quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Pontos de Vista.


Pontos de Vista

Uma vez uma companhia enviou um vendedor de sapatos a uma cidade na África aonde ele nunca tinha vendido.
Ele era um dos vendedores mais antigos e experientes, e esperavam grandes resultados.
Logo após sua chegada à África, o vendedor escreveu para a companhia dizendo:
- É melhor vocês me chamarem de volta. Aqui ninguém usa sapatos.
Foi chamado de volta.
A companhia decidiu então enviar um outro vendedor que não possuía muita experiência, mas era dotado de grande entusiasmo.
A companhia achava que ele seria capaz de vender alguns pares de sapatos.
Pouco depois de sua chegada ele enviou um telegrama urgente para a firma dizendo:
- Por favor, enviem todos os sapatos disponíveis. Aqui ninguém usa sapatos!

Autor desconhecido
Enviada por: Edeli Arnaldi
Fonte: http://www.metaforas.com.br/


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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

OBRIGADO CHEGAMOS A 20.000 VISITAS EM NOSSO BLOG.

20.000 VISITAS

Recados e Imagens - Paisagens - Orkut


Recados e Imagens - Pensamentos - Orkut

Agradecemos a você que está sempre visitando este espaço.
Chegamos a 20.000 visitas e 980 postagens.

Fonte: http://educacaodialogica.blogspot.com/

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TESTE DA LEITURA.


TESTE DA LEITURA

O avaliador apresentará a criança os instrumentos de avaliação de leitura na seguinte sequencia:
TEXTO- FRASES- PALAVRAS- SÍLABAS- LETRAS

PASSO A PASSO:

1- Apresentar 1 texto para que a criança leia, variar os textos para outras crianças, após a leitura feita pela criança o avaliador irá realizar questões de compreenção sobre textos;
2- Caso a criança não leia o texto, apresentar a ela as frases, sendo no mínimo 4 frases;
3- Caso a criança não leia as frases apresentar as palavras, mostrar no mínimo 12, sendo pelo menos 4 monossílabas, 4 dissílabas, e 4 trissílabas;
4- Caso a criança não leia as palavras, apresentar sílabas simples e complexas mostrar no mínimo 10;
5- Por fim se a criança não leia as sílabas apresente uma cartela com todas as letras do alfabeto

Observação: Para fechar o diagnóstico responda as questões abaixo:

FICHA DE PREENCHIMENTO DE DIAGNÓSTICO

Escola:____________________ Localidade __________________
Professor: _________________________
Nº Total de Alunos: ____________________
Nº Total de Alunos Avaliados: ___________

PONTOS A SEREM AVALIADOS
Apresenta noção de direção da escrita
Esquerda para direita
Escreve Seu nome expontaneamente
Recohece vogais
Reconhece vogais
Reconhece consoantes
Reconhece sílabas simples C+V
Reconhece sílabas complexas
V+C
C+V+C
C+V+V
Aluno(a)
Palavras Monossílabas: Não lê, lê silabando, lê fluentemente
Palavras Dissílabas: Não lê, lê silabando, lê fluentemente
Palavras Trissílabas : Não lê , lê silabando, lê fluentemente
Palavras : Polissílabas: Não lê, lê silabando, lê fluentemente
Leitura de Frases: Compreende, não compreende, lê silabando ou fluentemente
Leitura de Textos. Compreende, não compreende, lê silabando ou fluentemente.

Para avaliar a escrita o professor (a) solicitará que a criança escreva espontaneamente o seu nome em papel ofício.

Deixar a criança bastante a vontade para escrever, pedir que a mesma escreva da melhor maneira que ela souber, sem se preocupar se estar certo ou errado. Procure estimular a criança, perguntando: quantas letras você acha que precisa para escrever seu nome? Quais os sons que você escuta quando fala essa palavra? Quais letras você acredita que pode usar?

Jamais dizer quais letras a criança deverá utilizar.
Lúcia carlota

Fonte: http://psicolucia.blogspot.com/2008_04_11_archive.html

Veja abaixo um vídeo sobre sondagem da escrita.

