Corrupção da linguagem, corrupção do caráter - Como o ativismo Woke está destruindo o Ocidente
Livro por Nine Borges e Patrícia Silva
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Essa é a sinopse de Unbreakable, chamado Corpo Fechado no Brasil, filme de 2000 com Bruce Willis e Samuel Jackson. Este é o vilão da trama, alguém que nasceu com uma doença rara, com os ossos frágeis, e que causa deliberadamente acidentes homéricos para descobrir se existe o seu oposto, ou seja, alguém que seja tão forte a ponto de resistir a tais desastres fatais.
Lembrei desse filme ao ler a coluna de Andre Marsiglia, cujo título é: “Para eliminar o bolsonarismo, o STF estragou nossa democracia”. Eu já tinha feito uma análise semelhante: para retirar Bolsonaro do jogo político, o sistema teve que implodir todo o arcabouço jurídico do país, soltar todos os corruptos graúdos, melar a Lava Jato, recolocar o ladrão na cena do crime e partir para o abuso desenfreado de poder.
Como já disse antes, o STF brasileiro comprou uma briga que não pode vencer, não sem destruir de vez qualquer verniz de democracia. E as aparências importam para esses ministros. Afinal, eles não querem viver como vive Maduro, isolado em seu quintal com todo o poder local
Ou seja, coisa de psicopata mesmo, como no filme. Para pegar um sujeito, taca-se fogo em tudo! O problema, claro, é que os vilões caricatos ignoram a lei do retorno, considerando-se sempre inatingíveis, intocáveis, invencíveis. A batata dos nossos ministros supremos está assando. Eles não contavam com a reviravolta na política americana. Se antes tinham em Joe Biden um aliado – ou cúmplice – agora veem que Donald Trump será sua maior dor de cabeça.
Os conservadores americanos acordaram para o problema brasileiro e entenderam que o país virou um laboratório para a censura globalista. Patrick David, do popular podcast PBD, esteve no Brasil entrevistando Jair Bolsonaro, e hoje divulgou trecho de Mike Benz desmascarando a manipulação da CIA em nossas eleições passadas. Ele também entrevistou Nikolas Ferreira para ilustrar o grau de autoritarismo no país: um deputado que não pode acusar presidente ladrão de ladrão!
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Já o senador Mike Lee partiu direto para cima de Alexandre de Moraes. Ele questionou se o ministro transformou em crime publicar críticas aos abusos supremos, como a fala do próprio Moraes alegando que as Big Techs viraram “máquinas fascistas”. O senador também publicou mensagens de apoio a Bolsonaro, que agradeceu: “Muito obrigado, Senador Mike Lee. Infelizmente, o Brasil foi convertido em um laboratório de ativismo judicial, abusos de poder e aplicação seletiva da lei para fins políticos. Tudo o que queremos é uma justiça independente e imparcial, que respeite as liberdades individuais”.
O congressista Rich McCornick, por sua vez, foi mais longe e cobrou de Trump uma medida drástica contra Moraes. Ele acusou o ministro de instrumentalizar a corte para perseguir um opositor e proteger Lula, uma clara perseguição política, e pediu que Trump considerasse sancionar Moraes pela Lei Magnitsky. Já citei tal instrumento em colunas passadas, e descubro uma vez mais que Olavo de Carvalho estava certo. O “véio” publicou ainda em 2020: “Lei Magnitsky é a maior ou única esperança de um Brasil livre de comunolarápios”.
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As sanções da Lei Magnitsky incluem o congelamento de todos os ativos que a pessoa possua nos Estados Unidos ou em instituições financeiras que tenham contato com o sistema bancário americano, ou seja, basicamente o mundo todo. Adicionalmente, as pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky ficam impedidas de obter vistos para entrar nos EUA. O sujeito se torna um pária mundial, em síntese. Se chegar a tal ponto, Moraes só vai poder frequentar Havana e Caracas mesmo...
Bolsonaro agradeceu ao congressista: “Deputado Rich, Agradecemos a solidariedade e consideração. É triste pelo que nosso país está atravessando nos últimos tempos. Torcemos para que não chegue num ponto mais extremo por parte de alguns poucos que se julgam deuses e acima da lei, colocando em cheque (sic) toda a estrutura de nosso amado país. Um fraterno abraço!”
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Como já disse antes, o STF brasileiro comprou uma briga que não pode vencer, não sem destruir de vez qualquer verniz de democracia. E as aparências importam para esses ministros. Afinal, eles não querem viver como vive Maduro, isolado em seu quintal com todo o poder local. Muitos dos “donos do poder” no Brasil querem continuar circulando pelo mundo, fazendo negócios nos Estados Unidos. Mesmo os ministros supremos querem seguir posando de “salvadores da democracia”.
