/ rodrigogurgel12
Bibliografia básica:
"Gêneros literários", Angélica Soares, Editora Ática (no final do volume há uma ótima relação de obras para se aprofundar no tema).
"Antologia Brasileira de Literatura", Afrânio Coutinho, 3 volumes, Editora Distribuidora de Livros Escolares Ltda. (Há ótimas introduções para cada gênero).
"Do mito das musas à razão das letras — temas seminais para os estudos literários (do século VIII a.C. ao século XVIII", organizado por Roberto Acízelo de Souza, Editora Argos, da Unichapecó.Pedagogia Magistério Educação Psicopedagogia Psicomotricidade, Religião, Vaishinavismo Iskcon (vulgo hinduísmo) Envie sua sugestão, crítica, dúvidas, perguntas para meu e-mail:joaomariaandarilhoutopico@gmail.com ou joaocarlosmaria@yahoo.com.br
sexta-feira, 1 de março de 2024
Aulão #03 - O que são gêneros literários? Rodrigo Gurgel
/ rodrigogurgel12
Bibliografia básica:
"Gêneros literários", Angélica Soares, Editora Ática (no final do volume há uma ótima relação de obras para se aprofundar no tema).
"Antologia Brasileira de Literatura", Afrânio Coutinho, 3 volumes, Editora Distribuidora de Livros Escolares Ltda. (Há ótimas introduções para cada gênero).
"Do mito das musas à razão das letras — temas seminais para os estudos literários (do século VIII a.C. ao século XVIII", organizado por Roberto Acízelo de Souza, Editora Argos, da Unichapecó.Os “Muito ocupados”
Neste artigo o Professor Luiz Marins – com base em uma pesquisa publicada na Harvard Business Review: “Beware the Busy Manager” – divide os gestores de acordo com sua capacidade de contribuir efetivamente para o crescimento da empresa.
Comentário Solar
O interessante artigo do Prof. Marins que diz respeito ao mundo corporativo é também aplicável, sob vários aspectos, ao mundo escolar. De fato, professores e equipes de direção precisam de foco e energia para alcançar as metas que têm sob sua responsabilidade.
Parece-nos que o grande foco do professor é ser um professor-educador. Ser um professor-educador é ser consciente que sua disciplina é um meio para que os alunos adquiram conhecimentos e maturidade, desenvolvam ao máximo suas aptidões e se exercitem nas virtudes. A grande tarefa do professor-educador é colaborar com os pais dos alunos na missão de fazer de cada aluno uma pessoa responsável, autônoma e solidária, capaz de influenciar positivamente a sociedade em que viva.
Para manter esse foco o professor-educador deve:
• saber para onde vai: conhecimento profundo do que é a pessoa humana, e o que contribui à sua melhora;
• saber com que meios conta: conhecer muito bem sua disciplina, dominar as estratégias de ensino e aprendizagem, estar alinhado com o ideário do colégio;
• saber onde se pode chegar em cada momento: ter presente os conhecimentos prévios do aluno, de suas possibilidades, limitações, interesses, etc.
• saber quando e como se deve ou se pode atuar: prudência e sensibilidade, tanto para aproveitar, e provocar, ocasiões propícias para novas aprendizagens, como para atender às situações imprevistas.
Uma vez definido o foco, é preciso colocar energia para levar adiante as metas propostas.
Considerando os diversos âmbitos de atuação do professor-educador, entendemos que um ponto onde é necessário aplicar muita energia é na preparação das preceptorias com os alunos e com os pais.
A preceptoria é uma ferramenta valiosa na educação dos alunos e na concretização com os pais do projeto educativo de cada filho e da família como um todo. Uma boa preceptoria, seja ela feita com o aluno ou com seus pais, exige preparação.
Não trataremos aqui da preparação remota do professor-educador, que sempre procurará viver coerentemente o que propõe a seus preceptuandos, nem da necessidade de nutrir um sincero carinho e respeito por cada aluno que assessora. Gostaríamos de ressaltar que a preceptoria com o aluno deve ser preparada conhecendo os dados sobre o seu rendimento acadêmico e sua capacidade de estudo, sobre seu comportamento no colégio e no ambiente familiar, sobre seus interesses e expectativas.
Além disso, o professor-educador deve refletir como ajudar o aluno a crescer de forma concreta nas virtudes. Conhecendo, por meio das entrevistas de preceptoria com o aluno, quais são os pontos fortes e fracos do seu temperamento, o professor-educador dispõe de elementos para ajudar o aluno a desenvolver um caráter positivo, equilibrado e coerente. Nesse processo de construção de uma personalidade madura, a dimensão transcendente não deve ser esquecida. Também nesse aspecto, espera-se que o professor-educador, em harmonia com a família, ajude ao aluno a crescer na vida de relacionamento com Deus.