From: totodegas

Errando para aprender ... Hipóteses de Escrita


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A importância do trabalho psicopedagógico na educação de jovens e adultos


A importância do trabalho psicopedagógico na educação de jovens e adultos
Robianca Munaretti
janeiro/2007

O aluno que freqüenta a modalidade educativa de jovens e adultos é diferenciado, pois possui vivências significativas, um aprendizado muito rico, muitas vezes obtido com a vida. É um aluno que pode estar voltando à Escola para a realização de um sonho, ou porque se deparou com um mercado de trabalho que está cada vez mais exigente, ou ainda por motivação de familiares e até mesmo para driblar a solidão. Outras vezes o educando da E.J.A. é aquele que evadiu no ensino regular, ainda criança ou até mesmo aquele multi-repetente que ao se ver com 15 anos, encontra nesta modalidade uma “luz no final do túnel”. De acordo com Lemos (1999), a proposta da E.J.A. tem como espaço de influência o universo de mais de 35 milhões de brasileiros maiores de 15 anos que não completaram a primeira fase do ensino fundamental, além de outros 20 milhões identificados em diferentes níveis de analfabetismo.

Nesta modalidade de ensino devem ser considerados alguns aspectos, tais como: a diversidade do público a que se destina, os modelos que atendam às realidades específicas, a seleção e a distribuição dos conteúdos que considerem o desenvolvimento da personalidade do aluno e às exigências sociais. E, seguindo estes aspectos, as distintas realidades encontradas, que os educadores devem trabalhar para o resgate do interesse e o desenvolvimento da criatividade e, que possam possibilitar vivências através de atividades que estimulem o pensar e ajudem o sujeito a lidar com mais firmeza, confiança e responsabilidade nos problemas do seu dia-a-dia.

Com base nestes aspectos é que devemos dar muita importância ao planejamento, que para Mella (2003) não é fazer alguma coisa antes de agir, é agir de um determinado modo para um determinado fim. É um processo de construir a realidade com as características que se deseja para ela. É interferir na realidade para transformá-la numa direção claramente indicada. Planejar, portanto, é pensar sobre aquilo que existe, sobre o que se quer alcançar, com que meio se pretende agir e como avaliar o que se pretende atingir.

A avaliação é parte integrante do processo de ensino-apredizagem, na obtenção e fornecimento de informações, que provam o processo participativo e o avanço qualitativo das propostas pedagógicas. Para Callai (2003) avaliam-se os progressos, os bloqueios, os impasses presentes no processo ensino-aprendizagem-socialização, a partir da observação sistemática do processo de aprendizagem, do registro e da interpretação dessas observações da produção dos alunos. A avaliação é um processo contínuo, dinâmico, que objetiva o crescimento do aluno para a autonomia e competência, considerando os pressupostos básicos do conhecimento da realidade e as possibilidades de transformações.

Nestes aspectos do planejar, bem como do avaliar que a Psicopedagogia pode se fazer atuante nesta modalidade de ensino, auxiliando o educador a construir planejamentos adequados às diferentes realidades encontradas em uma turma. Realidades estas identificadas através de um diagnóstico realizado em conjunto pelos dois profissionais. Este diagnóstico se faz necessário, pois é capaz de identificar formas diferenciadas de aprender e, por conseqüência professor e psicopedagogo poderão atuar nestas diferenças, incentivando e/ou resgatando no educador o prazer pelo ensinar e o desejo em ver seus alunos aprendendo, bem como refere Fernández (1990) que o desejo não é apenas daquele que aprende, mas também daquele que ensina.

Além de auxiliar o educador em planejar aulas prazerosas e que sejam de acordo com a realidade encontrada, também, propicia critérios avaliativos coerentes com a proposta desta modalidade de ensino. A Psicopedagogia pode atuar diretamente com o educando, auxiliando em suas dificuldades, trabalhando com suas expectativas e desejos de aprendizagem, que muitas vezes podem estar distorcidos, quase sempre influenciados pelas diferentes épocas em que o educando vivenciou suas situações de aprendizagem – se quando criança chegou a freqüentar escolas, ou até mesmo na vivência escolar de seus filhos, sua visão muitas vezes é a do ensino tradicional, o “quadro-cheio” e o professor como o detentor do saber – é mais do que na hora de se desfazer destes paradigmas e mostrar que existe uma forma prazerosa e feliz de se aprender conteúdos que se relacionem com suas vidas.