Do jeito que a coisa está escalando rápido, o regime lulista terá de se fechar de vez, aderir totalmente ao eixo do mal, romper com o Ocidente. O custo se torna alto demais para muita gente poderosa. Começa a parecer mais razoável se livrar do Lula, de quem não gostam mesmo, e oferecer a cabeça de Moraes numa bandeja, para que um só seja punido pelo crime de vários. Talvez alguns passem até a considerar a hipótese de liberar Bolsonaro e depois tentar “domesticá-lo”, dentro do conceito de “direita permitida”, mais atraente do que uma guerra total contra o governo Trump.
Afinal, não é só Moraes que está na linha de tiro, ainda que seja o alvo mais evidente. Outros pares foram cúmplices de suas arbitrariedades ilegais. E se Moraes sofrer as consequências de um ato drástico desses, os demais certamente entrarão em desespero. Deixar de curtir Key Biscayne ou passeios e compras no Sawgrass Mills não é nada! O Pavão Supremo, por exemplo, vai ficar sem ver o filho que trabalha em Miami? Isso sim, seria um castigo que faria Allan dos Santos sentir o começo do gostinho da Justiça…

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Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal. **Os textos do colunista não expressam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.
Uma história verossímil é a uma das principais preocupações do escritor, pois é assim que o leitor irá acreditar nos acontecimentos e se conectar com o enredo criado. Vamos analisar o que significa a presença da verossimilhança, qual suas funções e objetivos e fazer um estudo de casos em algumas obras da literatura e do cinema. Continue a leitura e tente aplicar esse princípio ao seu projeto ficcional.
O termo significa “similar ao que é verdadeiro”, ou seja, semelhante à realidade. Dar a ideia de realidade na lógica interna de uma história faz com que o leitor ou espectador se conecte de maneira muito mais fluída, seja ela a história mais fantástica já escrita.
Cada narrativa possui a sua realidade, a sua verdade. Com isso, todos os acontecimentos daquela obra devem condizer com o mundo criado.
Nas histórias, todo evento possui uma causa e uma consequência e todos os pontos apresentados devem estar conectados. Não podemos citar que o personagem principal tem aracnofobia e, depois de algumas páginas, dizer que ele tem uma tarântula de pet. Isso tornaria o personagem e toda a situação inverossímil.
Não importa o quão absurda seja a sua trama – se levamos em conta a realidade em que vivemos -, com uma coerência interna entre o enredo, personagens, o mundo e o tempo criados, ali haverá a verossimilhança interna, ou seja, dentro daquela obra tudo se conecta, faz sentido e parece verdadeiro.
O autor cria uma realidade paralela, um mundo alternativo – e verídico no contexto inserido.
Quando a obra se alinha, se assemelha com a nossa realidade (seja ela histórica ou atual), podemos dizer que ela possui verossimilhança externa. Os fatos podem ser comparados à vida real.
Claro que as obras com verossimilhança externa precisam conter também a verossimilhança interna, já que cada personagem possui suas particularidades que precisam ser afirmadas e todos os elementos devem conversar entre si.
Quando todas as partes da obra ficcional (enredo, personagem, tempo, espaço e narrador) estão em harmonia, compondo uma história “verdadeira”, o leitor ou espectador terá a impressão de realidade, e esse é o objetivo da verossimilhança: fazer o texto real.
Com a impressão de realidade, é muito mais fácil se associar à obra, se ver representado, se identificar e uma catarse acontecer.
Acredito que você já tenha se deparado com sites dizendo que você deve fazer uma grande pesquisa para escrever sua obra, mesmo sendo ela de ficção e mesmo você tendo criado aquele mundo. E eu direi o mesmo: pesquise. A melhor forma de tornar um universo ficcional verossímil é pesquisando sobre o que está escrevendo.
Depois de ter coletado todas as informações que achar necessárias sobre aquele tema, aquele universo, coloque-as num papel (ou documento), porque com certeza você vai ter que visitá-las durante o processo de escrita.
Certo, o enredo agora pode estar verossímil, mas os pequenos detalhes estão batendo? Analise o seu personagem, o perfil, se ele tem fobias, gostos peculiares. Caso tenha, anote, pois você não poderá se contradizer depois de algumas páginas.
A cada final de capítulo, releia-o analisando se a história está semelhante à realidade proposta (o mundo real ou o universo criado) e também se a coerência interna está bem construída.