Tudo isso exige do professor-educador uma ação reflexiva e prudente, serena e imparcial. Atuar assim é demonstrar-se comprometido com a missão de educar. Ter foco e energia altos!
Os “muito ocupados”
Prof. Luiz Marins
Heike Bruch, professor de liderança da Universidade de St. Gallen, na Suíça e Sumantra Ghoshal, professor de estratégia e gerência internacional na London Business School, Londres, estudaram, durante dez anos, o comportamento de gerentes “muito ocupados” em quase doze grandes empresas incluindo Sony, LG Electronics, Lufthansa e outras.
Pasmem! Nada menos que 90% (noventa por cento) dos gerentes gastam seu tempo em toda sorte de atividades com baixo valor ou eficácia. Em outras palavras, somente 10% (dez por cento) dos gerentes ocupam seu tempo em atividades comprometidas, de real valor para a empresa. Assim, os autores alertam para a diferença entre gerentes (chefes, executivos, supervisores) que realmente contribuem para o crescimento e desenvolvimento da empresa e os que “se fazem parecer muito ocupados” e quase nada contribuem efetivamente.
Um chefe, gerente, diretor, eficaz, deve ter duas coisas fundamentais, dizem os autores – foco e energia. E a partir dessa premissa, constatam haver quatro tipos de gestores:
(1) Os que deixam tudo para depois. São os que não têm foco nem energia. Sem foco e sem energia tudo fica por conta do tempo e do “Deus dará” como dizemos. São os “procrastinadores”. Os que não assumem, não se comprometem. Segundo o estudo, esse tipo chega a 30% dos pesquisados;
(2) Mais ou menos 20% dos gerentes estudados têm um foco alto e uma energia baixa. São os “desengajados”. Os que não lutam pelos seus propósitos. Eles sabem o qque querem e devem fazer mas falta-lhes a “força para fazer, para implementar”. Não são realmente “engajados” no desenvolvimento da empresa, desistem logo, acomodam-se frente a qualquer desafio maior;
(3) O maior grupo – mais de 40% dos gerentes estudados – são os que têm uma energia alta e foco baixo. São “ativistas”. Fazem, fazem, correm, correm, mas não sabem direito para onde estão correndo nem se o que estão fazendo os está levando a algum lugar. Sentem uma desesperada necessidade de estar “fazendo alguma coisa o tempo todo”. Ocupam-se de tarefas que não lhes é pertinente. Centralizam tudo para sentirem-se ocupados e ativos;
(4) Somente 10% dos pesquisados entraram na categoria ideal – foco alto, bem definido e energia elevada. Esses são aqueles chefes, gerentes, dirigentes que realmente fazem a diferença, pois além de saberem exatamente onde querem chegar, têm a necessária energia para fazer, implementar, acompanhar, motivar pessoas. São os que pensam, questionam, planejam, fazem acontecer, estimulam colaboradores, mostram a direção certa, motivam, lideram. São os realmente “comprometidos”.
Encontramos em todas as empresas estes quatro tipos de executivos. A análise do quadrante Foco/Energia parece ser uma ótima ferramenta para a avaliação do quadro de gestores de uma empresa. Num mundo competitivo como o que estamos vivendo, é fácil um gerente cair na armadilha do “ativismo”. Trabalhar longas horas, exigir relatórios, criar burocracias desnecessárias, centralizar decisões além da necessidade podem dar ao gerente uma sensação de competência e além disso dar a ele a ideia de estar passando para seus superiores uma imagem de comprometido. Desconfiar, pois dos gerentes “muito ocupados” é um desafio que precisa ser enfrentado nas empresas. Dirigentes têm que ter tempo para questionar, pensar, planejar, inovar, liderar, motivar seus subordinados à ação eficaz que realmente leve a empresa ao sucesso.
O “procrastinador”, aquele que deixa tudo para depois, que “empurra com a barriga” é mais fácil de ser detectado. Muitas vezes a sua atitude de indecisão permanente é justificada pelas incertezas do mercado. A procrastinação pode até vir fantasiada de “prudência”, mas ela, certamente é vista hoje como algo negativo.
Também não é uma tarefa fácil na avaliação de dirigentes, a detecção dos “desengajados”. Eles sabem bem o que deve ser feito e até o como fazer. Mas falta-lhes o “pique”, o “drive” para fazer as coisas acontecerem. Falta-lhes a energia para lutar. Esse tipo de dirigente muitas vezes se auto justifica, dizendo-se “cansado de lutar” contra os que não compreendem suas posições. Muitas vezes usam a expressão: “cansei de brigar para trabalhar” e parecem ter realmente desistido. Esse tipo, acomodado é muito perigoso para a empresa porque ele não é mau em si. Quando discursam, falam, expõem seus pontos de vista, são capazes de convencer pela coerência de seus argumentos. Isso ocorre porque eles têm foco. Sabem o que fazer e como fazer. Mas na hora de implementar, são fracos de vontade. Desistem frente a qualquer obstáculo e muitas vezes fazem-se de vítimas.