Nestes aspectos a Psicopedagogia vem como aliada no processo educativo da Educação de Jovens e Adultos, auxiliando gloriosamente educandos e educadores na suas caminhadas, rumo a dignidade, cidadania e autonomia, aspectos fundamentais para o desenvolvimento de um país coerente para todos. Para finalizar, deixo uma frase de Lemos (1999) que resume um pouco do que a Psicopedagogia pode interferir nesta modalidade de ensino:
“...deve-se ter uma concepção que valorize o ideal da educação popular e que destaque o valor educativo do diálogo e da participação, do saber dos alunos e estimule um desempenho inovador dos educadores...”

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CALLAI, D. Critérios Avaliativos na EJA e a Interdisciplinaridade. Fragmentos dos Encontros de Formação de Professores de Jovens e Adultos, Porto Alegre, v.1, n.1, p. 41-42, jun/out, 2003.

FERNÁNDEZ, A. A Inteligência Aprisionada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

LEMOS, M. E. P. Proposta Curricular. In: GARCIA, M. Salto para o futuro: Educação de Jovens e Adultos. Brasília: Ministério da Educação, 1999.

MELLA, V. Planejamento: Construção e Operacionalização de Planos de Trabalho. Fragmentos dos Encontros de Formação de Professores de Jovens e Adultos, Porto Alegre, v.1, n.1, p. 39-40, jun/out, 2003.

Robianca Munaretti, Fonoaudióloga, Esp. em Psicopedagogia Clínica e Institucional,

Alfabetizadora -Professora da E.J.A.Coordenadora Técnica do Centro Clínico Thiago Würth – Instituto Pestalozzi de Canoas/RS


Associação Brasileira de Psicopedagogia
Rua Teodoro Sampaio, 417 . conj.11 Pinheiros . CEP 05405-000
São Paulo - SP Fone/Fax: (11) 3085-7567 / 3085-2716 - email: psicoped@uol.com.br

Fonte: http://www.abpp.com.br/artigos/67.htm

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4Shared - Free. Atividades prontas para imprimir. Educação infantil.


Este logo tipo pertence a um site, que é especializado em arquivos de todos os tipos e fotmatos (mp3, mp4, mpeg, power point, etc). Escolares, universitários, jurídicos, planos de aulas, provas, exercícios etc. Eles se encontram num formato pronto para imprimir. Digite o que procura e clique enter. Obrigado pela visita. Você é muito importante. Não desista de seus sonhos.
Veja estes links abaixo, com atividades.

Se você não sabe baixar entre aqui .

Os links é só clicar.

Atividades matemáticas para os anos iniciais:http://www.4shared.com/file/36813386/5cdf25fb/cruzadinha-__tabuada_do_2_e_3.html?dirPwdVerified=2fd77670

Tabuada Cantada Musical:http://www.4shared.com/network/search.jsp?searchName=tabuada+cantada&searchExtention=&searchmode=2

Alfabetização, atividades:http://www.4shared.com/network/search.jsp?sortType=1&sortOrder=1&sortmode=2&searchName=alfabetiza%C3%A7%C3%A3o&searchmode=2&searchName=alfabetiza%C3%A7%C3%A3o&searchDescription=&searchExtention=&sizeCriteria=atleast&sizevalue=10&start=0


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Filosofia aula 2. lógica silogismo e retórica.

Fique com alguns vídeso do tele-curso de filosofia. Para um entendimento melhor deste tema.

From: gilesons
Novo Telecurso - Ensino Médio - Filosofia - Aula 02 (1 de 2)


From: gilesons
Novo Telecurso - Ensino Médio - Filosofia - Aula 02 (2 de 2)


Fontes: http://novotelecurso.blogspot.com/
http://www.detodoodenada.com/2008/04/silogismos.html
http://www.filologia.org.br/ixcnlf/11/11.htm

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Desenvolvendo um Tema de Redação.