Claramente os filmes da saga Star Wars acontecem num tempo futuro, não há especificamente um tempo real – ano 5000, por exemplo -, mas já sabemos que não acontecem nos dias atuais. A primeira imagem do filme, no espaço, com naves, já nos introduz neste tempo fictício, de modo que esperamos ver mais itens futuristas ao longo da história. Eles serão muito importantes para passar credibilidade durante o filme.
O lugar também já fica claro desde o início: o espaço sideral, ou seja, não estranhamos se os personagens estão em outro planeta que não a Terra. Não estranhamos ver um planeta com 5 luas, ou um sistema com mais de um sol.
Os personagens interagem com robôs? Tudo bem, de acordo com aquela realidade isso faz todo sentido. Pronto. A verossimilhança interna está criada. O mundo de Star Wars não parece mais falso aos olhos do espectador: ele aceita, acredita e consegue se conectar com aquela realidade paralela.
Apesar do livro ser uma grande metáfora para a perda da inocência e a moralidade humana, um grupo de pré-adolescentes britânicos sozinhos em uma ilha após o naufrágio de uma embarcação parece algo difícil de se acreditar. Onde estão os adultos?
William Golding precisou buscar diversos elementos para que a história se tornasse plausível. A construção daquela sociedade brutal tinha que ser possível aos olhos do leitor. Os personagens falam de uma maneira infantilizada, mas os líderes começam a agir como adultos, seguem os passos do que os adultos fariam, mas, de certa forma, a sociedade – que parecia democrática – acaba se tornando ditatorial e violenta.
É aí que Golding consegue a verossimilhança: há uma semelhança com a formação de diversas sociedades modernas, histórias que aconteceram no mundo real. Garotos seguem exemplos, e esse é o exemplo que eles possuem. Ele consegue conquistar a atenção do leitor e também cumprir o objetivo da metáfora.
Os livros de Harry Potter utilizam uma mistura entre a verossimilhança externa e interna – um mix do mundo real e fantástico.
Muitas passagens acontecem nas ruas londrinas, com pessoas reais, que poderiam acontecer com qualquer um que estivesse em Londres: casa em um subúrbio de classe média, um passeio à estação de trem, uma visita a um cemitério. Assim, JK consegue passar que aquela história e aqueles personagens são reais; aquele garotinho de 11 anos é um menino londrino vivendo com os tios.
Porém, ela cria uma realidade paralela dentro dos livros: um mundo escondido no nosso mundo, o mundo bruxo. Ele possui seus próprios elementos, suas próprias leis e costumes. E, junto com o garotinho, nós vamos adentrando e começando a acreditar naquele novo mundo. A verossimilhança interna da obra está criada. Ali tudo é real.
Esse é um filme realista. Se passa no início dos anos 2000, o seu personagem principal é um gaúcho que trabalha como operador de fotocopiadora. Certo, tudo extremamente real, é o dia a dia. Ou seja, ele é muito semelhante à verdade, tem um alto nível de verossimilhança.
O desafio não está em fazer o espectador acreditar que aquele mundo é real, porque está claro que é o nosso universo. Aqui, a dificuldade é criar correlação entre os acontecimentos para que pareça verdadeira a ideia de copiar dinheiro, de roubar um carro forte e ganhar na loteria. O conjunto deve ser verdadeiro aos olhos do espectador.
Portanto, o filme, além de ter uma verossimilhança externa, não deixa pontos soltos em sua história para que essa verdade e a catarse se perca.
Neste post tratei especificamente da verossimilhança nos textos ficcionais e narrativos, porém é importante lembrar que ela deve estar presente em textos argumentativos e dissertações. Não adianta fazer uma conclusão com proposta de intervenção – como é pedido no ENEM, por exemplo – sem nenhuma verossimilhança externa, de modo que aquela ideia não poderia ser levada adiante, por ser irreal.
Agora chegou o momento para você analisar o seu projeto, capítulo por capítulo, cena por cena. Examinar se ele está verdadeiro e se o leitor se conectaria com sua história. Ficou com alguma dúvida; tem outra sugestão sobre como tornar os textos ficcionais mais verossímeis; tem um exemplo que acha legal ser discutido? Comenta aqui no post ou, caso esteja vendo num link de rede social, comenta por lá também. Vamos trocar figurinhas sobre essa parte tão importante no processo de criação.
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Todas as imagens deste post possuem #PraCegoVer com áudio-descrição resumida em seus textos alternativos.