O que a pesquisa realmente nos traz de assustador é justamente o fato de que somente 10% dos gerentes puderam ser classificados como “comprometidos”, empreendedores, etc. Eis aqui um grande desafio para a empresa. Como competir e vencer com esse quadro? O que fazer para mudar esses 90% dos quadrantes onde estão para o quadrante do comprometimento?
E a nós resta-nos fazer uma autoanálise. Nesse quadrante – foco e energia – onde nos encontramos? Que tipo de dirigentes somos nós? Temos tido foco e energia elevados para fazer a diferença no mundo de hoje?
Pense nisso. Sucesso!
www.anthropos.com.br
fonte\: https://solarcolegios.org.br/os-muito-ocupados/
Gestão de Pessoas: Trabalho em equipe (GP) Liderança Habilidades e Funções A Liderança e a Administração do Tempo
6. Liderança: Habilidades e Funções
A Liderança e a Administração do Tempo
Não há dúvidas! Nos tempos de hoje, se temos um recurso extremamente escasso, este é o tempo. Falta tempo. Com tantos afazeres e também distrações, um dia de 24 horas já não é suficiente. Eis a reclamação geral de líderes e liderados – não temos tempo.
No entanto, poucos são os líderes que administram com propriedade este valioso recurso. De fato, a pressão por resultados no dia-a-dia é intensa e crescente. Contudo, por vezes há falta de foco e concentração nas prioridades, isto é, naquilo que pode trazer mais resultados e é mais importante.
Nos estudos desenvolvidos por Ghoshal e Bruch com gestores de diversas partes do mundo e descritos no Livro Liderança (publicado pela Universidade de Harvard), dois fatores se apresentam como essenciais para a efetividade da administração do tempo. Foco e Energia.
Foco, conforme os autores, significa atenção concentrada e a capacidade de fazer pontaria em determinada meta e executar a tarefa até a meta ser atingida. E energia, o vigor que é alimentado por um intenso engajamento pessoal.
Para elucidar a combinação dos dois elementos, os mesmos autores desenvolveram a matriz foco-energia que ilustra o comportamento resultante da combinação, conforme ilustrado a seguir.

Figura 7 – Matriz Foco-Energia
Como ilustrado, em um extremo da matriz concentram-se os gestores procrastinadores. Palavra complicada que significa simplesmente aqueles que deixam tudo para depois. Neste quadrante, praticamente não existe foco e a energia empreendida limita a capacidade de execução.
Por outro lado, em outro extremo há o comportamento considerado como ideal – a determinação. Neste, há adequado foco e energia direcionados. Isto é, há concentração naquilo que de fato é prioridade e energia suficiente para superar os obstáculos ao longo do caminho.
Ainda, nos dois outros quadrantes temos a desarticulação, onde há uma elevada priorização, mas baixa energia que leve a cabo a finalização e consecução de resultados. E a distração, onde muita agitação é confundida com energia, com consequente dispersão de recursos por inúmeras iniciativas inacabadas.
Reflita! Como você administra seu tempo?
fonte: Faculdade IMES
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
Por que a Música Pop Moderna só usa a nota RÉ? Canal Marco Antero Music
/ marcoantero
Agora, se você quiser realmente apoiar meu trabalho, considere se tornar um membro do meu canal. Lá você pode ter acesso a conteúdos exclusivos!
/ marcoanteromusic
EMAIL PARA CONTATO ► marcoanteromusic@gmail.com
Obrigado a todos!Hoje é dia do sagrado Amalaki Ekadasi dia 27/02/26 sexta-feira explicando e lendo
Obrigado pela visita, volte sempre. Se você observar que a postagem, vídeo ou slidshre está com erro entre em contato.
-
Avaliação na docência do Ensino Superior * A arte na formação da criança e suas contribuições para a educação * A importância do brincar...
-
Comenius View more presentations from grandes.nomes . Tweet Obrigado por sua visita, volte sempre.
-
Mapas Mentais - Enriquecendo Inteligencias Obrigado por sua visita, volte sempre.
-
A Motivação em Maslow É difícil definir o conceito de motivação, que tem sido utilizado de tão variados sentidos. O motivo é aquil...
-
História da universidade View more presentations from Luci Bonini . Obrigado por sua visita, volte sempre.
-
yaqui1991 | Prince Charles And The City Beat Band Don't Fake The Funk form the "Stone Killers" 1982 A...
-
Funções da linguagem: conceito, tipos, aplicações e muito mais Por Atualizado em 14 de novembro de 2022 às 17:42 • Publicado em 30 de sete...
.jpg)
.png)