas são o Sama, Yajur, Rg e Atharva.

    3) As sete partes do domínio de um rei são o próprio rei, seus ministros, seu tesouro, suas forças armadas, seus aliados, os brahmanas, os sacrifícios realizados em seu reino, e as necessidades de seus súditos.

    4) Se uma pessoa observa um jejum de Ekadashi para um antepassado falecido que está sofrendo no inferno, então o mérito assim obtido capacita o antepassado a deixar o inferno e entrar no reino celestial, onde poderá então praticar serviço devocional a Krishna ou Vishnu e retornar a Deus. Porém quem observa Ekadashi para sua própria elevação espiritual regressa ele mesmo para Deus, para nunca mais retornar a esse mundo material.


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