Os passos

1) interrogar o tema;
2) responder, com a opinião
3) apresentar argumento básico
4) apresentar argumentos auxiliares
5) apresentar fato- exemplo
6) concluir

Como fazer nossas dissertações? Como expor com clareza nosso ponto de vista? Como argumentar coerentemente e validamente? Como organizar a estrutura lógica de nosso texto, com introdução, desenvolvimento e conclusão?
Vamos supor que o tema proposta seja Nenhum homem é uma ilha.
Primeiro, precisamos entender o tema. Ilha, naturalmente, está em sentido figurado, significando solidão, isolamento.
Vamos sugerir alguns passos para a elaboração do rascunho de sua redação.

1. Transforme o tema em uma pergunta:
Nenhum homem é uma ilha?

2. Procure responder essa pergunta, de um modo simples e claro, concordando ou discordando (ou, ainda, concordando em parte e discordando em parte): essa resposta é o seu ponto de vista.

3. Pergunte a você mesmo, o porquê de sua resposta, uma causa, um motivo, uma razão para justificar sua posição: aí estará o seu argumento principal.

4. Agora, procure descobrir outros motivos que ajudem a defender o seu ponto de vista, a fundamentar sua posição. Estes serão argumentos auxiliares.

5. Em seguida, procure algum fato que sirva de exemplo para reforçar a sua posição. Este fato-exemplo pode vir de sua memória visual, das coisas que você ouviu, do que você leu. Pode ser um fato da vida política, econômica, social. Pode ser um fato histórico. Ele precisa ser bastante expressivo e coerente com o seu ponto de vista. O fato-exemplo, geralmente, dá força e clareza à nossa argumentação. Esclarece a nossa opinião, fortalece os nossos argumentos. Além disso, pessoaliza o nosso texto, diferencia o nosso texto: como ele nasce da experiência de vida, ele dá uma marca pessoal à dissertação.

6. A partir desses elementos, procure juntá-los num texto, que é o rascunho de sua redação. Por enquanto, você pode agrupá-los na seqüência que foi sugerida.

Antes de escrever

Antes de escrever, ou seja, passar para o papel o pensamento, sob a forma de palavras que se ligam umas às outras e formam frases, é preciso que se "recheie" a cabeça.

Quem quer escrever bem precisa de, obrigatoriamente, estar bem informado. Quando colocamos no papel as nossa idéias, devemos imaginar que temos muitos desafios. Mas, antes de iniciar os comentários que continuarão a ser feitos por todo o ano, lembre-se: estar informado é uma das normas mais importantes para quem quer escrever bem.

Um exercício pra você ir treinando, por exemplo, sua redação versará sobre este tema: a competição como fator de organização da sociedade, suas virtudes e seus defeitos negativos. Para escrevê-la, relate um episódio em que você se tenha visto em meio a um excesso de competitividade ou em que a capacidade de competir lhe tenha sido útil. Lembre-se de que você está sendo solicitado a redigir uma dissertação, texto que se caracteriza por um esforço de reflexão em torno de um tema. Utilize sua experiência para construir seu texto, mas integre-a a uma argumentação de caráter generalizador e organizada dissertativamente.

A dissertação deve ter extensão mínima de 30 linhas e máxima de 50, considerando letra de tamanho regular. Inicialmente, utilize a folha de rascunho e, depois, passe a limpo na folha de redação, sem rasuras e com letra legível, o que você redigiu. Utilize caneta; lápis, apenas no rascunho.

A máxima esportiva "o importante é competir" parece estar tomando conta de nossas vidas. E interessante notar, no entanto, que ela pode ter, no mais da vida, significado oposto ao que tem como lema do esportista. Em seu contexto, dar o maior valor à competição significa colocar o desejo de vencer em segundo plano, com a conseqüência de o competidor respeitar as regras do jogo e o adversário. Já num mundo em que as pessoas são colocadas em constante competição, essa forma de convívio social parece ser igualada ao desejo de vencer a qualquer custo. Mas quais os limites para isso?

Desde a escola, recebemos notas que nos colocam em constante comparação com nossos colegas. Com tantos candidatos por vaga para ingressar em um curso superior, não basta atender a certos requisitos acadêmicos: temos de vencer os demais. No mundo do trabalho, as coisas não são diferentes - conseguir emprego e mantê-lo significa, muitas vezes, ser o escolhido entre muitos. Enfim, somos cada vez mais estimulados e educados para a competitividade, que nos leva, freqüentemente, a colocar certos critérios de convivência em segundo plano.