A aprendizagem deve ser ativa e significativa, deve ser autêntica, portanto, o projeto deve ser desenhado de modo que faça sentido participar e executar, portanto quando for planejado deve ter os elementos relacionados a realidade desses alunos.
Como projetar experiências de aprendizado autênticas e significativas?
Não existe uma fórmula mágica para o planejamento e design de autênticas experiências de aprendizagem. A orientação aqui deve ser usada apenas como orientação.
Como um bom profissional da educação, é você quem conhece seus alunos e suas características, quem sabe o que eles precisam de sua aprendizagem e pode tomar decisões de acordo. Use o seu julgamento profissional como seu melhor guia! Abaixo estão sete passos para experiência significativa:
1. Conheça seus alunos. O que são eles interesses? O que os envolve?
Determinar suas necessidades de aprendizagem. Por exemplo, eles são um grupo que tem bom desempenho em tarefas escritas, mas poderiam trabalhar em habilidades de fala e audição, ou vice versa? As necessidades e interesses de seus alunos deve sempre ser um ponto de partida.
2. Com base em seus alunos, determine um projeto que seja executável, com objetivos claros e que gere resultado.
É aqui que a relevância e autenticidade entram em jogo - vincule o resultado para algo da vida real. Poderia ser administrar um restaurante, publicar um livro, criar um museu, resolvendo uma questão ambiental ou uma série de outras ideais. Não há nada mais significativo que aprender com experiências juntamente aos eventos ou projetos dos alunos.
3. Compartilhe os conceitos das habilidades que seus alunos vão desenvolver para concluir o projeto ou alcançar os resultados.
Essas competências e habilidades podem ou não estar de acordo com a área ou grade ou planejamento pedagógico do curso. O mais próximo estiver do currículo, melhor.
4. Avalie previamente seus alunos - como eles se saem nessas habilidades atualmente?
Existem inúmeras formas de avaliar, mas a ideia é ir além de uma avaliação. A ideia é saber em que ponto ele se encontra hoje para entender o caminho percorrido durante a aprendizagem e ele mesmo entender o quanto ele evoluiu. Esse processo pode ser feito através de entrevista e desenvolvido dando papéis e responsabilidades dentro de um projeto, por exemplo, afim de que eles entendam sua jornada, quebrem a "Hierarquia" dando a eles propriedade, autonomia e controle sobre o próprio progresso deles.
5. Reserve tempo para uma apresentação de seus aprendizados
Dê aos alunos a oportunidade de compartilhar as experiências e mostrar as habilidades aprendidas desse a primeira entrevista até o último momento do projeto. E o que eles tiveram que aprender para alcançar os resultados esperados.
6. Ensine, facilite, treine, guie… e aprenda junto com eles
Algumas habilidades exigirão um ensino mais discreto em um sentido, de forma que o professor acaba desenvolvendo um líder da equipe do projeto que vai se desenvolver com toda a sua equipe.
Outros times serão mais adequados a um aprendizado mais orientado, com abordagens mais diretas, com os próprios alunos e a exploração de outras situações.
A avaliação deve ser feita em pequenos espaços de tempo rotineiramente para garantir o andamento do projeto e ir fazendo os ajustes de acordo com as equipes. Usando sempre um modelo positivo de feedback da aprendizagem.
7. Deixe que os alunos se auto-avaliem
Ao final de um projeto. O que eles aprenderam? Que novas habilidades eles têm agora? O que esses alunos ainda querem aprender sobre a temática abordada?
Coloque o grupo para fazer a autoavaliação, coloque o mesmo grupo para se avaliar individualmente e a última nota é a do professor.
Muitos dizem que a verdadeira aprendizagem autêntica só acontece quando o resultado ou objetivo é compartilhado além da sala de aula. Isso realmente acontece e a primeira vez que o professor desse projeto se depara com essa experiência sendo compartilhada fora da sala de aula, pode soar meio assustadora.
Entretanto, experiências autênticas de aprendizagem não tem que ser com todo mundo no mesmo ritmo. A dica é comece pequeno e trabalhe para os projetos maiores. O grande segredo acaba sendo que eles precisam ter relevância, algum tipo de aplicação para o mundo real. Resultados que não são reconhecidos como fundamentais e úteis, não são sempre necessários e podem ser um impedimento ao adotar essa abordagem.
Essa abordagem prova que onde alunos estimulados a trabalharem por projetos se desenvolvem mais, entretanto é crucial a participação e percepção para intervenções do professor que nesse momento é um mentor do projeto.
- Prof. Fernando Novais
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