Esse é o caso, por exemplo, do aluno que guarda para si só a solução de um problema escolar durante a aula, sem compartilhá-la com a turma, com o objetivo de ser o único a tê-la encontrado; ou do colega de trabalho que se preocupa mais com os deslizes dos outros do que com sua própria excelência profissional. A verdade é que, em muitos momentos, somos levados a crer que a solidariedade seria um movimento inútil e, talvez, ingênuo.

Coerência Textual

A coesão colabora com a coerência, porque os conectivos ajudam a dar o sentido à união de duas ou mais idéias: alternância, conclusão, oposição, concessão, adição, explicação, causa, conseqüência, temporalidade, finalidade, comparação, conformidade, condição.

As idéias numa dissertação precisam se completar, a geral se apóia na particular, a particular sustenta a geral. Na narração, se uma personagem for negra no começo, será assim até o fim, só Michel Jackson trocou de cor. A menos que a mudança da coloração seja significativa.

Veja um exemplo de incoerência na dissertação: “O verdadeiro amigo não comenta sobre o próprio sucesso quando o outro está deprimido. Para distraí-lo, conta-lhe sobre seu prestígio profissional, conquistas amorosas e capacidade de sair-se bem das situações. Isso, com certeza, vai melhorar o estado de espírito do infeliz”.

Exemplo de incoerência em narração: “O quarto espelha as características de seu dono: um esportista, que adorava a vida ao ar livre e não tinha o menor gosto pelas atividades intelectuais.

Por toda a parte, havia sinais disso: raquetes de tênis, prancha de surf, equipamento de alpinismo, skate, um tabuleiro de xadrez com as peças arrumadas sobre uma mesinha, as obras completas de Shakespeare”.

DICAS IMPORTANTES

  • Leia atentamente o que está sendo solicitado. Atualmente, as propostas se aproximam da realidade dos candidatos, constituindo-se roteiros confiáveis para a organização de idéias
  • Crie mentalmente um interlocutor. Procure convencer um ouvinte específico do seu ponto de vista
  • Planeje o texto sem utilizar fórmulas prontas. O fio condutor deve ser seu pensamento
  • Evite marcas de língua falada. Escrita e fala são modalidades diferentes do idioma. Evite gírias e termos excessivamente coloquiais
  • Confie em seu vocabulário. Todos guardamos palavras sem uso que podem transmitir com clareza o nosso pensamento. Procure encontrá-las
  • Seja natural. Evite o uso de palavras de efeito apenas para impressionar a banca
  • Acredite em seus pontos de vista e defenda-os com convicção. Eles são seu maior trunfo.

1- Escreva um texto simples e com idéias claras

Procure desenvolver seus argumentos de uma maneira clara e coesa. Não é necessário nem recomendável que se dê mostras de erudição. Os avaliadores dos vestibulares apenas querem ver se você sabe argumentar. Suas idéias devem ser expostas de uma forma clara para que o avaliador entenda o que está escrito.

2- Faça um texto coerente

Os argumentos do seu texto devem obedecer a uma linha de raciocínio lógica. Desenvolva um determinado assunto até o fim e somente depois inicie outro. Caso contrário, o texto vai ficar confuso e difícil de ser compreendido.

3- Não fuja do tema proposto

Atenha-se ao que foi pedido no enunciado da redação. Por mais bem escrito que seu texto for, se ele fugir do tema, a nota será zero!

4- Seja uma pessoa bem informada

Procure ler jornais e revistas para aumentar sua visão de mundo. O vestibulando bem informado produz um texto mais rico e diversificado. Não dá pra escrever sobre um assunto que você nem sabe do que se trata. Portanto leia bastante e esteja sempre por dentro das últimas notícias.

Cuidados com a gramática

Quem já não enfrentou dificuldades ao escrever um texto com o uso dos pronomes demonstrativos. Deve-se escrever este, esse ou aquele? isto, isso ou aquilo? esta, essa ou aquela? Ó, dúvida cruel! Que fazer?

A solução poderia estar em um bom livro de gramática, porém poucos possuem um desses em casa, e quem o possui não tem paciência para realizar a pesquisa. É para isso que estamos aqui. Então, vamos à teoria:

Exemplos de uso: "este, esta, isto", para referência a elemento.

"O saneamento tem grande efeito sobre o bem-estar da população. Por isso, é inexplicável o fato de esse setor não se ter tornado prioridade do atual governo."

"A crise de energia demonstrou que a introdução de um novo modelo nos setores de infra-estrutura envolve riscos. Isso não significa, porém, que o modelo privado seja inviável."
Usamos este, esta, isto para referência a elemento, frase ou oração posterior. Por exemplo:

"As principais dúvidas são estas: Como determinar quais empresas serão privatizadas? Quem deve exercer o poder concedente: Estados ou municípios?"

"Essas questões não são tão complexas quanto as de outro setores, sendo os mais importantes estes: o de energia e o de telecomunicações."
Usamos este, esta, isto também para referência a elemento imediatamente anterior. Por exemplo:

"Essas questões não são tão complexas quanto as de outro setores, como o de telecomunicações e o de energia, sendo este o mais importante de todos." (O pronome "este" refere-se ao elemento imediatamente anterior, ou seja, a "setor de energia")

"É preciso que o Executivo promova as reformas necessárias no saneamento básico, pois este é o problema mais grave de hoje." (O pronome "este" refere-se ao elemento imediatamente anterior, ou seja, a "saneamento básico").
Em uma enumeração de dois elementos, usamos este, esta, isto para referência ao segundo elemento e aquele, aquela, aquilo para o primeiro. Por exemplo:

"Essas questões não são tão complexas quanto as de outro setores, como o de energia e o de telecomunicações, sendo aquele mais importante do que este". (O pronome "aquele" refere-se ao primeiro elemento da enumeração, ou seja, a "setor de energia"; o pronome "este" refere-se ao segundo elemento da enumeração, ou seja, a "setor de telecomunicações").

"A privatização e a concorrência em substituição a um modelo estatal envolvem riscos, pois aquelas apresentam a incógnita da futura administração; este, a garantia do envolvimento da sociedade". (O pronome "aquela" refere-se aos primeiros elementos da enumeração, ou seja, a "privatização e concorrência"; o pronome "este" refere-se ao segundo elemento da enumeração, ou seja, a "modelo estatal").

Fontes:

www.vestibular1.com.br

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/redacao/desenvolvendo-um-tema.php

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PUNIÇÃO (pu.ni.ção). Palavra do dia.


Palavra do dia:

PUNIÇÃO (pu.ni.ção)

Após vencer o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1, realizado no último domingo no Circuito de Spa-Francorchamps, o piloto inglês Lewis Hamilton foi punido com a perda de 25 segundos em seu tempo por ter realizado uma manobra irregular durante a corrida. Devido à punição, quem herdou a vitória foi o piloto brasileiro Felipe Massa.

A palavra "punição" tem sua origem no latim, 'punitio, onis'. A palavra designa a ação de impor um castigo e também o resultado deste ato. Há ainda o sentido figurado para o termo, ao expressar algo muito desagradável, como na frase "ter aquela família como vizinhos é uma punição".

>> Definição do dicionário Aulete Digital:

PUNIÇÃO (pu.ni.ção)

Substantivo feminino.

1 Ação ou resultado de punir.
2 Qualquer castigo imposto a alguém: A punição do menino foi ficar sem o passeio do domingo.
3 Pena infligida por juiz a criminoso: Encontrou no cárcere a punição.
4 Fig. Experiência de algo muito desagradável: A visita interminável virou uma punição.

[Plural: -ções]

[Formação: Do lat. punitio,onis.]

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Gostaria de sugerir uma palavra? Envie um e-mail para palavradodia@auletedigital.com.br com a palavra "Sugestão" no campo "Assunto".
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Master: delegados PF vê 'afronta em prerrogativas' de Toffoli | G1, João Maria Andarilho Utópico comenta.

Toffoli indica quais peritos vão poder analisar material do caso Master A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulg...